Melissa Kagura Lutont Akisagawa - Puro Sangue/Demônio

Ir em baixo

Melissa Kagura Lutont Akisagawa - Puro Sangue/Demônio

Mensagem por The Storyteller em Dom Mar 18, 2012 11:32 am


||______________..:: Ficha ACC::..______________||

|| Char ||
    | Nome: Melissa Kagura Lutont Akisagawa
    | Data de Nasc./ idade: 7 de novembro 1991/ 20 anos
    | Local de Nasc. : York, Inglaterra.
    | Sexo: feminino
    | Tipo Sanguíneo: -----
    | Nome dos Pais: Arthur Luiz Lutont e Camille Marie Gnosty Song// Antigos responsáveis: Satoshi Surlinne Akisagawa e Yori Rye Akisagawa
    | Profissão: Ex-aluna Night Class (Desaparecida) (vampira B-nobre Vampira A - Puro sangue.)
    | Personalidade antiga: Kagura costumava ser o que pode ser chamada de eterna criança, sempre animada age como uma criança pequena, sempre querendo brincar ou comer chocolate. Ela adora fazer amigos e sempre se importa com todos as vezes até mais que com si mesma. Ela adora coisas ditas fofas e animais, e normalmente Ge hiperativamente. É gentil e sempre deseja que tudo esteja feliz, sendo muitas vezes presa em seu mundo imagianario e ficando alheia as coisas. Por isso muitas vezes é distraída, apesar de algumas se forçar a ser só pra não ver coisas ruins. Ama seus irmãos mais que tudo e tenta cuidar deles, mesm que muitas vezes pareça um tanto dependente desses. Odeia machucar qualquer criatura viva por isso evita tomar sangue ou lutar. É bem controlada quando se trata de sangue também. No entanto, em alguns momentos quando sente coisas ruins fica um tanto quieta e pensativa e por isso, tenta não pensar em coisas ruins. Muitos dizem que ela nem parece uma vampira.
    | Personalidade pós perda de memória: Vázio. Seu mundo é afixado no vazio insignificante e branco, onde nada mais são sombras e inexistência do passado. Apenas um lugar frio, o barulho de uma criança chorando e a voz que sempre lhe manda fazer as coisas. Um ser inocente, sem memórias ou malícia, preocupado com os outros, mas ainda assim envolto pelo véu da escuridão e levado pelos próprios instintos.
    |Personalidade Kuroe(segunda personalidade): Esperta, sagaz, determinada e com gostos peculiares. Essa é Kuroe, a segunda personalidade de Kagura. Ou nem tão segunda personalidade assim. Um tanto quanto direta não gosta de se inferiorizar a ninguém, embora faça de tudo para alcançar seus objetivos, ou apenas um pouco de diversão sinistra. É escrava de Yuriev por causa de um outro ritual que o puro sangue fez, apesar de odiar o fato de ser submissa, se tornando um tanto quanto respondona de vez em quando, no entanto, sem nunca descumprir uma ordem. Principalmente quando esta lhe parece um remédio para o tédio. Não tem nada contra Yan, até gostando dele ao seu modo. Mas ainda assim tendo certos problemas em conciliar ser ordenada com o seu orgulho de puro sangue. Maliciosa, sabe brincar com as pessoas quando quer. Sendo superprotetora com quem gosta ou com quem lhe convém(O que só aconteceu uma vez na vida há muito tempo). No entanto tendo um gosto peculiar para o sadismo e pelo sofrimento alheio. Ama se sentir superior e é neutra em questão de bem e mal. Gostando de se divertir a sua maneira. Por causa de seus gostos singulares, acabou sendo selada na época que viveu, após ficar conhecida como a rainha sangrenta.


    || Aparência ||

    | Altura: 1,65
    | Peso: 45 kg.
    | Cor dos Olhos/ Cabelos: verdes azulados/ loiros
    | Descrição Básica: Uma garota pálida, muito bonita e com diversos traços infantis. Costuma se vestir de Gothic Lolita por gostar do estilo da roupa. Seu cabelo é bem claro, totalmente lido e bem cuidado.
    | Foto:
    Spoiler:


    || Disturbio/Doença ||

    | Nome: Corpo instável.
    | Causas: Ritual de magia negra a que foi submetida um pouco antes de desaparecer. No qual seu corpo foi fortalecido pelo sacrificio de diversas almas e de um demônio. E uma ancestral de sua família renasceu em seu corpo.
    | Consequencias/Sintomas: Seu corpo não está acostumado com o poder que tem. Por vezes desmaiando do nada.

    | Nome: Escravidão vitalícia.
    | Causas: Ritual de magia negra que a fez ficar subordinada a Yuriev e obrigada a não desreipeitar suas ordens, fazendo os mais diversos tipos de chacina.
    | Consequencias/Sintomas: Não pode desobedecer o diretor. Sendo obrigada a fazê-lo mesmo quando se recusa a isso. Um uso reverso de uma de suas tecnicas.


    || História ||
    História de Melissa:

    Melissa nasceu há vinte um anos atras em uma grande mansão cercada por florestas no contado de York, na Inglaterra. Sendo a única menina da família perante a dois conhecidos irmãos mais velhos e um caçula, a quem era mais ligada. Melissa tem uma origem dúbia, já que na época em que nasceu sua família já era perseguida por um grande clã de puro sangues, os Lutonts, e um perigoso clã de Hunters, os Gnotys. Inimigos épicos eles eram. No entanto, uma fuga não esperada da pequena princesinha filha do lider Hunter(que já era vampira na época) com o puro sangue, futuro herdeiro da família rival, acabou trazendo um objetivo em comum. Nenhuma das duas grandezas estava satisfeita afinal, querendo se vingar e obter seus dois importantes membros fugitivos de volta. Não se importando que as crianças aberrações morressem com isso ou não. Esse foi o inicio da história, a história da grande fuga, já estabilizada quando o casal chegou a York junto aos dois garotos mais velhos antes de tê-la. Assim pode-se dizer que uma época de paz temporária se alastrou por dois anos, época em que Ryan também nasceu. Quatro anos naquele lugar. Tempo suficiente, o som da igreja badalou. Os hunters tinham os achados e novamente a família se mudou, dessa vez para um vilarejo menor e mais distante, com moldes velhos e medievais e um castelo, onde Arthur Lutont, pai de Melissa e seus irmãos, resolveu se estabelecer.

    Neve. Frio. O lugar onde eles moravam raramente era ensolarado devido a ser na parte norte da grã bretanha. Noites longas, dias curtos. Essa era a mais clara rotina. No entanto, não existia nada a se preocupar com o tempo. Mesmo recoberta de neve, ou sobre a luz da lua, a pequena princesinha sempre foi uma criança alegre e sorridente. Sem quaisquer preocupações ulteriores, ela vivia brincando. Quando não com seus trés irmãos, com seu ursinho. Seu melhor amigo peludo desde seus dois anos de idade, quando o ganhou em seu aniversário, seu ursinho de pelúcia inseparável, Teddy.

    Melissa levava Teddy para todos os lugares, se recusando a se separar dele até durante o banho. Também vivia andando com Ryan, seu irmão mais novo, e por vezes com Charles e Jean, apesar desses dois raramente estarem disponíveis, preferindo passar o dia pela cidade ou então presos em algum aula particular. Apesar de ainda assim, continuar os considerando seus quatro melhores amigos pelos nove anos de paz que viveu naquela vila. Lá ela podia ser uma criança normal. Desde que não dissesse as outras o que era.

    Ela não entendia bem essa regra, mas a respeitava. Adorava os humanos também e os animais. Sempre arrumando alguém com quem brincar. Mesmo os meninos da rua que por vezes lhe enchiam o saco. Melissa nunca fora uma criança de chorar, não se vendo triste por quase nenhum momento. Não antes de seus doze anos, no incidente onde seus pais e seu irmão mais velho “Morreram”.

    Aulas de etiqueta, artes marciais, piano, matérias escolares... Brinquedos, a neve caindo branca e bela, as outras crianças correndo na rua... Essas eram coisas que preenchiam seu dia e que faziam a otimista menina sorrir maravilhosamente. Quase tudo lhe era perfeito com exceção de alguns incidentes envolvendo seus irmãos, como o ataque de Ryan à humana rua. Ou a vez que Charles sumiu de casa por mais de uma semana, fazendo seus pais quase se matarem de tanta preocupação. Não que tais casos a parte importassem a menina. Não. Tudo era perfeito para ela e isso alegrava a pequena menina inocente. Todo seu mundo girava em um colorido e bonito mundo. Até aquele dia.

    Era um sábado qualquer de verão. Os dias eram mais longos e como raramente o céu brilhava iluminando o céu azulado. Era um dia perfeito para brincar, e como o esperado, a pequena menina de doze anos corria na floresta com Ryan. Os dois brincavam de pique pega em uma rara oportunidade.

    Então aquele cheiro surgiu. De repente... Inesperado. O ar começou a cheirar sangue e os olhos da menina começaram a ficar avermelhados. Sangue? De onde vinha esse sangue? Pensava a menina, partindo do lugar e indo em direção a própria casa. O que? Sangue do papai? Papai está machucado? Não saia de sua cabeça enquanto sinais de preocupação inundavam sua face.

    Bum! Surpresa. Outra aparição. Um assustador homem encapuzado havia surgido em seu caminho, apontando para ela uma arma. Que só mais tarde saberia se tratar de uma blood rose. Um tiro. Um grito. Tudo confuso. O vulto de Charles havia entrado em sua frente a protegendo e ficando para lutar, enquanto Jean puxava a ela e Ryan. Até que a cena ficou mais confusa e a garota desacordou, com lágrimas inesperadas no rosto. O que havia acontecido? Cadê papai? Cadê mamãe? E Charles? O que acontecera com ele?

    Perguntas incrustadas em seu consciente, que persistiram, mesmo depois da menina acordar após cerca de oito dias em um destino um tanto indesejado. Seu irmão e seus pais haviam morrido, e agora ela estava sozinha ou quase. Sobre a tutela de dois amigos japoneses de seus pais. Os bracinhos da pequena inglesinha naquela hora envolveram o ursinho. Ela estava desesperada e em choque com a situação.

    Apesar de estar grata pela ajuda, Melissa ainda estava muito afetada. A mais afetada dos trés, começando então a se excluir da realidade e dos fatos que lhe machucavam, se tornando quase uma espécie de garota zumbi, que vivia do passado.

    Seu nome agora era Kagura. Kagura Akisagawa. Uma europeia com nome japonês, mas ainda assim com um bom disfarce, vivendo no japão. A nova menina agora, era diferente de seu eu anterior, vivendo quase todos os dias trancafiada em seu quarto propositalmente, presa as suas próprias lembranças dos tempos felizes e conversando com seus bichinhos de pelúcia. Vez ou outra, sua mãe adotiva vinha conversar consigo, mas a menina apenas dava respostas vagas e insignificantes. Quando lhe sugeriam fazer algo, do mesmo modo, ela sempre obedecia de má vontade.

    Mas o tempo é um bom remédio. E com a passagem desse, ela pareceu melhorar um pouco, aparentemente esquecendo partes do que acontecera, e agindo como se continuasse sua vida de antes, com seus pais viajando e ela passando todo o dia envolta a seus brinquedos. Para ela, o tempo não havia passado. Apesar de já ter quinze anos, sua mente ainda lhe convencia não ter passado dos onze. Assim como seu corpo, que não havia mudado nenhum pouco, talvez por seu estado de humor.

    Preocupados, seus pais adotivos então a mandaram para passar uma temporada na cross japonesa. Divertido, proveitoso. Isso foi. Lá ela conheceu vários amigos e pareceu voltar mais animada para casa, contando as novidades para o irmãozinho de quatorze anos rabugento.

    Dezesseis anos. Outro “ano de Cross”. Agora, seu pai adotivo havia conseguido uma expansão de sua empresa pra frança e pra lá todos se mudaram. Sendo mandados agora tanto Melissa quanto seus outros dois irmãos para a cross.

    Inesperado. Pode-se dizer. Mas nesse ano vieram diversas novas descobertas. Seu irmão morto não estava tão morto. Ele dividia corpo com um humano. Além disso, várias novas amizades inseparáveis vieram, assim como algumas aventuras um tanto assustadoras. Que culminaram em um ataque terrível no museu e com o encerramento do ano letivo antes da hora.

    Tristeza? Um pouco. Mas logo a menininha pode rever seus amigos. A cross canadense tinha aberto e Kagura havia migrado para lá. Sakura, Lohanne, Elwing, Huney. A pequena foi capaz de encontrar quase todos os amigos, voltando a sorrir, mesmo que o diretor lhe assustasse. Além disso, naquele ano houve ainda um outro menino... Gabriel.

    Ele era gentil e familiar. Mas Melissa não se lembrava de onde. Após vários incidentes envolvendo esse garoto, a pequena e inocente menina um dia fora o encontrar na floresta, onde tudo aconteceu. Um choque. Um desmaio. Tudo ficou preto. Havia dor ali, e algumas palavras de um idioma desconhecido. A dor continuava. Uma substancia mais forte inundava suas veias a machucando por dentro, enquanto seu próprio corpo parecia ruir aos poucos, até que aquela não fosse mais a mesma pessoa capturada há pouco. E então mais uma voz surgiu. Uma voz triste solitária que logo se uniu a Melissa.

    Trauma. Confusão. Nada fazia sentido. Tudo havia sumido. O garoto havia sumido e o diretor se aproximou. A inglesinha se encolheu. Não que adiantasse. O homem de cabelos prateados a levou do mesmo jeito. A trancafiando naquele lugar e apagando suas memorias já confusa. Isso culminara em seu desaparecimento, trés anos atras. O que havia acontecido com a frágil e gentil vampira? Não se sabe, supõe-se que esteja morta. Mas talvez seu destino seja bem pior que isso.

    História de Kuroe:
    Tempos desconhecidos, onde o próprio conceito de civilização era estranho ainda a qualquer povo e a fragilidade da raça humana era evidente. Diversos animais. Diversas criaturas naturais estavam entre ameaça e alimento para os seres de corpo mais frágil da face da terra. Criaturas com incrível cérebro e conhecimento sem igual capaz de efetuar mudanças absurdas. Como suas aldeias organizadas em frateas(famílias), organização política e até o próprio poder sobre os meios de produção e o arado. Sim. Apesar de criaturas pequenas e insignificantes eles tinham armas para impedir-se de morrer. Tinham crenças em divindades benignas e malignas que controlavam a natureza e até uma cultura rica e cheia de especifidades.

    Os animais eram fortes, claro, e muito cultuados. Mas esse não era o maior temor dos seres antes nômades. Não. Haviam outras. Criaturas advindas da tradição e das lendas, onde estavam baseadas suas crenças e mitos. E talvez a mais perigosa delas fosse uma criatura nômade e conhecida. Os “chupa cabras”. Humanos que se tornavam monstros de repente e que acabavam com pequenas aldeias em menos de uma noite. Dentes pontudos. Corpo humano. Superforça e velocidade quase divinas. Difíceis de matar. Os comissários do deus do caos na terra. Que diversos sacerdotes amaldiçoados(os hunters iniciais que eram considerados amaldiçoados por terem comido carne maldita de um desses semideuses) se esforçavam para deter. As vezes, até mesmo pelo custo da própria, curta e insignificante vida.

    Talvez os mais perigosos de tais monstros bebedores do suco da vida fossem aqueles denominados sangue puro. Os herdeiros diretos da linhagem de Caim e carregadores da marca da maldição que lhes foi dada por deus. Criaturas terríveis, sem direito ao céu, condenadas a uma eternidade de sofrimento no limbo que era a terra. Com certeza os mais fortes dos pálidos, no entanto, os com também maior fardo a carregar. Condenar suas vítimas ao mesmo destino, ou algo pior... A se tornarem monstros inconscientes que perseguiam febrilmente sangue de forma descontrolada, perdendo qualquer humanidade que lhes pudesse restar.

    Nesse cenário um tanto quanto controverso, vivia uma pequena garota. Ninguém sabia de onde vinha ou quando surgira. Os pobres humanos apenas conheciam lendas sobre sua existência. Pele pálida e fria. Beleza sem igual com olhos marcados por um belo vermelho intenso, quase hipnotizante, e cabelos tão negros quanto a noite e caídos de forma ondulada sobre seus ombros. Sua origem? Seu destino? Ninguém conhecia. Apenas a chamavam de anjo da morte. Um destaque entre os pálidos. Uma que procurava sempre os agouros da guerra humana, interferindo sem qualquer precaução. Sem nenhuma proteção, sem qualquer companheiro, sem qualquer arma. Ela perseguia os melhores guerreiros, os levando com ela a morte certa, já que nunca mais esses eram vistos. A não ser por uma cabeça cortada na entrada da vila nos dias seguintes. Os guerreiros atacados eram causas perdida.

    Nenhum outro vampiro. Nenhum companheiro. Ela parecia gostar do calor da batalha. Do próprio sangue derramado e do medo. Dos olhos desesperados dos humanos que perseguia, como uma espécie de passatempo enquanto visitava as primeiras cidades. Olhos de fogo. Mensageira do inferno. Havia vários nomes, nenhum que lhe coubesse. Inclusive entre os vampiros, que também se tornavam suas vítimas, assim como os mais altos sacerdotes das tribos humanas.

    Sadismo, morte. Os delineadores do caminho de sua vida. Vários deles caíram Puro sangues também. Mas seu sangue não satisfazia. Assim como poderes roubados pareciam não lhe agradar. A verdade é que o tédio sempre se abatia ao final sobre sí. Todos fracos. Ninguém forte o suficiente. Apenas sangue para conter sua sede, embora a própria ideia de diversão nunca conseguisse ser completa com perfeccionismo. E por isso mesmo a destruição continuava.

    Aldeias. Vilas. Cidades. Nações. Até as grandes polis gregas e o enorme império romano pareciam insignificantes em sua ascensão e decadência. Na verdade, até pareciam um tanto chato. Onde estavam os outros ancestrais agora? Não havia nada de interessante mais a fazer.

    Os anos se passavam lentos e chatos. Por eles encontrara alguns parceiros de jornada. Mas nenhum interessante. Fora nessa época que decidira invadir uma tribo viking. Ouvira falar sobre um sacerdote poderoso que lá morava, achando que seria interessante ver do que era capas. A entrada na cidade barbara fora fácil. No entanto, uma armadilha a esperava, e um forte selamento acabara lhe prendendo em seu tridente. Prendendo sua alma e seu sangue, enquanto seu corpo virava cinzas. Condenada a uma eternidade de silencio e reclusão. Essa era sua realidade. Até a acharem e tentá-la fazer voltar a sua vida tediosa.


    || Segredo ||

    Spoiler:

    Kuroe, vampira ancestral que se fundiu com seu corpo em um ritual e agora está no controle desse. Seu corpo também foi modificado durante esse, se tornando totalmente puro sangue, embora a menina por motivos desconhecidos não detenha a habilidade de transformar ninguém. A única herança de seu ex-eu nobre.



    || Atributos:||

    (Puro sangue + épico[vampiro ancestral]=75)
    ||Físicos ||
    | Força: 10
    | Destreza:10
    | Vigor:10

    || Sociais ||
    | Carisma:9
    | Manipulação: 9

    || Mentais ||
    | Inteligência:9
    | Percepção:9
    | Raciocínio:9

    || Força de Vontade: 19


    | Pontos de Sangue: 15
    | Pontos de Vida: 40
    | Stamina:60

    || Vantagens:
    | VOZ ENCANTADORA(QUALIDADE: 5 PONTOS)
    |CONHECIMENTOS EXTRAS (QUALIDADE: 3 PONTOS)
    |AMBIDESTRO (QUALIDADE: l PONTO)

    || Desvantagens:
    | Vício- Altas concentrações de glicose, pessoas fortes e medo. (DEFEITO:3 PONTOS )
    | FAMILIA INDIGNA (DEFEITO: 3 PONTOS)
    | SEGREDO SOMBRIO (DEFEITO: 4 PONTOS)

    || Perícias:
    |Armas Brancas(tridente)
    | Empatia (CAR).
    |Tae Kwon Do
    |FURTIVIDADE (AGI)
    | CAMUFLAGEM (PER)
    |Acrobacia (AGI)
    |Arremesso (DEZT)
    |Salto (AGI)
    |ESQUIVA (AGI)
    |Dança (AGI)


    || Poderes ||


    (Depois do ritual Melissa perdeu suas habilidades, ganhando um novo elemento e as habilidades de Kuroe, a vampira ancestral).
    | Elemento: Espirito.
    | Golpe:(Os seis caminhos da existência)
    Técnica Nível Básico: Primeiro caminho

    O Reino das Feras (畜生 道, Chikushōdō), representado pelo numeral Kanji "一" (um),concede a Melissa o poder de convocar e controlar animais, tais como cobras venenosas ou cães selvagens. O controle é feito através de ondas cerebrais e ilusões na mente dos animais. Que começam a enxergar o inimigo de Melissa como o próprio inimigo. É bem simples e atinge animais em no máximo cem metros de distancia. É uma técnica simples que apenas meche com os instintos e percepção desses animais temporariamente, os fazendo atacar. A menina não os controla, apenas cria ilusões que confundem seus sentidos e os induz a atacar quem ela deseja atacar. Os olhos de Melissa adquirem tonalidade vermelha e exibem a marca do primeiro reino, o reino das feras.

    Técnica Nível Intermediário:Segundo caminho

    O reino dos seres humanos (人间 道, Ningendō), representado pelo numeral kanji "二" (dois) , concede Melissa o um aumento temporário de capacidade de combate. Os atributos físicos aumentam em dois pontos cada por cerca de trés turnos. O problema é que após utilizada essa técnica, suas habilidades físicas se reduzem pela metade por cerca de vinte quatro horas. E seus pontos de vida e pontos de sangue restantes a ela também são reduzidos pela metade ao fim da técnica. Essa habilidade é uma espécie de faca de dois gumes, que concentra boa parte de sua energia temporariamente para alguns poucos golpes.


    Técnica Nível avançado I: Terceiro caminho.

    O Domínio dos ceus (天道 Tendo,) também conhecido como o caminho de Deva, é representado pelo numeral kanji "三" (três) . Esta técnica concede o poder de possuir e controlar os outros. Sendo que a pessoa a ser controlada deve ser pelo menos uma vez durante a batalha, ferida com seu “Tridente de possessão” as pessoas possuídas não terão consciência própria durante esse tempo. Agindo seu corpo como um zumbi por cerca de cinco minutos, sobre o controle de melissa.


    Técnica Nível avançado II: Quarto caminho.

    O reino do Inferno (地狱 道, Jigokudō) Também conhecida como o Caminho naraka é representada pelo numeral kanji "四" (quatro). Esse caminho concede o poder de criar ilusões reais, com manifestação no mundo físico. Nesse caso, essas ilusões ditas reais, poderiam afetar o alvo a tal ponto de enganar os sentidos e o cérebro, fazendo-o achar que aquilo está mesmo acontecendo devido a percepção de sensações, etc. Por exemplo, se a pessoa comer um bolo na ilusão, ela realmente vai achar que comeu um bolo de verdade, etc, mesmo que não tenha ingerido nada. Enganando até a própria sensação de fome. A vantagem dessa técnica é que o que ocorre na ilusão realmente acontece para o usuário. Seu cérebro não consegue reagir, levando o alvo a sofrer os mesmos danos que sofreu na ilusão. Não porque foi atingido por alguma coisa, mas porque seu cérebro enganado o faz deferir danos a si mesmo, isso quando a pessoa ainda consegue resistir ao trauma deferido no próprio inconsciente. A ilusão atinge pessoas que estão em qualquer ponto do campo de visão da menina, embora seus efeitos físicos/reais só se estendam para no máximo trés pessoas. Sendo apenas uma ilusão comum às outras. Durante essa técnica, os olhos de Melissa adquirem tonalidade vermelha e exibem a marca do quarto reino, o reino do inferno.


    Técnica Nível avançado III:Quinto caminho.

    O reino dos fantasmas famintos (饿鬼 道, Gakidō), também conhecido como o Caminho do trapaceiro é e representado pelo numeral Kanji "五"(cinco). Com esse kagura pode se utilizar temporariamente da habilidade dos outros, desde que tenha essa pessoa sobre seu poder. Isso implica ela usar a técnica, e não a pessoa que está possuída. Essa técnica tem certas condições para uso, e é bem restrita. As condições são: ter usado o terceiro caminho antes(possessão, controle) sobre essa pessoa. E tomar cuidado com as técnicas-habilidades que usar. Já que essas saem com capacidade, área atingida, efeito, danos reduzidos a apenas metade do que teria se fosse utilizada pelo verdadeiro dono da técnica. Além disso, os custos para se utilizar a técnicas são dobrados. Os olhos de Melissa adquirem tonalidade vermelha e exibem a marca do quinto reino, o reino dos fantasmas famintos.
    Obs: só pode ser feita após a utilização do terceiro caminho.


    Técnica Nível avançado IV: Sexto caminho

    O reino dos demônios (修罗 道, Ashuradō), representado pelo numeral kanji "六" (seis). Permite a Melissa desgrudar seu próprio eu(sua mente, com parte de seu espirito) de seu corpo temporariamente, se permitindo entrar dentro do corpo de um ser possuído por seu terceiro caminho. Quando essa técnica é usada, a margem de tempo do domínio dos céus desaparece, podendo fica ela no corpo hospedeiro por cerca de um dia, até ser puxada novamente ao próprio corpo. Ficando o antigo hospedeiro livre de seu controle. O maior problema dessa técnica é que seu corpo verdeiro desmaia e fica vulnerável a qualquer ataque. Sendo por isso necessário a manutenção de um lugar seguro para esse. Nenhum dano de natureza físico que atinja seu hospedeiro irá atingir seu próprio corpo. Embora nesse estado ela ainda esteja sujeita a ataques mentais e a dor como se o corpo fosse realmente seu.
    Obs: só pode ser feita após a utilização do terceiro caminho.


    || Equipamentos e Pertences ||

    Nome: Tridente de possessão.
    Gênero: Tridente.
    Imagem:
    Descrição: Um tridente aparentemente comum de cor meio rosada e leve por ser feito de uma liga de aço bem leve. Seu cabo tem cerca de 1,40m e seus dentes cada qual, tem 30 centímetros, sendo muito afiados na ponta para fazer um dano maior. Totalizando um altura de 1,70m e peso bem leve, que o faz ser bem fácil de movimentar durante batalhas.
    Tipo de dano/efeito:
    -Perfuração(efeito normal): Suas três pontas são bem afiadas, causando perfurações e cortes.
    -Possessão(efeito mágico+tecnica da menina): É usado para marcar as pessoas que serão possuídas pela menina. Ao ser ferida pela arma da menina, a pessoa fica sucessível a ser possuída por sua terceira técnica.
    Item: ()Manufaturado | ()Unico | (X)Sob Encomenda

    || Recursos: 500 dólares canadenses.

avatar
The Storyteller

Mensagens : 706
Data de inscrição : 16/03/2012

Ver perfil do usuário http://vampireknighttale.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum