One-Shot ~My sin is love you~Romance +17

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One-Shot ~My sin is love you~Romance +17

Mensagem por Arisu em Seg Mar 19, 2012 11:06 am

É, eu sou péssima em classificar minhas fics ¬¬

Helena, Yan Yurev, Alice da Titia Loloh, a quem devo essa fic há um boooooooom tempo xD

A fic se passa em um final alternativo do enredo do RPG, com Yan derrotado e Helena livre de tudo o que houve. José decidira por si caçar Daniel Dimedenko, em vingança a todo mal que ele fizera a sua amada, que aguarda pacientemente seu retorno, como prometido.


My sin is love you
(Meu pecado é te amar)

Uma torrencial tempestade de neve e o fim de uma caçada de 2 anos. Os tempos sombrios daquele demônio que antes deveria caçar se encerrara. A pessoas como ele, restara terminar de limpar a sujeira.
Mas essa presa em especial tinha um sabor divino para o jovem, que perseguira incessantemente o irmão da amada. Aquele homem era um empecilho pessoal para ele, estava na lista e ainda buscava justiça ao que ele tinha feito. Três coelhos numa lançada só.
A presa por fim parecia se render ao tempo que não passava, ou tinha sido sorte. E o caçador tinha muito que agradecer por não ser um humano qualquer ou estaria morto naquela tempestade na Sibéria.
Sabia que a presa estava longe, apenas na espreita, mas não sabia exatamente onde, segurava Gaé Bolg com força, apenas esperando o momento de fazer seu bebê rastrear o demônio que aquele homem representava na sua vida e na vida de sua amada.
-Daniel... – ele murmurou, o tom da voz pesada numa raiva contida por anos. –Saia e me enfrente, seu desgraçado!
Paciência não era uma virtude de José, mas se ele quisesse por um fim em Daniel Dimedenko, ele teria que desenvolvê-la rapidamente. Era um ato louco do caçador enfrentar aquele sangue-puro sozinho, mas era o desejo que tinha de vingar sua amada e bela Helena. O humano fechara os olhos, respirando o cortante ar frio, como se concentrasse ou... só para controlar a raiva e a ansiedade em liquidar o vampiro sangue-puro.
E como se o tempo parasse num segundo, sem som, sem cheiro, sem tato, Daniel surgira em meio a imensidão branca, crendo piamente que derrotara o jovem líder do poderoso clã Pierdut Lumina, destruindo a calma e paciência. Mas mal os pés saíram do solo e viu a lança se derreter em borracha e ganhar vida, como uma serpente esperta e mortífera. Teria aquele mísero humano o rastreado e usado os segundos de respiração para liberar sua terrível técnica?
Daniel não titubeou, saltou, buscando desviar das investidas da lâmina, enquanto José fazia apenas poucos movimentos para ajudar sua lança devorar o coração do demônio. A expressão séria, os traços da vida adulta finalmente definidos no rosto, a barba rala e mal-feita de um homem obstinado, que descuidara de si próprio em prol do sentimento de vingança. José não era definitivamente o jovem e descuidado líder dos Pierdut Lumina, não era mais um adolescente insanamente bobo. Estava homem, estava pronto para enfrentar o mundo e ter Helena em seus braços, dar todo o amor e proteção que ela merecia. E isso desconcertou Daniel, num rápido flash de raiva.
O severo segundo, que impediu-o de se desviar da lâmina esfomeada da lança Gaé Bolg. Ele atingiu em cheio o coração do vampiro, que antes de virar poeira e cristais, teve o corpo atingido por mais golpes da lança, desta vez em forma normal. Era os últimos segundos de raiva, raiva que era descontada.
José só parou quando Daniel não tinha forma nenhuma mais, sendo levado pelo ar frio. Ele respirou pesadamente, vendo seu grosso casaco empapado com o sangue do Dimedenko. Ele recolheu Gaé Bolg na forma de disfarce, o guarda-chuva negro, e seguiu seu caminho até a cidade que estava hospedado, como se nada tivesse acontecido.

6 meses depois

Começo do verão no hemisfério norte. E com isso, faltaria pouco para a saudade completar 3 anos. 3 anos sem notícias, sem saber do que foi feito com aquele caçador idiota que cumprira com a promessa de devolvê-la ao corpo original.
Mas ainda faltava a promessa de que voltaria...
Estava sentada no jardim da casa de campo, tomando o chá, ou apenas assistindo o vapor da fervura sair da caneca. Perdia a vontade de tomar ou comer quando pensava no assunto. Ela só sabia que a Associação tinha dado ordens para que perseguissem e matassem vampiros de alto escalão envolvidos na trama de Yurev, entre eles, seu irmão mais velho. Não era preciso Helena pensar muito para saber quem José escolhera perseguir, mas também não era necessário dedicar pensamentos lógicos para o poder de Daniel. Temia que José estivesse definitivamente morto, mas... aquela ponta de esperança, queimando ainda o combustível do amor, a fazia esperar.
Eram longos dias esperando por uma frase idiota, um toque indecente. Ela só podia criar as próprias ilusões para sobreviver a espera. Já até cogitava esperar séculos para reencontrar aquele tolo bobão.
Imersa naquele pensamento, ela levou um susto, quase derrubando o chá no vestido branco e delicado quando o mordomo da casa apareceu, num sorriso amável.
-Senhorita Dimedenko... Temos visita.
-Recuso. Pode dizer que não me encontro. Não desejo receber ninguém. – disse em tom de desdém.
Então ouviu burburinhos, parecia que as empregadas brigavam entre si, então Helena apurou a audição e percebeu que elas discutiam aturdidas com “alguém”. Algo como “o senhor não pode entrar”, “a senhorita não está”.
A pessoa com elas discutiam não se pronunciavam, mas um perfume invadiu suas narinas a fazendo amolecer. Seria outra ilusão criada pela saudade?
Mas não, era real. Apesar de um pouco diferente da última vez, os cabelos castanhos ganhando espaço pelos ombros largos, como de alguém que esquecera que cabelos crescem, ao menos, a barba estava feita, evidenciando as cicatrizes de anos como caçador, os traços estavam enfim definidos.
Estava com um casaco leve, de um branco envelhecido, calça jeans surrada e um sapatênis marrom. Nas mãos, duas maletas e no pulso de uma, o cabo do velho e conhecido guarda-chuva.
Estava completamente um homem, estava terrivelmente mais bonito agora adulto. Estava tão encantada em como aquele humano podia ser mais belo que muitos dos seus que só se moveu quando ouviu a voz dele, também definida no tom grosso, sonoro e quente:
-Helena...
A vampira se levantou, trombando de leve na mesinha, mas logo disfarçando e dispensando os empregados. Tomava a postura arrogante, não queria se mostrar frágil e delicada, ainda que soubesse que sua máscara não durava muito tempo na frente daquele homem. José não teve cerimônias, jogando tudo no chão, até a preciosa Gaé Bolg. Para ele, aquela lança já tinha cumprido sua missão para com o clã, aquela mulher era o bem mais precioso que tinha.
Ele a abraçou com força, mesmo sobre os protestos de Helena, tentando se fazer de forte, indagando com sacarmos e ironias sobre sua demora, desprezando-o, enquanto se regojizava em finalmente tocar, abraçar, aspirar o cheiro do corpo real de Helena. Sabia que era um amor suicida, louco, insano, desprovido de todo e qualquer discernimento, que seria sempre taxado de masoquista, mas amava-a com toda sua alma, com todo seu corpo. Se ela o conduziria para a eternidade ou não, ele não sabia, não era preciso: voltaria do inferno quantas vezes fosse preciso só para tê-la de novo nos braços.
Os protestos acabaram, vendo que ele não a soltaria e nem emitia som algum senão a respiração e o coração acelerado.
-Eu voltei, Helena... Como te prometi... Para te tomar para mim.
Aquela voz de homem, o arrepio que percorrera o corpo todo. Esperava sentir isso desde que José, em meio a confusão na Academia encontrara o corpo dela, pronto para a macabra cerimônia que traria a amada de Yurev como Helena... Enquanto todos se concentravam em deter e, tal qual ocorrera, exterminar Yan Yurev, José abandonara a missão de família. Soube quase que tardiamente a inutilidade da poderosa Gaé Bolg num ser que não tinha coração.
Ele escolhera ela a seu clã ali.
O corpo de Alice já estava fragilizado demais para suportar Helena e a quase desaparecida alma da ex-humana, o gelo que preservara o corpo original da sangue-puro já inexistente. E por sorte, José acertara o ritual, devolvendo Helena ao seu corpo de direito.
Quando despertara, via o rapaz apreensivo, com Gaé Bolg em mãos, protegendo o cômodo. Ouvia os barulhos ao longe e ao lado dela, no chão, Alice, desacordada, a pele parecendo rachar e apodrecer. Antes que pudesse falar algo, José já estava com uma das pistolas em mãos, apontando para a garota, e Helena sabia bem o que seria ali. Era o fim da pobre humana, a pontada de dor no peito de José a atingira também.
Era apenas o que ele poderia fazer, a piedade para com aquela vítima.
Depois disso, ele a ajudara fugir e dali nunca mais se viram.
-Caçador... idiota... – sussurrou, enquanto olhava naqueles olhos castanhos como chocolate.
-Vampirinha esnobe... –ele ergueu o rosto dela pelo queixo, tocando os lábios dela, esperando que ela retribuísse o beijo apaixonado.
Ela se entregava aquele movimento, as mãos deslizando pelas costas e pela nuca, sentindo o calor dos braços dele queimarem suas costas e cintura, de forma delicada, como um gato. Quantos anos ele tinha agora? 21, não? Ela já estava em seu corpo real, o que tinham a esperar? Não poderia ser condenada por abusar de um menor, certo?
Sabia que nem ela e nem ele iriam suportar esperar cerimônias, eram quase 4 anos de espera por aquele momento. Ela se separou dele, e olhou para onde o rapaz tinha largado as malas, e não estavam lá. Seus empregados eram eficientes, uma ordem em suas mentes: para o quarto dela, que agora seria, o deles.
-Deixou o cabelo crescer por que?
-Nem sempre dá tempo de cortar cabelo quando se está ansioso em ver quem ama. – José sorriu sedutoramente, seguindo Helena, que mostrava a casa. As mãos dadas, e nas paradas dos cômodos grandes, claros e expansivos, ele beijava as mãos dela e encarava-a. Estava tão feliz pelo fim de todas as amarguras e estar com ela.
-E seu clã?
Ele sorriu, meio irônico.
-Perdi contato. Acho que vão ter um surto daqui uns anos ao saber que o próximo líder será um vampiro. – ele pretendia buscar seu clã somente anos depois. De nada adiantaria tentar fazer eles engolirem, após a confusão com sangues-puros, o líder do clã mais poderoso ao lado de uma vampira. – Então, futura senhora Lugano...? Pronta pra adentrar a um clã lendário?
-Futura senhora Lugano? Você nem fez o pedido direito!
José se ajoelhou, segurando as mãos dela:
-Perdão não ter nenhuma aliança, mas... Quando vamos casar, senhorita Dimedenko? – ele disse em tom de gozação, o pedido indireto e maroto. Ainda mantinha o ar bobalhão. Helena não pôde se conter, soltando um breve riso, que foi interrompido pelos lábios de José.
Já estavam próximos do quarto mesmo, para que esperar? Bastou entrar e trancar a porta, os beijos ardentes, as costas de Helena tocarem a fresca madeira da porta. Se sentia tão frágil e audaz ao mesmo tempo. José tentava controlar-se, tinha medo de feri-la. Apesar de toda a pompa que esboçava na adolescência, a verdade era que não sabia como agir. Ia se guiando pelos próprios instintos, os beijos desviando pro pescoço, as mãos buscando os botões e lacinhos nas costas do vestido da amada.
-Eu te amo, Helena...
Um murmúrio, a voz quente e envolvente. Outro beijo, desesperado, cheio de fome e desejo. Mãos quentes queimando a pele das costas pálidas de Helena, a sede castigando a garganta. E medo.
O desejo do sangue, o medo de não se controlar, o medo dele não aceitar ser transformado. O que fazer?
-Eu também te amo... Yossê...
-Me deixe tomar você para mim... – ele sussurrou ao pé do ouvido, fazendo Helena se apressar, inconscientemente, para tirar o casaco do caçador.
José pressionava seu corpo contra o dele, até sentir ela fazer força e fazê-lo andar até a cama, esperando que ele se sentasse, ficando sobre as pernas do rapaz. Ele sorriu, apreciando o momento ousado. Nunca puderam fazer nada alem de tudo aquilo, mas agora... As mãos ávidas, desnudaram os ombros da garota, e os lábios dele tocaram o colo, percorrendo um caminho lento e prazeroso até o pescoço. As mãos de Helena, entrelaçando a cabeleira chocolate daquele homem que aguardara tantos anos para poder se entregar. Ela sentia as mãos dele percorrem as nádegas, as coxas, a barriga dela.
Se perguntava como ele, mesmo ardendo na insanidade do desejo era capaz de ser carinhoso, mesmo o monstro do prazer o incitando, conseguia ser tão apaixonado! Um suspiro escapou dos lábios da russa.
Ouvir aquilo o deixara ainda mais animado, possível de ser sentido. Ajudou-a a tirar a camisa que vestia. O corpo definido, as cicatrizes de luta, será que ele tinha noção de como aquilo a enlouquecia? As unhas delas marcando aquele peitoral, os quadradinhos da barriga, ele era propriedade dela! E só dela!
Um dos arranhões verteu sangue, ascendendo os olhos da vampira num vermelho vibrante, o cheiro tão apetitoso, ela não pode resistir, lambeu o ferimento, sorvendo do líquido vital, enquanto aproveitava para percorrer o tronco com beijos, ouvindo o baixo gemido dele entre os dentes. Mas antes que a atirasse contra o colchão, José tirou o vestido dela, deixando-a nua da parte de cima. Um vestido que não necessita sutiã? Ela estava prevendo que ele vinha, era?
As sobrancelhas arqueando do jeito que só ela fazia o fizera sorrir e pedir perdão pela brincadeira em sua cabeça.
Os lábios dela... Por que tinham de ser tão atrativos? A beijava, sentindo agora as presas salientes, enquanto descobria se os seios dela eram tão macios quanto imaginava, acariciando-os, sentindo ela ofegar. Não imaginava que dava tanto prazer fazer quem amava sentir prazer. Desprendeu a atenção dos lábios dela, decidindo provar o sabor da pele dela por si, descendo os beijos pelo pescoço até ao busto, sugando um dos seios lentamente e de forma carinhosa.
Entre carícias, quando puderam perceber, já não tinham mais nenhuma peça. Então ambos coraram, como se acordassem de um sonho. Helena cruzara a perna, tentando ocultar sua intimidade e com os braços, os seios desnudos, enquanto José olhava de lado. Era um marmajão, mas ainda mantinha o mesmo ar de idiota da adolescência.
-Eu admito, não sei bem o que fazer agora... – ele disse, a voz meio cortada pela timidez.
-Eu posso acabar transformando você... sem querer... Não quero te machucar...
-Acho que quem vai acabar machucando alguém... sou eu... – ele conseguiu enfim olhar ela nos olhos, se aproximando, tocando no rosto dela. – Eu sou seu, Helena... Se me transformar... apenas me dará chance de viver muitos anos com você...
O cheiro dela, o calor... Como se aquele momento não tivesse acontecido, o momento de timidez e fraqueza, ele tomou os lábios dela num beijo desejoso, urgente, enquanto as grandes mãos percorriam o delicado corpo dela, até a intimidade da mesma, conhecendo-a com seus dedos, podendo sentir a pureza da mesma.
José não queria que ela sentisse dor pela inexperiência dele. O corpo real dela era imaculado. Queria que ela se sentisse o mais confortável possível, ele já estava pronto para conhecê-la, estar dentro dela. Beijava o pescoço dela, a ouvindo gemer, timidamente. Ah, ouvi-la daquela forma, se entregando a ele... Nada melhor do que terminar seus dias como humano fazendo a mulher amada sentir-se tão bem!
-Por favor... – sussurro fraco, numa voz carregada em desejo.
Era o fósforo que precisava para explodir, segurando as mãos dela contra a cama, começando a penetrá-la, a conhecer, gemendo ao pé do ouvido de Helena. A doce sensação de sentir envolvê-lo. Era difícil controlar-se, e não começar o ato, tentando ir com o máximo de calma, para o corpo dela não o rejeitá-lo. Quando estava todo ali, parou, encarando-a, a respiração dos dois amantes pesada e desejosa.
Não era preciso palavras, apenas o olhar, os instintos não permitiam José parado, impelindo-o a se mover gentilmente dentro de Helena, enquanto o garoto a enchia de beijos: pescoço, lábios, bochecha. Ele soltara as mãos da vampira, ela o envolvendo pelas costas, sua garganta soltando gemidos, demonstrando com todo o seu ser o quanto aquilo estava fazendo bem.
Era fácil deslizar, irresistível continuar tão vagaroso, os quadris pedindo mais velocidade. E era difícil conter a sede.
Sentia que estava próxima ao ápice, e ele também, o abraço tornou-se forte, ela o sentia ainda mais dentro de si, os gemidos dele e os seus próprios... A língua percorreu o pescoço dele, descrevendo a direção da jugular, a boca salivando com o veneno. Os desejos de um humano estavam concretizados, era a hora de passar para a eternidade.
As presas fincaram na pele, preenchendo a boca de Helena com o melhor dos néctares. O sangue do amado, que ela sorvia com vontade, quase no mesmo instante que José chegara ao máximo, preenchendo-a. As sensações do prazer misturaram-se a queimação do veneno. A vampira sugara bastante sangue, o suficiente para tontear o seu amor. Ele sorrira, mesmo começando a sentir os efeitos do veneno de sua amada. Eram uno, seriam iguais em tudo agora.
Helena lambera o ferimento, para cicatrizá-lo, lambendo os próprios lábios para sorver cada gota ainda ali, encarando José e o vendo sorrir. Levou pulso a boca, fincando sua presa, se ferindo. Essa era algo do ritual que José odiaria ter de ver e fazer, como poderia permitir que ela se machucasse?!
Ele bebeu do sangue dela, se sentido aborrecido por ainda não ser capaz de sentir um sabor senão o de ferro. Ela riu.
-Logo vai poder sentir...
Quando terminou de beber, o caçador saíra de dentro dela, beijando-a intensamente, sentindo o gosto do seu sangue e do dela misturado, ainda sem ser capaz de distinguir. Ele nasceu pra ela, tinha certeza disso. Ela era a dona dele.
A puxou para si, aninhando-a e seu peito, suspirando fundo e sentindo o aroma de Helena. Ele também era o dono dela, Helena era dele agora e de mais ninguém. Ouviu-a murmurar algo baixinho.
-Senti o cheiro de Daniel numa de suas malas...
Ele a beijou na testa.
-Se não fosse eu, outro o faria. Eu o escolhi, eu tinha que vingar o que ele fez a você... Me perdoa?
Não precisava de palavras, o olhar dela respondia a pergunta.
-Eu aceito... Uma vampira sangue-puro casada com um chileno apaixonado por futebol e guitarra.
José riu, não precisava mais nada. Sua vida humana fora plena e iniciava o caminho para o mundo das trevas envolto no manto do amor e da felicidade. Estava com sua Helena, a mulher mais linda do mundo... E seu maior pecado...
Adormeceram, aguardando o novo amanhecer, os novos desafios... Com muito amor.

~Fim~
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Arisu

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