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Mensagem por The Storyteller em Dom Abr 22, 2012 1:58 pm




    Investigação sobre o clã Kalladori:

    Enredo:
    - Os participantes do ataque estãos endo investigados pela associação de caçadores, mas é claro que os vampiros também devem agir! O conselho está convocando alguns dos alunos da instituição mais importante para a espécie para obter informações dentro e fora da Academia Cross.

    Recompensa:
    - 5 Bolsas de sangue humano
    - Ajuda de custa de 1000 (mil) dólares canadense.
    - Rank de Ajudante do Conselho.
    - 10 pontos para serem gastos conforme a tabela.

    Duração:
    - Máximo dois meses.

    Regras para postagem:
    - Posts de no mínimo dez linhas contendo estética adequada e ortografia correta. Posts contendo um número menor de linahs será deletado sem prévio aviso.
    - Apenas um post antes do post de narração. Utilize o máximo possível de inteligência ao fazer seus posts para fazer as perguntas corretas as testemunhas.
    - Prazo máximo para efetuar a postagem de uma semana, caso precise se ausentar por mais tempo deixe um recado no tópico de ausências.

    Vagas:
    Cinco vagas para Vampiros nobres, leveis C e D. Os demais alunos não poderão participar.
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por The Storyteller em Ter Maio 01, 2012 5:24 pm

    O poder estava sendo ameaçado e o conselho já havia sido dissolvido na Ásia. Isso não poderia ocorrer no continente americano e portanto os vampiros membros do alto escalão decidiram mover seus pauzinhos.
    Angelique enviou uma correspondência à associação e alguns alunos foram escolhidos pelo diretor, sendo chamados à diretoria para receberem a notícia sobre o pedido do conselho.
    Teriam que ser discretos afinal, nunca se sabe quais olhos e ouvidos estariam atentos sobre eles enquanto estivessem fazendo a investigação.
    a primeira parte da investigação seria feito dentro das paredes do próprio conselho com o material que Angelique havia recebido recentemente da associação dos caçadores, sobre as atividades do referido clã na Romênia.

    Notas da missão:
    *Descrevam sua reação ao saberem que foram escolhidos.
    *Vocês estão agora na biblioteca do Conselho vampírico de Whitler analisando o material que lhes foi dado. Angelique se retirou do local e agora vocês estão todos em volta de uma mesa com livros e relatos da Associação dos caçadores sobre tais itens.
    *Vocês estão lendo calmamente e até conversando entre si quando de repente os pais sobre a mesa passam a pegar fogo. Descrevam suas ações referente a esse incidente.
    * Os posts devem ter no mínimo dez linhas e estética adequada. O prazo apra postagem é de uma semana e apenas um post por turno antes do post de narração (final 08/05).
    *Caso alguém queira apagar ou dominar o fogo a dificuldade é 7, se for tentar qualquer aão não diga apenas "tenta apagar o fogo". Descreva como você usou seus poderes para apagar ou dominar o fogo ou a narração subentendera que você se tacou e rolou sobre o fogo para apagá-lo, ou qualquer outra coisa absurda!

    Participantes da missão:
    Aimée Dolohov - Vampiro Nobre
    Raphael Grifftis - Mestiço level C
    Charlotte Gault Fremond - Vampiro Nobre
    Donovan Fetcher - Humano com Dom
    Kenner Clapton - Puro Sangue


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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Convidad em Ter Maio 01, 2012 6:26 pm

Raphael sentiu os olhos pesarem, já estava cansado de ler a papelada disposta pela Associação de Caçadores, sem conseguir formar conexões entre as informações dentro de sua mente. Ele ergueu a mão e tocou para o outro lado da mesa o material que lia, caindo de verso, enquanto o ar frio escapava de seus lábios através de um longo suspiro.

- Que saco!- Raphael Grifftis cruzou os braços sobre o peito e encarou a mesa recheada de papéis com repulsa, cansado de ler e reler aquele amontoado de informações. O diretor fora muito infeliz ao colocá-lo ali, deveria ter feito de propósito.

O cheiro forte de livros, vários deles, entorpeciam as narinas de Raphael, cercado por inúmeras estantes recheadas de livros de todos os tipos e cores, tornando-o o ambiente mórbido e chato. Raphael até gostava de ler, manter-se atualizando dentro do mundo vampirico, porém permanecer por horas ali já estava se tornando torturante. O lado bom de tudo aquilo era que, qualquer informação extra seria muito bem vindo, ainda mais para um mestiço que trilhava o caminho da vingança e da glória.

Angelique havia saído, deixando-os sozinhos. Raphael aproveitou a saída da mulher para relaxar, as mãos passeando pelos cabelos prateados, deslizando pela nunca, logo a mão massageava um dos ombros tencionados por estar sentado por tanto tempo. Porém os olhos azuis ainda estavam vidrados nos livros e nos outros papéis, processando todas as informações.

O mestiçou permaneceu estático, pegando o livro que estava aberto sobre a mesa, relendo as informações contidas nele. O mais estranho era que aquele simples amontoado de papel estava quente, como se as folhas estivessem pulsando sobre os dedos pálidos de Raphael. Como se um calor latente possuísse conta da biblioteca, todos os papéis tornaram-se vermelhos, incandescentes, transformando-se em um campo de fogo.

- Porra?! – ele sentiu as pontas dos dedos queimarem, soltando o livro em chamas no chão.
Ele ergueu-se da cadeira e varreu toda a biblioteca com o olhar, como se estivesse perseguindo o culpado. – Alguém aqui provocou isso? – ele bateu com o punho contra uma estante, quase derrubando todos os livros nela.

– Angelique! – ele vociferou chamando a mulher que havia entregado o material da Associação. Ele chutou a cadeira que estava sentando, criando mais ruídos para chamar a atenção da mulher. – Não vou me responsabilizar por esse espetáculo. – ele semicerrou os olhos, enquanto encarava as chamas consumirem os papéis.

Convidad
Convidado


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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Kuran em Qua Maio 02, 2012 3:04 pm

Charlote Gault

Eu estava com a cabeça zunindo. Kenner acabara de beber meu sangue e eu senti minha garganta arder com a sede. Fui ao meu quarto furtivamente buscar entre meus pertences minha bolsa de sangue (de meu maldito primo Simon). Bebi metade do que estava ali e me senti aliviada. Ao menos aquele desgraçado serviu para alguma coisa, afinal.
Quando estava saindo do quarto, um dos alunos me deu um recado do diretor:

-Você é a Charlotte Fremond? - perguntou.
-Sim, pois não?
- O diretor a chamou na sala dele neste momento.
-Obrigada.-
respondi e logo saí apressada, rumo a sala do diretor.

Sentada numa das cadeiras, levantei minha sobrancelha desconfiada.

-Eu? Convidada para a investigação do caso Kalladori? - Minha surpresa era visível - Mas por quê?

Apesar da insegurança - e daquela história parecer um pouco mal contada - eu conhecia Angelique o suficiente para saber que ela escolheu a dedo cada pessoa que se envolveria na investigação.

-Obrigada, diretor. - Despedi-me.

Eu estava com uma saia marrom longa e larga, combinando com uma blusa de mangas creme. Calçava Sapatos de salto igualmente cremes e estava com os cabelos soltos, sem nenhuma maquiagem no rosto. Levei minhas espadas enroladas num sobretudo disfarçadamente, de modo que não era possível identificá-las.

"Por precaução"
- garanti para mim.

Coloquei algumas pastilhas de sangue na bolsa e levei uma garrafa de água, "afinal não tenho a mínima idéia de quanto tempo ficarei lá"

Peguei um táxi rumo à Biblioteca do Conselho. Lá, guiada por Angelique, sentei-me na mesa onde os outros escolhidos se encontravam.
Começamos a estudar os livros, procurando pistas, informações ou qualquer coisa que nos mostrasse os caminhos para solucionar o caso.

Eu procurei um livro de apoio sobre os antepassados Kalladori. Bebia um pouco de água, quando o livro que o híbrido segurava começou a queimar, até pegar fogo.

Eu deixei o livro de genealogias cair no chão assustada, afastei-me da mesa com os olhos arregalados e uma das mãos cobrindo a boca.

-Oh... - Balbuciei.

O híbrido, então gritou por Angelique, despertando-me do susto, quando peguei minha garrafa e joguei todo o líquido que restava - a garrafinha estava praticamente cheia -por cima do que restou do livro.

- Ah, que beleza. -Disse em voz alta. - Era só o que nos faltava.

Suspirei enquanto me debruçava para pegar o que restou do livro.







Spoiler:
Narração
Conversação/fala
Pensamento
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Ikki em Qua Maio 02, 2012 7:40 pm

Kenner

No telefonema me disseram que veria a mesma angelique, para fazer uma investigação no conselho, ela estaria na sala do diretor, depois de terminar de falar, despedi-me de Charlotte y foi a minha habitação para pegar a katana oculta do meu avo, votei-me o sobretudo preto que estava limpo y sai em direção a diretoria angelique me falou sobre o clã Kallador, y sobre o medo do conselho, não me alterei sabia quanto medrosos eram os nobres do conselho na Europa aqui seriam mais ainda, ela pediu que eu fosse junto com os nobres y demais vampiros, para acompanhalos na investigação y dar mas “relevância a tal fato” aceitei mas era só para não ficar mal diante dos idiota esses,

-claro irei disse, ela me mencionou que daria um coche especial para mim, já que deveria chegar antes y começar a fazer
todo o protocolo, sai antes mesmo que os demais alunos chegaram a receber a missão mas passei todo o tempo saudando os nobres y os membros do conselho que fazendo a investigação que deveria ate escutar uns gritos que provinham de onde os jovens alunos estavam me apurei a chegar ate o sitio a abrir a porta so pode ver como os papeis prendiam fogo y o mestiço enfadado golpeava tudo, ali olhei para a Charlotte que tentava apagar o fogo o

-que aconteceu aqui querida perguntei sem me importar dos demais, novamente olhei tudo aquilo voltando-se cinzas alguém teria usado seus poderes na aquilo para que não fosse lido por ninguém eu não me preocupei tinha acesso aos conhecimentos dos vampiros nobres que ali estavam

encostei-me na parede para esperar a angelique a ver o que faria como trataria aquela situação olhei seriamente o mestiço filio do Alexander, dava vergonha fazer aquela associação de pessoas, um homem tão culto y educado em comparação com seu filio erra terrível mas poderia ser útil
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Bells em Sex Maio 04, 2012 6:40 pm

Aimée Dolohov

Ser escolhida pela associação daqui... Qual seria o motivo? Não tinha sentido essa escolha, já que sequer nascera neste país, e não confiavam em mim sequer no meu próprio. Não havia nada a se fazer agora, além de analizar e tentar entender o que aqueles papéis continham. Decorar todas as informações ali contidas no menor tempo possíve. Tinha de guardar informações para mim e para Jean, para ajudar Tohru, para protegê-la de si mesma e de todos ao seu redor. Informações... Bem, me tornaria uma biblioteca sobre essa família. Era meu dever, depois de tudo mais.

concentrada na folha a minha frente, saltei quando o fogo tomou forma. Precisava de mais tempo... Fogo... Gostaria que aquele fosse meu elemento, se fosse dessa forma, poderia controlá-lo, mas o melhor que podia fazer era observar. Sangue não seria de muita valia agora. Era apenas líquido, e não havia o bastante em meu corpo, seria demorado de mais pedir aos outros seu sangue, e eu teria de me contentar em ver arder, a minha frente, tudo pelo qual lutara tanto. Meu desejo era correr de perto daquele lugar, ir para mais perto de qualquer coisa segura e conhecida, como por exemplo... Bem, ate mesmo meu noivo arranjado seria melhor que aquelas chamas infernais destruindo todas as provas tão importantes. O chicote em meu pescoço era inútil, mais que nunca até. Nada do que fizesse poderia ser util. Um chicote também de nada serviria. Todos tentavam fazer alguma coisa, serem úteis, mas não havia o que ser feito. Não podiamos fazer nada para impedir que o fogo destruisse tudo. Ele era incontrolavel. O que restara era pouca coisa, mas ainda melhor que nada. Olhando através das chamas e das cinzas, vislumbrei as palavras, tentando captar qualquer coisa que ainda tivesse forma.




Spoiler:
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Haziel em Qua Maio 09, 2012 2:59 pm

reading and burning...


Tagging: Diretor, todos na missão
Notes: Post 1 da missão. Desculpa não postar antes, problemas tensos com facul. ;p

Cada passo dentro daquela biblioteca despertava imagens gravadas em sua mente. Era como dejavu. O local chegava a ser quase conhecido, a semelhança com a visão de seus sonhos lhe deixou um bom tempo arrepiado e com um singelo sorriso no rosto, uma leve excitação por estar naquele local. Essa admiração foi cedendo à preocupação de ser útil à investigação.

Donovam fora imediatamente para a biblioteca assim que recebeu as ordens do diretor. Ficara surpreso pela indicação repentina e um pouco perdido pela falta de um motivo para tal. Ele não ousou questionar, ele precisa é mostrar competência para ajudar.

Conselho, Associação, Kalladori, Angelique... Aquilo era tudo novo para Donovan. Ele teve sonhos estranhos, participou de algumas cenas surreais, mas entrar em contato direto com o sobrenatural dessa forma, como se fosse absolutamente normal, é estranho e excitante ao mesmo tempo. Os seus sonhos estavam virando realidade, o que pareciam lendas não são lendas, mas no fundo, é como se Donovan já acreditasse que aquilo tudo realmente é real. É como estudar sobre algo que nunca viu e então começar a ver.

Ele deve ser discreto, mas precisava muito de informações... Ele não sabe o que aconteceu nem porque está investigando um clã de vampiros, mas também não pode sair perguntando pra todo mundo, isso seria muito indiscreto. Talvez na biblioteca ele encontrasse todas as respostas.

Ainda antes de chegar no recinto, o rapaz se perguntou como conseguira acesso fácil a um lugar que aparentemente deveria ser privado e protegido. Certamente o Diretor avisou que Donovan estaria ali. Mas agora ele está ali ávido por informações, olhando toda aquela documentação produzida por especialistas em investigação. Era um sonho se tornando realidade: Donovan, o investigador sobrenatural. A possibilidade é de encher os olhos do garoto.

Ele chegara depois dos demais participantes e apenas ouviu as instruções de Angelique. As outras pessoas pareciam muito concentradas em seus afazeres, então Donovan decidiu não atrapalhá-las, cumprimentando apenas com um aceno quando tinha a chance.

Com o início da leitura ele suspira, buscando sua concentração, e então começa a pegar os relatórios que tinham fotos. Ele parecia uma criança lendo, olhando apenas as figuras. Sua leitura se focava apenas em resumos e conclusões. Precisava saber o que estava acontecendo pra depois tentar achar o porquê. Lendo resumos e identificando as fotos faria sua base dados aumentar exponencialmente, e depois, junto com os demais participantes da investigação, fomentar uma razão aos ataques que aconteceram se tornaria uma atividade mais proveitosa já que ele poderá ouvir opiniões de outros envolvidos no caso.

Entre os documentos espalhados na mesa, o rapaz encontra um envelope como se estivesse meio escondido entre papéis mal organizados. Eram mais fotos. Tomado pela curiosidade, Donovan começa a vê-las detalhadamente, uma por uma, até que de repete uma delas começa a enegrecer em suas mãos, o ar fica turvo e logo vem as chamas, consumindo o material. O garoto se assusta e se levanta da mesa. Apressadamente ele tira sua jaqueta e joga sobre o material, na tentativa de abafar o fogo e preservar o material, ficando apenas com uma camisa azul cobrindo seu corpo.

A reação de Raphael lhe chamou a atenção e todo aquele encanto do sobrenatural foi por água abaixo, dando lugar à realidade. Ficar empolgado com aquilo é mentir para si mesmo. Donovan está mexendo com algo muito maior que ele, mais perigoso que em seus sonhos, e diferente dos sonhos, ele não como se safar dos males simplesmente acordando. Apesar de ser um humano extremamente talentoso nas artes marciais e nos estudos, ele é apenas um humano, uma ovelha entre os lobos, ou algo deste tipo. Ele deve se manter focado no que faz e não cometer deslizes para não provocar a ira de nenhum ser desconhecido. Será que os outros nessa sala são seres sobrenaturais, humanos comuns, caçadores, mercenários? Será que ele passou a saber demais? Alguém ali teria planos para Donovan? Pra chegar a colocar um reles humano numa investigação tão importante? É como se independente de quem fosse, estão de olho no rapaz... Sua mente explode de dúvidas, mas ele força sua mente a manter o foco e trabalhar apenas o que interessa na missão, tentando se convencer de que as respostas virão no tempo exato.

Aparentemente, Donovan está com uma expressão pensativa, parece preocupado e incomodado, mas coincidentemente não parece nada além do que se espera de alguém que vê seu material de trabalho pegar fogo.

Ele retira sua jaqueta após o cessar do fogo para ver o que havia sobrado. Ele ainda está pensativo, processando toda aquela informação adquirida.

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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por The Storyteller em Qui Maio 10, 2012 6:36 pm

    Fogo, sobrenatural e poderoso, a garrafinha de água que Charlotte usara fora pouco mais que inútil. Aos poucos todo o material, não que fossem muita coisa, se consumia em chamar laranjas, tão quentes que mesmo em volta da mesa os vampiros e o humano ali eram capazes de sentir o calor sobre suas peles.
    A jaqueta de Donovan , por incrível que pareça, apesar de não ter apagado as chamas sequer havia ficado suja com as cinzas que cobriam agora toda a mesa e caiam como neve sobre o tapete e se espalhavam pelo ar devido a movimentação da jaqueta de Donovan.
    Mesmo com os apelos por Angelique, a puro sangue não deu as caras e os presentes (os vampiros) sequer podiam sentir sua presença. Estaria ela por trás disso?
    Corriam as más línguas que Angelique era uma amante de Yuriev, uma entre tantas e muitos no conselho julgavam o vampiro alguém perigoso. Mas que ligações aquilo poderia ter com a família Kalladori?
    De qualquer modo o que importava naquele momento era que pouco havia sido descoberto sobre os Kalladori.
    O livro que Raphael Grifftis lia era uma espécie de diário e continha o relato de um ataque, feito em primeira pessoa. Alguns nomes ali até poderiam soar conhecidos.

    Ritual:
    "- Está tudo acabado... - Eleazar entrou na sala calmamente e me olhou nos olhos, um último brilho passando por eles.
    Eu me sentei calmamente no sofá, acariciando a capa deste diário em que agora escrevo. Embora a notícia já fosse esperada eu não pude deixar de estremecer.
    Lembro-me claramente de olhar ao redor da grande biblioteca, agora vazia de livros, tentando inundar meus olhos com a visão de algo conhecido.
    Olhei em direção à janela, onde Seiren e Kairen, de costas para mim, olhavam para fora, para o dia que morreria, tingindo o céu de vermelho.
    Keiren ergueu a mão e tocou o rosto de Seiren delicadamente. Ela fechou os olhos suspirando, em seguida tomou a mão que acariciava seu rosto em sua própria mão e entrelaçou os dedos. Kairen abaixou a cabeça, encostando o queixo nos longos cabelos de Seiren. O loiro pálido dos cabelos de Seiren combinavam perfeitamente com o rosto pálido de Kairen.
    Seiren se afastou e o encarou com seus olhos azuis, ela queria aproveitar cada momento que ainda lhe restava ao lado de seu amado marido. Ela encarou aqueles olhos negros como a noite e passou a mão pelos cabelos dele. Ele a trouxe para mais perto novamente, o contraste imenso entre o loiro pálido e os cabelos negros. Tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais, partilahndo dos mesmo sentimentos.
    Desviei o olhar para o felpudo tapete vermelho, sobre o chão de madeira escura da biblioteca. Lá estavam os nossos filhos, brincando despreocupados, embora soubessem o motivo de toda a tensão.
    Lembro-me das palavras de meu querido Edward claramente, quando disse que nos separaríamos e que seria pouco provável tornarmos a nos ver.
    - É este o destino dos ritualistas e não deixaremos que a nossa história morra por egoísmo fraternal. Há pessoas que precisarão do que sabemos, para que o mundo ainda fique equilibrado.
    Nossa história... sim, eu contarei a nossa história mas primeiro gostaria de dissertar sobre esse momento, o último para uma boa parte de nós. Espero que essas mãos trêmulas consigam chegar até o final.
    Eu olhei os meus filhos Edward e Gustav, olhei meu marido Eleazar, precisava me certificar de algo. As expressões deles estavam serenas e isso de alguma forma tranquilizou meu coração.
    A terceira criança sentada naquele tapete me preocupou um pouco, apesar de seu rosto estar composto numa perfeita máscara de calma, seus olhos não acompanhavam àquela farsa, estavam resignados sim, mas havia um brilho de tristeza enquanto olhava Seiren e Kairen.
    Eu ouvi mais um suspiro de Kairen e meu olhar voltou à ele, no exato momento em que ele se soltava do abraço de Seiren, no rosto uma expressão vazia e controlada.
    - Você vai ficar bem? Eu realmente posso ficar e então você os leva... - eu podia ouvir a dor na voz de Kairen, mas aquilo já havia sido decidido há muito tempo atrás, quando sabíamos que as consequências dos nossos atos e havíamos aceitado tudo, assinando nossas sentenças e a de nossas famílias.
    Seiren apenas fez que sim com a cabeça, embora seu rosto não mostrasse nada além de serenidade ela sabia que no momento que abrisse a boca denunciaria toda a sua dor.
    Eu senti meu coração vacilar naquele momento, entre dor e medo, entre a certeza da morte e a incerteza do futuro dos meus dois filhos.
    Kairen se afastou da janela e foi até as crianças que brincavam no tapete, erguendo seu filho, Daniel, em seus braços.
    - Está na hora... Se ficarmos mais teremos risco de encontrá-los pelo caminho.
    Meus dois filhos se ergueram e correram até mim, se atirando em meus braços. Deixei esse velho diário cair e os segurei, contendo as lágrimas. Não queria tornar aquilo muito pior do que já era.
    Eleazar se juntou naquele abraço, da mesma forma silenciosa que a minha e nossos olhos se encontraram.
    Kairen pigarreou baixo e Eleazar e eu soltamos nossos filhos, já havíamos adiado até o último momento.
    Seiren acenou para Kairen e Daniel quando eles passaram pela porta e eu disse um até breve, baixo e agoniado qunado meus filhos passartam pela mesma porta, seguindo Kairen.
    é muito difícl dizer até breve quando o certo seria dizer adeus, mas eu preferia assim, deixar uma chama de esperança dentro de seus corações.
    Aquele até breve significava até a eternidade, o que levaria muito tempo, principalmente para nós.
    Meus pensamentos novamente foram cortados com um suspiro de Seiren que agora olhava fixamente para fora, vendo Kairen e nossos filhos entrarem no carro, sumindo pelas alamedas do nosso imenso jardim. Ela ergueu o olhar, vendo as últimas linhas alaranjadas sumir no horizonte e logo o roxo tomava conta de tudo, manchado por milhares de pingos pratas.
    Eu senti um arrepio percorrer minha nuca quando Eleazar anunciou a chegada do restante da família.
    Aos poucos a biblioteca vazia foi se enchendo de vozes e ecos, cada membro de nossa imensa e prestigiada família entrando pela porta, cabeça baixa, cobertos pelos capuzes de seus mantos vermelhos. Aos poucos os rostos foram surgindo, expressões serenas e concentradas. Algumas caixas foram postas no chão e logo abertas, de onde foram retirados grimórios grossos, armas de todos os tipos e muitos outros apretechos.
    Eu respirei fundo e olhei a imensa espada de lâmina negra ao meu lado. pessoas comuns que a vissem e a comparassem à mim, se admirariam com a facilidade que eu era capaz de erguê-la. Era necessário, caberia mais veneno daquela forma.
    Aos poucos as armas foram distribuídas. Arcos, bestas, espadas, lanças, tudo o que havíamos usado durante todos aqueles anos, em centenas de batalhas, repassadas junto com todo nosso conhecimento, por nossas gerações.
    Por um longo momento o som de livros sendo abertos e do aço de nossas armas e foram os únicos sons ouvidos naquela imensa sala.
    Um pequeno grupo não pegou uma arma sequer, nem proteção alguma, eles tinham seus próprios dons, em seus sangues e era com aquele sangue que nós também nos defenderíamos, até o último momento, enquanto sobrasse algo.
    Logo os mantos vermelhos foram despidos, revelando totalmente cada membro de nossa grande família.
    Em todos os corpos, nas partes onde a pele estava à mostra, alguns até em seus próprios rosto, podia se ver sinais, inscrições em diversas línguas, símbolos de diversos mitos, tatuados.
    Eu tentei me concentrar nos rosto para gravá-los em minha memória, era tãi incomum um Ritualista aparecer daquela maneira em uma batalha. Seus rostos sempre cobertos ou pelos mantos ou por máscaras, para ocultarem suas identidades. Aquilo era um claro sinal de que todos sabiam que não haveria mais necessidade, depois do que aconteceria.
    Eu passei a mão pelo meu rosto, seguindo as linhas do desenho que eu havia feito há pouco, depois olhei para as marcas que desciam pelo braço, terminando nos pulsos, cobrindo uma série de cicatrizes de batalha.
    Peguei o diário caído no chão e minha espada, naquela ocasião ela realmente me pareceu um fardo e me levantei do sofá, caminhando em direção ao grupo.
    Seiren se afastou da janela e se juntou ao grupo desarmado, eles conversavam baixo demais e rápido demais para que nós, humanos, pudessémos entender algo, embora ninguém prestou realmente atenção à isso, sabíamos que se houvesse algo de interesse comum esse algo seria dito em voz alta, como sempre havia sido.
    - ...nós escolhemos esse caminho e somos abençoados, pois já vivemos muito mais do que qualquer outro ser humano viveria - meu marido discursava para nossos familiares, inspirando-os para a última batalha. Uma pena eu só ter me atido ao discurso no seu encerramento e não poder transcrevê-lo por completo, mas só isso basta. Já haviamos vivido muito além do esperado e obtido grandes feitos. Mas tudo que sai da ordem da natureza é cobrado por ela mesma e havia chegado a hora do pagamento.
    Ao fim do discurso cada um tomou um ponto, se concentrando em seus próprios rituais, arrumando suas runas, suas armas.
    Logo o grupo que estava desarmado começou a se movimentar, os olhos brilhando num vermelho intenso. Seiren tirou de sues bolsos um punhado de moedas e começou a brincar com elas, passando-as rapidamente de uma mão à outra, sem deixá-las cair.
    Alessandra, a sábia irmã de meu, abriu seu grimório e começou a pronunciar uma série de encantamentos, enquanto outros membros de minha família, faziam inscrições nas paredes, a cada nova frase pronunciada por ela.
    Meu belo Eleazar ficanva pequenas adagas em vários pontos da sala, logo tudo estava terminado e as paredes brilharam com uma luz azul cintilante por um breve momento. Aquilo tudo era para me proteger. Meu coração se apertou ainda mais com aquele pensamento, pois eu tinha certeza que Eleazar me dera a missão de relatar nossa história, apenas como pretexto para que eu ficasse segura o máximo de tempo, para que, se na mais remota hipótese, eles conseguissem a vitória, eu não precisasse passar pela batalha.
    Mais rituais começaram, humanos e vampiros trabalhando juntos, derramando seu sangue sobre as munições, sobre incrições, sobre lâminas de espadas. Um bebendo o sangue do outro, não com a intenção assassina que deveriam ter um contra o outro, mas com a intenção de poder salvar, ajudar de alguma forma, trazer mais poder e força.
    Seiren parou de brincar com as moedas foi até a janela e olhou mais uma vez para fora, suspirando, mas dessa vez eu não ouvi, a sala estava cheia de vozes por conta dos rituais, alternando entre sussuros e vozes elevadas, selos postos nos mais diversos lugares, se espalhando, correndo para fora do cômodo, como se as letras ganhassem vida, seguindo a linha de luz azul, que em instantes desaparecia.
    De repente se fez o silêncio, todos nós tomados por aquela sensação. Senti os pêlos dos meus braços se arrepiarem, um calafrio pelo espinha.
    Sem dizer uma palavra sequer Seiren tocou a parede ao lado da janela e ela se tornou algo translúcido, algo que se podia atravessar facilmente.
    Todos olhamos através daquele espelho d'água, vendo o imenso mar de olhos vermelhos que se aproximavam, vindo de todas a direção, fazendo um cerco em volta da casa.
    - Ao menos nossas crianças estarão a salvo.. - A voz de Alessandra me tirou da onda de pânico que me tomou, eu nunca havia visto tantos juntos.
    - É agora Emmeline... - Eleazar disse indo até o fundo da biblioteca e abrindo um armário de fundo falso. Eu sabia o que tinha que fazer mas meu corpo se recusou a obedecer minha mente. Eu continuei a olhar aquele mar vermelho. Meu coração bateu descompassado quando o grupo de amigos de Seiren começaram a atravessar a parede translúcida e pular para fora, indo em direção aquele mar de bestas sedentas. Ela me lançou um último olhar antes de pular também e então não pude ver mais nada, pois a parede voltou ao seu normal.
    Eleazar me arrastou impacientemente até o armário e praticamente me jogou lá dentro, fechando a porta em seguida. Eu me concentrei, sabia que ele estava certo e que eu precisaria agir.
    Peguei um pequeno punhal de ouro, soltando a espada e o diário e comecei a desenhar o selo que protegeria aquela porta de armário. As incrições em meu rosto arderam e logo o sangue escorreu. Eu rapidamente passei a mão no rosto e com as pontas dos dedos cheias de sangue, cobri as marcas feita na porta, em poucos segundos estava acabado.
    eu me virei, peguei a espada e o diário e comecei a descer a escadaria que antes estava oculta pelo fundo falso. Eu senti o sangue subir pelo meu corpo e tomar meus olhos, tornano-o tão escarlate quanto dos meus amigos vampiros e logo a escuridão se ascendeu. Eu podia enxergar detalhadamente cada aspecto da escuridão, cada degrau da escada, cada inseto que se movia e logo eu cheguei à mais uma porta, tireu uma chave do bolso e destranquei-a, entrando e trancando-a em seguida. Parei me virando para ela e dessa vez as tatuagens em meus braços se ascenderam. Eu encostei as duas na porta e quando vi o sangue escorrer me afastei, gravando dois punhas de ouro, um em cima e outro embaixo.
    Eu sabia que todo aquele esforço só adiaria o inevitável caso eles conseguissem passar pela primeira defesa, todos os Lobanovs, todos os Dimedenkos. Adiaria o inevitável por muito pouco tempo.
    Eu passei por mais quatro portas,seguindo o mesmo ritual e quando finalmente cheguei à sala final, sufocante, sem janelas, escura como a morte deveria ser, já me encontrava exausta por todo o sangue despendido. Senti meu rosto frio, meus braços dormentes.
    - Um último selo... eu preciso terminar isso... - eu sussurrei para mim mesma.
    Aquele seria meu último ritual, o que mais me cortava a alma de executar, mas só eu poderia executá-lo, só eu tinha uma segunda vida para sacrificar, uma segunda vida dentro de mim, a quem eu deveria proteger e amar, mas a quem eu infelizmente estava entregando ao mesmo fim trágico de todos os que ficaram e enfrentariam esta noite.
    Fui até o centro da sala e peguei o pequeno frasco que Kairen havia me entregado, um dia antes. Fiz um grande círculo com o sangue que havia lá dentro, tomando cuidado para que não houvesse uma parte sequer do círculo desconectada à outra por não haver sangue. Asism que terminei me agachei dentro do círculo e comecei a escrever, contra o chão de madeira, feito especialmente para aquele ritual, com a minha última adaga de ouro. Quando terminei as inscrições me ajoelhei no centro do círculo e comecei a pronunciar calmamente as palavras que haviam nas incrições. Minhas mãos trêmulas ergueram a adaga até meu a região do meu ventre, meu coração acelerou e um gostod e sangue encheu minha boca, minha voz falhando, respirei fundo e continuei a pronunciar o encatamento, meu coração se acelerando mais a cada nova palavra, quando eu disse a última palavra, obriguei meu braço a se erguer mais à frente e voltar rapidamente, rompendo o meu manto e a minha pele facilmente com a lâmina afiada da adaga. Todas as runas desenhadas em meu corpo brilharam intensamente, me transformando em uma bola de luz azul, iluminando todo aquele sufocante cômodo por alguns segundos. O sangue escorreu pelo manto, tocando o chão quando me curvei de dor. Ao tocar nas incrições na madeira elas brilharam como se houvessem sido tocadas por brasas. Tudo foi muito rápido e logo estava terminado, meu corpo por fim caiu exausto e eu deixei as lágrimas lavarem meu rosto, espalhando a tinta usada para desenhar as runas. Aquele ritual nunca havia sido executado e só o tempo poderia dizer se havia dado certo.
    Eu senti o teto sob minha cabeça tremer, a batalha já havia começado. Tratei de me erguer o mais rápido que pude, engolindo minha dor física e esvaziando a minha mente. Eu ainda tinha uma última missão á cumprir... "
    O livro de genealogia de Charlotte revelava alguns nomes, mas somente um deles era conhecido. Os patriarcas da família eram Alissa e Angelique, havia também Seiren, irmã do casal, mas o nome dela aparecia riscado. Os filho que seguiam nessa árvore eram Alana, Aledra, Ameliana e Denis, esse último nome poderia dar a Charlote alguma referência, mas como ela não estava no ataque que havia acontecido, naquele momento o nome nada significava para ela.
    Além da genealogia da família, havia algumas notas sobre os membros e seus poderes.

    Irmãs Kalladori:
    Nome: Alana Kalladori

    Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
    Raça: Vampiro (rank S)

    FAMÍLIA

    Pais: Alissa e Angelique Kalladori
    Cônjuge (se tiver): Denis Kalladori
    Filhos(se tiver): Não
    Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori e seu irmão Denis.
    Relacionamento Familiar: Alana sentiu muito a morte de seu pai que acabou por enlouquecê-la e modificá-la por completo, fazendo-a agir como criança

    Psicológico

    Personalidade: É a mais jovem entre os irmãos Kalladori, espontânea e alegre, não vê nada de anormal em se relacionar com humanos mesmo que vá almoçá-lo em breve. É considerada a mente mais aberta da família e é também bastante exibicionista. Até sempre atrás de Denis como um cachorrinho alegre e muitas vezes fala demais.
    Elemento - Gravidade

    PESSOAL

    Nome: Aledra Kalladori

    Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
    Raça: Vampiro (rank S)

    FAMÍLIA

    Pais: Alissa e Angelique Kalladori
    Cônjuge (se tiver): Não
    Filhos(se tiver): Não
    Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori.
    Relacionamento Familiar: Aledra é bastante independente do resto dos irmãos e passa a maior parte do tempo junto a Laurent, pesquisando.


    Psicológico

    Personalidade: É bastante calma e sua expressão está na maior parte do tempo vazia, tolera o contato com humanos de uma forma mais abrangente do que Ameliana. Na maior parte do tempo parece estar distante dos demais falando apenas quando alguém lhe dirigi a palavra, poucos sabem que ela está simplesmente estudando a todos ao redor e as possibilidades quem teria se um combate acontecesse naquele local devido a incostância de seu poder.

    Elemento - Fogo

    PESSOAL

    Nome: Ameliana Kalladori

    Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
    Raça: Vampiro (rank S)

    FAMÍLIA

    Pais: Alissa e Angelique Kalladori
    Cônjuge (se tiver): Denis Kalladori
    Filhos(se tiver): Não
    Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori.
    Relacionamento Familiar: Ameliana vive em um mundo a parte onde humanos são comida e só existe uma pessoa além dela, Denis Kalladori.


    Psicológico

    Personalidade: parece sempre entediada e está em constante sede, embora se controle ficando extremamente mau humorada. Sente muito sono de manhã e claramente não aprova a relação entre humanos e vampiros tolerando apenas os hunters com quem convive e considerando todo o resto como comida. Sua aparência é frágil porém intimidadora, embora muito poderosa, seu poder só afeta humanos o que a faz muito dependente de escudos em combate.

    Elemento - Matéria

    Aimée lia uma folha, uma simples folha com um trecho que mais parecia saído de um livro de história não fossem os elementos sobrenaturais ali, mas com o fogo consumindo rapidamente o material ela só pode ler um trecho.

    Documento:
    Com a consolidação do cristianismo e a crença em um único deus começou por toda a Europa uma intensa caçada a seres sobrenaturais e os trágicos episódios de julgamentos por bruxaria. Na maioria desses julgamentos as pessoas eram condenadas caso ressitissem seguir às regras impostas pela Igreja, uma das instituições mais poderosas daquela época. Mas nós tínhamos nossas próprias regras, nossas próprias instituições. Foi então que o poderoso clã de Alastor Waren Lobanov decidiu partir para as terras mais longínquas que pudessem alcançar. Um lugar sem donos e sem lei, distante o suficiente de qualquer civilização, onde ninguém poderia caçá-los pelos dons que tinham.
    Passaram-se muitos anos sem que a família Lobanov tivesse que se incomodar novamente com relção à Igreja ou à caça às bruxas. Outros famílias de magos também vieram a este local, consolidando um grandioso clã no final das contas. Logo com os casamentos entre essas famílias e o aumento da população, formou-se uma pequena vila denominada Camuelon.
    Com o decorrer do tempo, alguns jovens se casaram com humanos comuns, pessoas de outras vilas e logo não haviam somente os decendetes de bruxos em Camuelon, agora haviam humanos, embora eles nada soubessem sobre o passado real do clã.
    Com todo o terror que corria pela Europa, muitas outras criaturas míticas procuraram abrigo nessas terras sem leis, entre eles os vampiros.
    Alguns humanos das aldeias vizinhas começaram a desaparecer sme explicações e seus corpos eram encontrado nas florestas próximas brancos como a neve e sem uma única gpat de sangue deixada, com apenas marcas de presas em seus pescoços.
    O clã Lobanov ficou atento a esses detalhes mas decidiram em seu conselho que não intercederiam, já que aquilo poderia chamar atenção aos seus verdadeiros dons, porém com o aumento do número de humanos em Camuelon essas mortes consideradas sobrenaturais chegaram as muralhas da vila.
    Cansados das misteriosas mortes naquela região, grupos de humanos começaram a caçar Àquelas criaturas sobrenaturais que estavam dizimando suas aldeias e isso também chegou às muralhas de Camuelon. Intrigava ao resto da população porquê aquele clã tão poderoso e tão numeroso não se envolvia no combate daquelas criaturas mesmo algumas pessoas de sua vila sendo vítimas.
    Com o tempo e o crescente número de hunters e mortes a pressão sobre a casa de Alastor aumentou. Nessa mesma época os Kalladori chegaram à gélida região da Sibéria, vindos da região onde hoje está a atual Lituânia.
    Alastor abriu os enormes portões de sua vila e saiu com um grupo de doze homens e mulheres. Todos vestiam mantos vermelhos, carregavam cajados e livros, guiando seus cavalos em direção a densa floresta que cercava as vilas.
    Várias pessoas ergueram os rostos às suas passagens mas eles cavalgavam rapidamente, totalmente indiferentes aos aldeões.
    Seus mantos moviam-se ao sabor do vento e os capuzes cairam sobre os ombros, revelando seus rosto.

    Fotos. Donovan via algumas fotos antes que o fogo consumisse tudo e as imagens que via eram de mulheres, vampiras, deslumbrantes e assustadoras, imagens que gravavam a aparência eterna das três irmãs.

    Spoiler:

    Spoiler:

    Spoiler:

    Notas da missão:
    * Eu ia colocar mais um acontecimento neste post mas não irei. Um dos membros do grupo possue uma informação valiosa e se ele não usar essa informação mesmo que para questionamento próprio eu ão vou narrar o evento que pretendia. Então usem bem a cabeça com as informações que possuem.
    * Somente um post por turno antes do post de narração. Post excedentes serão deletados sem prévio aviso, como já ocorreu.
    * O post deve conter no mínimo dez linhas e deve ser postado no prazo de uma semana (final 17/05)


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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Bells em Seg Maio 14, 2012 4:24 pm

Aimée Dolohov

Tudo destruído. Não restara nada que pudesse ser decifrado no meio de todas as cinzas que estavam se espalhando até mesmo pelo ambiente. Não havia o que se fazer, e a única coisa que pude fazer foi fechar os olhos por alguns momentos, deixando que minha mente vagasse em todas as informações que tinha. Teria de ser rápida em analisar tudo e tirar alguma conclusão. As informações que tinha se resumiam ao que conseguira ler naquela folha, mas teria de estar atenta. Informações históricas, mas a narração não era tipicamente de livros. Não era um relato feito por algum historiador, mas por alguém que estivera envolvido pessoalmente nessa situação. O sobrenome, Lobanov, não me era estranho. Talvez algo que Tohru dissera... Sobre uma humana... Me concentrando por mais um minuto, me lembrei do que queria. Lohanne Lobanova. Como poderia o nome dela ter tal semelhança... Algo estava muito errado nessa história, algo ainda maior do que imaginara a principio. Quem seriam as pessoas donas dos rostos dessa família... Hunters, confusões e tudo mais que havia. Aquele local fora palco de muitas coisas. Desaparecimentos de humanos eram algo comum de mais naquela época, mas deviam ter sido realmente muitos para chamarem assim tanta atenção e obrigarem um clã de bruxos a agir. Poucas informações diretas, muitas insinuações e detalhes ocultos. Aquela folha poderia ter sido mais interessante se tivesse conseguido chegar a seu final. Kalladori... Esse clã... Qual seria a real importância dele em meio a tudo o que acontecia agora? Qual seria o tão importante deles que fizera que os bruxos agissem? Vampiros já viviam ali antes, mas mesmo assim eles se mantiveram em silêncio. Alguma coisa de muito diferente...

Voltando de meus pensamentos, olhei para todos ao meu redor. Tínhamos de agir. E logo. Todos eles precisavam contar o que sabiam, não poderíamos deixar nenhum detalhe de lado. Qualer informação era importante, e poderia nos ajudar a elucidar. Cada um de nós vira uma pequena parte, mas juntos talvez conseguissemos fazer todas essas informações terem sentido. Suspirei, sentindo o cheiro de papel queimado incomodar meu nariz. Não gostava desse cheiro, me trazia recordações que nem sabia existirem. Enquanto olhava para tudo ao meu redor, e encarava cada um dos outros vampiros que ali estavam, esperei que tudo se acalmasse. Todos tínhamos que ter em mente que deviamos conseguir alguma coisa dessa confusão. Minha voz era aveludada e baixa, mas alta o bastante para chamar a atenção de todos e para que me ouvissem com atenção. Era preciso que todos me ouvissem para que desse certo o que tinha em mente. Éramos espertos, e tínhamos boa memória afinal.

-Acho que não vamos ter ajuda... E nem adiantaria mais. Temos de ter atenção ao que conseguimos... Informações como as que temos podem ser mais úteis do que imaginamos. Temos de reunir tudo o que sabemos para não deixar escapar nenhum detalhe... Não sei quanto a vocês, mas eu poderia reescrever, letra por letra, tudo o que li. Podemos tentar unir nossas informações importantes e pensar sobre elas, juntos.

Era uma proposta, afinal, éramos muitos, e não poderiamos trabalhar em equipe a menos que todos quisessem, e nem eu mesma realmente queria esse trabalho em grupo, não desejava compartilhar as informações que conseguira, mas era preciso, se queria conseguir mais informções, revelar o que sabia, para que assim os outros entendessem a importância de trabalharmos juntos. Era algo que teríamos de fazer se queríamos ter algum sucesso. Puxei uma cadeira para mais perto, me sentando e fechando os olhos por um segundo, mas foi um curto segundo. Tudo o que queria saber tinha de ser dito em alto e bom som, só assim poderíamos nos entender e conseguir reunir mais informações, deduzí-las a partir do que tínhamos. Algo muito estranho acontecera, e tínhamos de pensar nisso para que desse certo esse trabalho. Esse clã tinha algo em seu passado, algo obscuro e poderoso, que alguém queria manter em segredo. Se conseguissemos informações o bastante...

-O que li era um trecho de um relato. Quase como um texto histórico, mas a narração é de alguém que estava lá e presenciou tudo isso. Falava do início de uma vila, criada por um clã de bruxos. A vila cresceu e atraiu humanos, e também seres místicos. Vampiros. Ataques e desaparecimentos. O de sempre. Corpos encontrados, brancos e sem uma gota de sangue, mas com as marcas da mordida. Não havia muito mais, mas havia o nome Lobanov associado ao nome Kalladori. Creio que deve ser algo importante isso, já que o clã de bruxos agiu apenas quando esses vampiros chegaram, mesmo tendo se mantido quietos durante tanto tempo. Eram doze, homens e mulheres. Não pude ler mais do que isso.

Quando terminei meu relato, encarei os outros, esperando alguma reação por parte deles e alguma palavra sobre o que haviam lido. Era importante saber o que cada um vira, para poder tentar deduzir mais alguma coisa.




Spoiler:
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Convidad em Sab Maio 19, 2012 3:19 pm

- Angelique, sua vagabunda! – Raphael afastou-se da mesa, empurrando a própria cadeira que havia chutado para o lado com a ponta do sapato preto e de couro que usava. As cinzas brancas coloriam a enorme mesa de carvalho que o grande grupo estava sentado. Todos ali, inclusive ele, não estavam entendo o que estava acontecendo. Era possível decifrar o espanto e a curiosidade em cada olhar.

Raphael estava confuso, muitas informações latejavam em sua cabeça. Ele poderia ter apagado o fogo com facilidade, mas não estava ali para bancar o Superman caso precisassem. Grifftis era egocêntrico e individualista para ajudar alguém.

- Tudo foi perdido, mas creio que todos aqui conseguiram captar algumas informações. – Raphael olhou para Dolohov e um sorriso afiado e desafiador vibrou em seus lábios. Aimeé falava abertamente tudo que havia lido e entendido sobre os fatos analisados, até mesmo trazendo comparativos com o sobrenome de Lohanne Lobanova. Será que realmente havia algo que interligava os fatos?

Grifftis circulou lentamente pela sala, encarando cada um dos presentes, os olhos azuis tentando sugar informações ou até mesmo algumas dicas que pudessem lhe ser úteis, mas não havia nada ali. Somente um mix de informações que, infelizmente, teriam que ser compartilhadas para maior entendimento dos demais.

Era estranho. Será que era mesmo necessário que ele comentasse o que havia lido? Eram muitas informações, alguns ainda mostravam-se vivas dentro de sua mente, a caligrafia do diário estampada por trás de seus olhos. O quanto aquele grupo havia sofrido afinal? As marcas, como seriam? Qual foi o resultado daquela batalha que, para ele, deveria ter durado o tempo suficiente para desertar qualquer um que estivesse presente naquele final de tarde.

- Muito relevante o que você disse, garota. – Raphael aproximou-se lentamente da cadeira de Aimee e apoiou os cotovelos na guarda da cadeira, curvando-se levemente para frente, os fios prateados cintilando contra o azul cristalino de seus olhos. – Teremos que juntar nossas informações já que tudo que havia aqui foi tragado pelas chamas. É... – ele semicerrou os olhos e encarou os demais. Infelizmente teria que confiar naquelas pessoas.

- O que estava lendo era uma espécie de diário, muitas informações pessoas continham nele. Será um pouco complicado de resumir tudo para o grande grupo... – ele ergueu as sobrancelhas e fez uma careta, enquanto sorria de canto. – Uma biblioteca vazia de livros, despedidas, rituais, armas, e um eminente ataque. Pensamentos de alguém incumbidos em velhas páginas de um diário, a frustração e a aceitação contidas em nanquim e em um bico de pena. – Raphael sorriu, dando de ombros afastando-se da cadeira da mulher, aproximando-se de uma estante de livros, escorando-se nela. – No trecho que li, tudo se passava numa biblioteca como estamos agora. Havia muitas pessoas, entre elas nomes eram citados, como: Seiren e Kairen, Daniel seu filho. Assim como Edward e Gustav filhos de Eleazar e da pessoa que escrevia no diário... e pelo visto todos esperavam a morte durante aquela noite.

- Ritualistas são citados, como se fossem preparadores de conhecimentos. – o vampiro deslizou as mãos pela jaqueta de couro e tateou os bolsos até encontrar o maço de cigarros e o isqueiro. Angelique não estava mais ali, nem mesmo sua energia era captada por Raphael. Com certeza ninguém ela não o interviria de fumar ali. – Os dois casais deixaram seus filhos com Kairen, que os levou para um lugar seguro. Pelo menos foi o que entendo. - Raphael tragou o cigarro, erguendo a cabeça para o alto, falando exatamente o que havia lido para os demais. Zelando que não fosse inútil todo aquele discurso sobre o diário, pois o que ele gostaria era de informações que completassem o que havia descoberto após um longo dia de leitura. - O resto dos familiares haviam chegado à tal biblioteca, vestidos de capas vermelho-sangue, caixas de armamentos, muitos livros de magias, os famosos grimórios.

- Havia uma espada negra junto da pessoa que escrevera e carregava o diário que eu estava lendo. Outros se destacavam por usar somente o seu dom natural, negligenciando o armamento, assim como nós vampiros, como na maioria das vezes fazemos. – Grifftis fechou os olhos e continuou a falar, um pouco cansado do imenso discurso, enquanto todos que estavam ali se focam em suas informações. – Em seus corpos inscrições e palavras eram grifados, talvez essas marcas fossem alguns dos rituais inclusos nos grimórios. Pelo o que entendi, haviam vampiros, humanos ritualistas... Humanos não tão humanos como conhecemos hoje em dia.

- O grande grupo de Seiren seguiu na direção dos milhares de pares de olhos vermelhos que os aguardavam do lado exterior da casa. Alguns, no caso, Emmeline, a pessoa que escrevia no diário, era a protegida de seu marido e sua irmã.

Raphael projetou-se para frente, trocando a posição das pernas enquanto tragava o cigarro, liberando a tênue fumaça com aroma mentolado pelas narinas. – Familias como Lobanov e Dimendenkos também estavam presentes. – Grifftis fez uma pequena pausa, e ergueu o olhar até os demais, relutando, buscando na mente as palavras que pudessem montar um contexto a tudo aquilo. – Emmeline durante o seu ultimo ritual sacrificou uma de suas vidas. A segunda vida que ela carregava consigo, perfurando o abdômen com uma adaga de ouro.

- Sinceramente muitas coisas permanecem desconectas. Ela teria sacrificado algo muito importante para realizar esse possível ritual nunca executado, e pelo que li, ela não sabia se havia funcionado ou não. Emmeline precisava continuar sua jornada, pois ainda possuía uma última missão. – Raphael balançou os longos dedos no ar, a cinza do cigarro caindo sobre o carpete da biblioteca.

- E vocês, o que descobriram? – a voz dele soou grave e séria. Ele caminhou até uma poltrona que havia na biblioteca e sentou-se lá, observando as cinzas sobre a mesa. Precisava de mais informações para formar conexões concretas em sua mente.

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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Ikki em Sab Maio 19, 2012 5:30 pm

Eu comecei a ver os comentários dos jovens ali presentes, eu mesmo não tinha lido nada mas podia saber tudo o que eles tinham lido y visto durante este tempo ademais dos seus pensamentos, escutando a jovem vampira falar, sobre compartir informação bom aquilo seria mas fácil do que aparentava si eles falavam, só teria que ver a informação que conheceram y qual revelaram y qual mantinham em segredo, fechei meus olhos para me concentrar na garota que falava o que ela tinha lido

Aime :
Com a consolidação do cristianismo e a crença em um único deus começou por toda a Europa uma intensa caçada a seres sobrenaturais e os trágicos episódios de julgamentos por bruxaria. Na maioria desses julgamentos as pessoas eram condenadas caso ressitissem seguir às regras impostas pela Igreja, uma das instituições mais poderosas daquela época. Mas nós tínhamos nossas próprias regras, nossas próprias instituições. Foi então que o poderoso clã de Alastor Waren Lobanov decidiu partir para as terras mais longínquas que pudessem alcançar. Um lugar sem donos e sem lei, distante o suficiente de qualquer civilização, onde ninguém poderia caçá-los pelos dons que tinham.
Passaram-se muitos anos sem que a família Lobanov tivesse que se incomodar novamente com relção à Igreja ou à caça às bruxas. Outros famílias de magos também vieram a este local, consolidando um grandioso clã no final das contas. Logo com os casamentos entre essas famílias e o aumento da população, formou-se uma pequena vila denominada Camuelon.
Com o decorrer do tempo, alguns jovens se casaram com humanos comuns, pessoas de outras vilas e logo não haviam somente os decendetes de bruxos em Camuelon, agora haviam humanos, embora eles nada soubessem sobre o passado real do clã.
Com todo o terror que corria pela Europa, muitas outras criaturas míticas procuraram abrigo nessas terras sem leis, entre eles os vampiros.
Alguns humanos das aldeias vizinhas começaram a desaparecer sme explicações e seus corpos eram encontrado nas florestas próximas brancos como a neve e sem uma única gpat de sangue deixada, com apenas marcas de presas em seus pescoços.
O clã Lobanov ficou atento a esses detalhes mas decidiram em seu conselho que não intercederiam, já que aquilo poderia chamar atenção aos seus verdadeiros dons, porém com o aumento do número de humanos em Camuelon essas mortes consideradas sobrenaturais chegaram as muralhas da vila.
Cansados das misteriosas mortes naquela região, grupos de humanos começaram a caçar Àquelas criaturas sobrenaturais que estavam dizimando suas aldeias e isso também chegou às muralhas de Camuelon. Intrigava ao resto da população porquê aquele clã tão poderoso e tão numeroso não se envolvia no combate daquelas criaturas mesmo algumas pessoas de sua vila sendo vítimas.
Com o tempo e o crescente número de hunters e mortes a pressão sobre a casa de Alastor aumentou. Nessa mesma época os Kalladori chegaram à gélida região da Sibéria, vindos da região onde hoje está a atual Lituânia.
Alastor abriu os enormes portões de sua vila e saiu com um grupo de doze homens e mulheres. Todos vestiam mantos vermelhos, carregavam cajados e livros, guiando seus cavalos em direção a densa floresta que cercava as vilas.
Várias pessoas ergueram os rostos às suas passagens mas eles cavalgavam rapidamente, totalmente indiferentes aos aldeões.
Seus mantos moviam-se ao sabor do vento e os capuzes cairam sobre os ombros, revelando seus rosto.




Depois no pequeno Raphael como diria meu avo ele começo a contar a sua versão da historia em quanto eu lia seus pensamentos para saber o que tinha lido mesmo a informação não era muito alterada si não muito resumida

Raphael:
"- Está tudo acabado... - Eleazar entrou na sala calmamente e me olhou nos olhos, um último brilho passando por eles.
Eu me sentei calmamente no sofá, acariciando a capa deste diário em que agora escrevo. Embora a notícia já fosse esperada eu não pude deixar de estremecer.
Lembro-me claramente de olhar ao redor da grande biblioteca, agora vazia de livros, tentando inundar meus olhos com a visão de algo conhecido.
Olhei em direção à janela, onde Seiren e Kairen, de costas para mim, olhavam para fora, para o dia que morreria, tingindo o céu de vermelho.
Keiren ergueu a mão e tocou o rosto de Seiren delicadamente. Ela fechou os olhos suspirando, em seguida tomou a mão que acariciava seu rosto em sua própria mão e entrelaçou os dedos. Kairen abaixou a cabeça, encostando o queixo nos longos cabelos de Seiren. O loiro pálido dos cabelos de Seiren combinavam perfeitamente com o rosto pálido de Kairen.
Seiren se afastou e o encarou com seus olhos azuis, ela queria aproveitar cada momento que ainda lhe restava ao lado de seu amado marido. Ela encarou aqueles olhos negros como a noite e passou a mão pelos cabelos dele. Ele a trouxe para mais perto novamente, o contraste imenso entre o loiro pálido e os cabelos negros. Tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais, partilahndo dos mesmo sentimentos.
Desviei o olhar para o felpudo tapete vermelho, sobre o chão de madeira escura da biblioteca. Lá estavam os nossos filhos, brincando despreocupados, embora soubessem o motivo de toda a tensão.
Lembro-me das palavras de meu querido Edward claramente, quando disse que nos separaríamos e que seria pouco provável tornarmos a nos ver.
- É este o destino dos ritualistas e não deixaremos que a nossa história morra por egoísmo fraternal. Há pessoas que precisarão do que sabemos, para que o mundo ainda fique equilibrado.
Nossa história... sim, eu contarei a nossa história mas primeiro gostaria de dissertar sobre esse momento, o último para uma boa parte de nós. Espero que essas mãos trêmulas consigam chegar até o final.
Eu olhei os meus filhos Edward e Gustav, olhei meu marido Eleazar, precisava me certificar de algo. As expressões deles estavam serenas e isso de alguma forma tranquilizou meu coração.
A terceira criança sentada naquele tapete me preocupou um pouco, apesar de seu rosto estar composto numa perfeita máscara de calma, seus olhos não acompanhavam àquela farsa, estavam resignados sim, mas havia um brilho de tristeza enquanto olhava Seiren e Kairen.
Eu ouvi mais um suspiro de Kairen e meu olhar voltou à ele, no exato momento em que ele se soltava do abraço de Seiren, no rosto uma expressão vazia e controlada.
- Você vai ficar bem? Eu realmente posso ficar e então você os leva... - eu podia ouvir a dor na voz de Kairen, mas aquilo já havia sido decidido há muito tempo atrás, quando sabíamos que as consequências dos nossos atos e havíamos aceitado tudo, assinando nossas sentenças e a de nossas famílias.
Seiren apenas fez que sim com a cabeça, embora seu rosto não mostrasse nada além de serenidade ela sabia que no momento que abrisse a boca denunciaria toda a sua dor.
Eu senti meu coração vacilar naquele momento, entre dor e medo, entre a certeza da morte e a incerteza do futuro dos meus dois filhos.
Kairen se afastou da janela e foi até as crianças que brincavam no tapete, erguendo seu filho, Daniel, em seus braços.
- Está na hora... Se ficarmos mais teremos risco de encontrá-los pelo caminho.
Meus dois filhos se ergueram e correram até mim, se atirando em meus braços. Deixei esse velho diário cair e os segurei, contendo as lágrimas. Não queria tornar aquilo muito pior do que já era.
Eleazar se juntou naquele abraço, da mesma forma silenciosa que a minha e nossos olhos se encontraram.
Kairen pigarreou baixo e Eleazar e eu soltamos nossos filhos, já havíamos adiado até o último momento.
Seiren acenou para Kairen e Daniel quando eles passaram pela porta e eu disse um até breve, baixo e agoniado qunado meus filhos passartam pela mesma porta, seguindo Kairen.
é muito difícl dizer até breve quando o certo seria dizer adeus, mas eu preferia assim, deixar uma chama de esperança dentro de seus corações.
Aquele até breve significava até a eternidade, o que levaria muito tempo, principalmente para nós.
Meus pensamentos novamente foram cortados com um suspiro de Seiren que agora olhava fixamente para fora, vendo Kairen e nossos filhos entrarem no carro, sumindo pelas alamedas do nosso imenso jardim. Ela ergueu o olhar, vendo as últimas linhas alaranjadas sumir no horizonte e logo o roxo tomava conta de tudo, manchado por milhares de pingos pratas.
Eu senti um arrepio percorrer minha nuca quando Eleazar anunciou a chegada do restante da família.
Aos poucos a biblioteca vazia foi se enchendo de vozes e ecos, cada membro de nossa imensa e prestigiada família entrando pela porta, cabeça baixa, cobertos pelos capuzes de seus mantos vermelhos. Aos poucos os rostos foram surgindo, expressões serenas e concentradas. Algumas caixas foram postas no chão e logo abertas, de onde foram retirados grimórios grossos, armas de todos os tipos e muitos outros apretechos.
Eu respirei fundo e olhei a imensa espada de lâmina negra ao meu lado. pessoas comuns que a vissem e a comparassem à mim, se admirariam com a facilidade que eu era capaz de erguê-la. Era necessário, caberia mais veneno daquela forma.
Aos poucos as armas foram distribuídas. Arcos, bestas, espadas, lanças, tudo o que havíamos usado durante todos aqueles anos, em centenas de batalhas, repassadas junto com todo nosso conhecimento, por nossas gerações.
Por um longo momento o som de livros sendo abertos e do aço de nossas armas e foram os únicos sons ouvidos naquela imensa sala.
Um pequeno grupo não pegou uma arma sequer, nem proteção alguma, eles tinham seus próprios dons, em seus sangues e era com aquele sangue que nós também nos defenderíamos, até o último momento, enquanto sobrasse algo.
Logo os mantos vermelhos foram despidos, revelando totalmente cada membro de nossa grande família.
Em todos os corpos, nas partes onde a pele estava à mostra, alguns até em seus próprios rosto, podia se ver sinais, inscrições em diversas línguas, símbolos de diversos mitos, tatuados.
Eu tentei me concentrar nos rosto para gravá-los em minha memória, era tãi incomum um Ritualista aparecer daquela maneira em uma batalha. Seus rostos sempre cobertos ou pelos mantos ou por máscaras, para ocultarem suas identidades. Aquilo era um claro sinal de que todos sabiam que não haveria mais necessidade, depois do que aconteceria.
Eu passei a mão pelo meu rosto, seguindo as linhas do desenho que eu havia feito há pouco, depois olhei para as marcas que desciam pelo braço, terminando nos pulsos, cobrindo uma série de cicatrizes de batalha.
Peguei o diário caído no chão e minha espada, naquela ocasião ela realmente me pareceu um fardo e me levantei do sofá, caminhando em direção ao grupo.
Seiren se afastou da janela e se juntou ao grupo desarmado, eles conversavam baixo demais e rápido demais para que nós, humanos, pudessémos entender algo, embora ninguém prestou realmente atenção à isso, sabíamos que se houvesse algo de interesse comum esse algo seria dito em voz alta, como sempre havia sido.
- ...nós escolhemos esse caminho e somos abençoados, pois já vivemos muito mais do que qualquer outro ser humano viveria - meu marido discursava para nossos familiares, inspirando-os para a última batalha. Uma pena eu só ter me atido ao discurso no seu encerramento e não poder transcrevê-lo por completo, mas só isso basta. Já haviamos vivido muito além do esperado e obtido grandes feitos. Mas tudo que sai da ordem da natureza é cobrado por ela mesma e havia chegado a hora do pagamento.
Ao fim do discurso cada um tomou um ponto, se concentrando em seus próprios rituais, arrumando suas runas, suas armas.
Logo o grupo que estava desarmado começou a se movimentar, os olhos brilhando num vermelho intenso. Seiren tirou de sues bolsos um punhado de moedas e começou a brincar com elas, passando-as rapidamente de uma mão à outra, sem deixá-las cair.
Alessandra, a sábia irmã de meu, abriu seu grimório e começou a pronunciar uma série de encantamentos, enquanto outros membros de minha família, faziam inscrições nas paredes, a cada nova frase pronunciada por ela.
Meu belo Eleazar ficanva pequenas adagas em vários pontos da sala, logo tudo estava terminado e as paredes brilharam com uma luz azul cintilante por um breve momento. Aquilo tudo era para me proteger. Meu coração se apertou ainda mais com aquele pensamento, pois eu tinha certeza que Eleazar me dera a missão de relatar nossa história, apenas como pretexto para que eu ficasse segura o máximo de tempo, para que, se na mais remota hipótese, eles conseguissem a vitória, eu não precisasse passar pela batalha.
Mais rituais começaram, humanos e vampiros trabalhando juntos, derramando seu sangue sobre as munições, sobre incrições, sobre lâminas de espadas. Um bebendo o sangue do outro, não com a intenção assassina que deveriam ter um contra o outro, mas com a intenção de poder salvar, ajudar de alguma forma, trazer mais poder e força.
Seiren parou de brincar com as moedas foi até a janela e olhou mais uma vez para fora, suspirando, mas dessa vez eu não ouvi, a sala estava cheia de vozes por conta dos rituais, alternando entre sussuros e vozes elevadas, selos postos nos mais diversos lugares, se espalhando, correndo para fora do cômodo, como se as letras ganhassem vida, seguindo a linha de luz azul, que em instantes desaparecia.
De repente se fez o silêncio, todos nós tomados por aquela sensação. Senti os pêlos dos meus braços se arrepiarem, um calafrio pelo espinha.
Sem dizer uma palavra sequer Seiren tocou a parede ao lado da janela e ela se tornou algo translúcido, algo que se podia atravessar facilmente.
Todos olhamos através daquele espelho d'água, vendo o imenso mar de olhos vermelhos que se aproximavam, vindo de todas a direção, fazendo um cerco em volta da casa.
- Ao menos nossas crianças estarão a salvo.. - A voz de Alessandra me tirou da onda de pânico que me tomou, eu nunca havia visto tantos juntos.
- É agora Emmeline... - Eleazar disse indo até o fundo da biblioteca e abrindo um armário de fundo falso. Eu sabia o que tinha que fazer mas meu corpo se recusou a obedecer minha mente. Eu continuei a olhar aquele mar vermelho. Meu coração bateu descompassado quando o grupo de amigos de Seiren começaram a atravessar a parede translúcida e pular para fora, indo em direção aquele mar de bestas sedentas. Ela me lançou um último olhar antes de pular também e então não pude ver mais nada, pois a parede voltou ao seu normal.
Eleazar me arrastou impacientemente até o armário e praticamente me jogou lá dentro, fechando a porta em seguida. Eu me concentrei, sabia que ele estava certo e que eu precisaria agir.
Peguei um pequeno punhal de ouro, soltando a espada e o diário e comecei a desenhar o selo que protegeria aquela porta de armário. As incrições em meu rosto arderam e logo o sangue escorreu. Eu rapidamente passei a mão no rosto e com as pontas dos dedos cheias de sangue, cobri as marcas feita na porta, em poucos segundos estava acabado.
eu me virei, peguei a espada e o diário e comecei a descer a escadaria que antes estava oculta pelo fundo falso. Eu senti o sangue subir pelo meu corpo e tomar meus olhos, tornano-o tão escarlate quanto dos meus amigos vampiros e logo a escuridão se ascendeu. Eu podia enxergar detalhadamente cada aspecto da escuridão, cada degrau da escada, cada inseto que se movia e logo eu cheguei à mais uma porta, tireu uma chave do bolso e destranquei-a, entrando e trancando-a em seguida. Parei me virando para ela e dessa vez as tatuagens em meus braços se ascenderam. Eu encostei as duas na porta e quando vi o sangue escorrer me afastei, gravando dois punhas de ouro, um em cima e outro embaixo.
Eu sabia que todo aquele esforço só adiaria o inevitável caso eles conseguissem passar pela primeira defesa, todos os Lobanovs, todos os Dimedenkos. Adiaria o inevitável por muito pouco tempo.
Eu passei por mais quatro portas,seguindo o mesmo ritual e quando finalmente cheguei à sala final, sufocante, sem janelas, escura como a morte deveria ser, já me encontrava exausta por todo o sangue despendido. Senti meu rosto frio, meus braços dormentes.
- Um último selo... eu preciso terminar isso... - eu sussurrei para mim mesma.
Aquele seria meu último ritual, o que mais me cortava a alma de executar, mas só eu poderia executá-lo, só eu tinha uma segunda vida para sacrificar, uma segunda vida dentro de mim, a quem eu deveria proteger e amar, mas a quem eu infelizmente estava entregando ao mesmo fim trágico de todos os que ficaram e enfrentariam esta noite.
Fui até o centro da sala e peguei o pequeno frasco que Kairen havia me entregado, um dia antes. Fiz um grande círculo com o sangue que havia lá dentro, tomando cuidado para que não houvesse uma parte sequer do círculo desconectada à outra por não haver sangue. Asism que terminei me agachei dentro do círculo e comecei a escrever, contra o chão de madeira, feito especialmente para aquele ritual, com a minha última adaga de ouro. Quando terminei as inscrições me ajoelhei no centro do círculo e comecei a pronunciar calmamente as palavras que haviam nas incrições. Minhas mãos trêmulas ergueram a adaga até meu a região do meu ventre, meu coração acelerou e um gostod e sangue encheu minha boca, minha voz falhando, respirei fundo e continuei a pronunciar o encatamento, meu coração se acelerando mais a cada nova palavra, quando eu disse a última palavra, obriguei meu braço a se erguer mais à frente e voltar rapidamente, rompendo o meu manto e a minha pele facilmente com a lâmina afiada da adaga. Todas as runas desenhadas em meu corpo brilharam intensamente, me transformando em uma bola de luz azul, iluminando todo aquele sufocante cômodo por alguns segundos. O sangue escorreu pelo manto, tocando o chão quando me curvei de dor. Ao tocar nas incrições na madeira elas brilharam como se houvessem sido tocadas por brasas. Tudo foi muito rápido e logo estava terminado, meu corpo por fim caiu exausto e eu deixei as lágrimas lavarem meu rosto, espalhando a tinta usada para desenhar as runas. Aquele ritual nunca havia sido executado e só o tempo poderia dizer se havia dado certo.
Eu senti o teto sob minha cabeça tremer, a batalha já havia começado. Tratei de me erguer o mais rápido que pude, engolindo minha dor física e esvaziando a minha mente. Eu ainda tinha uma última missão á cumprir... "





depois me dediquei a invadir a mente do Humano Haziel ele parecia só ter olhado imagens, imagens de três mulheres jovens quem poderiam ser.

Spoiler:

Spoiler:

Spoiler:



será que a ultima peça estaria na mente da minha protegida poderia esperar a ela me contar mas não tinha tempo para isso este lugar tava ficando tedioso comecei a ler os seus pensamentos o que ela lembrava me pareceu interessante o nome Denis

Charlotte:


Os patriarcas da família eram Alissa e Angelique, havia também Seiren, irmã do casal, mas o nome dela aparecia riscado. Os filho que seguiam nessa árvore eram Alana, Aledra, Ameliana e Denis


Nome: Alana Kalladori

Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
Raça: Vampiro (rank S)

FAMÍLIA

Pais: Alissa e Angelique Kalladori
Cônjuge (se tiver): Denis Kalladori
Filhos(se tiver): Não
Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori e seu irmão Denis.
Relacionamento Familiar: Alana sentiu muito a morte de seu pai que acabou por enlouquecê-la e modificá-la por completo, fazendo-a agir como criança

Psicológico

Personalidade: É a mais jovem entre os irmãos Kalladori, espontânea e alegre, não vê nada de anormal em se relacionar com humanos mesmo que vá almoçá-lo em breve. É considerada a mente mais aberta da família e é também bastante exibicionista. Até sempre atrás de Denis como um cachorrinho alegre e muitas vezes fala demais.
Elemento - Gravidade

PESSOAL

Nome: Aledra Kalladori

Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
Raça: Vampiro (rank S)

FAMÍLIA

Pais: Alissa e Angelique Kalladori
Cônjuge (se tiver): Não
Filhos(se tiver): Não
Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori.
Relacionamento Familiar: Aledra é bastante independente do resto dos irmãos e passa a maior parte do tempo junto a Laurent, pesquisando.


Psicológico

Personalidade: É bastante calma e sua expressão está na maior parte do tempo vazia, tolera o contato com humanos de uma forma mais abrangente do que Ameliana. Na maior parte do tempo parece estar distante dos demais falando apenas quando alguém lhe dirigi a palavra, poucos sabem que ela está simplesmente estudando a todos ao redor e as possibilidades quem teria se um combate acontecesse naquele local devido a incostância de seu poder.

Elemento - Fogo

PESSOAL

Nome: Ameliana Kalladori

Idade/Local de Nascimento: Região da atual Lituânia (costumam se referir ao local como Outlaw)
Raça: Vampiro (rank S)

FAMÍLIA

Pais: Alissa e Angelique Kalladori
Cônjuge (se tiver): Denis Kalladori
Filhos(se tiver): Não
Outros parentes: Sua irmãs Alana e Aledra Kalladori.
Relacionamento Familiar: Ameliana vive em um mundo a parte onde humanos são comida e só existe uma pessoa além dela, Denis Kalladori.


Psicológico

Personalidade: parece sempre entediada e está em constante sede, embora se controle ficando extremamente mau humorada. Sente muito sono de manhã e claramente não aprova a relação entre humanos e vampiros tolerando apenas os hunters com quem convive e considerando todo o resto como comida. Sua aparência é frágil porém intimidadora, embora muito poderosa, seu poder só afeta humanos o que a faz muito dependente de escudos em combate.

Elemento - Matéria




si não mal lembrava foi uns dos atacantes, mas seria bom confirmar com os ali presentes esperaria todos eles dar a sua versão dos fatos para depois intervir
Abri novamente meus olhos em quanto imaginava todas essas informações y teria mas si não fosse tudo queimado, fiquei do lado da porta calado em quanto escutava os demais falarem
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Loveless McKnight em Dom Maio 27, 2012 8:23 pm

BARON

Havia passado em todas as salas possíveis para dar o aviso de que ele agora trabalhava como coordenador daquele estabelecimento...
Todo aquele trabalho para nada... pelo menos, não ainda...
Levaria algum tempo para que começasse a exercer a sua real função, visto que no único momento que pôde parar para descansar em sua sala, avistou sobre a mesa um papel, convocando-o para um trabalho especial.
Ele o pegou, e leu, com um pouco de desinteresse. Dizia que deveria ir até a diretoria, falar com o diretor.

Assim, ele soltou uma baforada fumaçenta, visto que queria descansar, ao menos por um momento...
Foi até a diretoria, um pouco insatisfeito, e falou com o diretor.
A ele fora informado que deveria supervisionar as investigações sobre os responsáveis pelo ataque à Academia, visto que ele trabalharia com alguns alunos. Era crucial que esse trabalho fosse secreto, e a identidade dos alunos participantes não poderia ser revelada. Foi então que soube estar atrasado... já deveria estar no local indicado.
Baron aceitou, mais inconformado saindo da sala do que quando entrou nela, sabendo que teria que trabalhar com um bando de "crianças".

Pegou um táxi até o local indicado, a biblioteca do conselho.
Ao chegar lá, viu que realmente já devia estar bem atrasado.
Havia alguns, poucos, jovens ali, e um forte cheiro de queimado, acompanhado de cinzas de papel...
Olhou para a mesa e viu um monte de papéis queimados e alguns ainda inteiros ou quase inteiros.
Ao se aproximar, percebeu que pareciam o tipo de informação necessária para essa investigação, sendo alguns, fotos.

Aparentemente, houve um incêndio de algum tipo, e os papéis foram queimados, apesar dele não fazer a mínima ideia do que aconteceu ali.
Baron realmente não queria fazer nada, ali, afinal, era apenas o supervisor. Talvez, com um pouco de tempo, ele se interessasse pela investigação.
É aí que entra sua bipolaridade.

Ele olhou para os papéis e para as fotos, e com uma expressão extrema de tédio, falou alto, caso houvesse fuzuê, para que todos os alunos ouvissem.


- Tá legal. Como vocês já sabem, eu sou o coordenador da Academia. O diretor me apontou como supervisor das investigações, mas eu ainda não estou a pá de todas as informações. Me digam o que diabos aconteceu aqui, enquanto eu não tinha chegado, e façam um resumo das informações que já possuem. Depois eu leio tudo o que deve ser lido. Já perdi muito tempo... falem!

Baron apenas continuou fumando seu charuto, enquanto esperava algum dos alunos lhe fazer o requerido resumo.
Estava sério, com cara de que estava tendo um mal dia...
De fato, o dia não tinha sido tão ruim até o momento que ele foi mandado para lá.
Caso houvesse demora demais, ele começaria a ficar irritado, e provavelmente, seria bem rude com eles...
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por The Storyteller em Seg Maio 28, 2012 5:34 pm

    Charlotte ouviu todas as considerações e informações das pessoas que ali estavam.
    Aimée Dolohov falou sobre os fatos que lera, dizia que se tratava de um relato, algo que falava sobre a construção de uma vila, uma espécie de texto histórico. Dois nomes apareceram no texto: Kalladori e Lobanov.
    Raphael Grifftis por sua vez havia conseguido ler um texto mais longo, portanto muitas das informações se perderam na mente dele, mas ainda assim ele relatou em síntese o que leu.
    Era uma espécie de diário, onde alguém relatava suas informações de modo um tanto pessoal sobre o que ocorrera numa noite de luta.
    Passava-se numa biblioteca, com muitas pessoas reunidas e essas pessoas aguardavam um ataque poderoso que estava por vir, certos de que morreriam.
    O termo ritualista é usado diversas vezes, denominando o que parecem ser bruxos, ou talvez feiticeiro. Magia é usada, bem como o sangue de vampiros.
    Outro nome interessante surge: Kairen. Não era aquele o professor de geografia do colégio?
    Houve também o que se poderia dizer um sacrifício de uma vida humana para a realização e um ritual. Mais qual?
    Kenner então se manifestou após o relato de Raphael Grifftis, ele se concentrou, parecia ler a mente de cada um, o que era deveras incômodo e nada sutil, e então Charlotte tomou a palavra, logo depois que um homem se dizendo o coordenador da Cross entrou na sala.
    Ela o ignorou, estavam fora da Cross, se Yuriev o escolhera ou não era problema deles.
    - Eu li sobre o clã Kalladori, sobre a família em si. Aparentemente eles são oriundos da Lituânia. Os Patriarcas são Alissa e Angelique Kalladori e eles tiveram quatro filhos, um homem e três meninas.
    - O homem se chama Denis e aparentemente ele é casado com a irmã Alana. A vampira é capaz de controlar a gravidade enquanto ele não é citado seu poder, na verdade só foi citado o nome dele.
    - A outra irmã se chama Ameliana e seu pode ré sobre a matéria. Não explica muito, portanto nãos ei do que se trata, do que ela é capaz de fazer com isso.
    - A última irmã é tratada como uma espécie de arma de guerra e se chama Aledra e o poder dela é o domínio sobre o F.... - antes de terminar sua frase o corpo da vampira transformou-se no que se assemelhava muito num carvão em brasas, através de rachaduras de sua pele via-se o interior laranja, como se o fogo a consumisse por dentro.
    A pele pálida tornou-se esbranquiçada e então se partiu, como porcelana, caindo, desprendendo-se do corpo e se transformando em cinzas antes mesmo de tocar o chão.
    Agora o corpo todo era consumido por aquelas brasas, despido, as formas femininas ardiam, a carne vermelha borbulhava enquanto diversos pedaços de brasa pareciam colados a ela.
    Não demorou muito e tudo ficou preto como um carvão usado, logo se desfazendo em cinzas e caindo diante deles, erguendo uma fumaça fétida do chão, que lembrava muito carne de porco queimando.
    Kenner correu para acudi-la e nesse momento, um zunido cortou o ar e o corpo dele tombou para frente. Uma estaca de madeira trespassando-o na altura do peito, certamente paralisando seu coração.
    Seu corpo caiu sobre os joelhos e depois sobre o chão, o rosto batendo no mármore frio enquanto a madeira que o atravessara simplesmente se desfazia em serragem.
    O dano fora grande, seu coração estava praticamente destruído e ele estava beirando a morte.
    Num instinto de preservação natural, o vampiro entrou em estado de torpor, sua consciência se extinguindo em poucos segundos.
    - Vocês - uma voz surgiu a esquerda do grupo, próximo às prateleiras e eles puderam ver Angelique próximo a uma lareira. Era estranho, mas ela estava num vão entre a lareira e uma estante, como se houvesse uma entrada secreta ali - Venham, rápido! O conselho foi invadido!
    Ela então sumiu no vão e realmente revelou-se uma passagem secreta, mas para onde levava?
    O grupo seguiu atrás da vampira, cada qual com sua reclamação ou motivo, deixando os dois corpos para trás.
    Ao chegarem à passagem, notaram que um longo lance de escada se desenrolava e o ar que vinha debaixo era frio, úmido e as paredes eram coberta de salitre.
    Sem a necessidade de tochas ou qualquer fonte de luz, os vampiros se moviam agilmente, mas Donovan certamente teria problemas ali.
    A passagem fechou-se pouco depois que eles entraram, o som de pedra sendo arrasta a contra o chão se fazendo ouvir.
    A trancos e barrancos, ao menos da parte de Donovan, o grupo chegou a um local, uma sala redonda onde tochas começavam a ser acesas.
    Angelique estava no centro da sala, uma expressão aflita, os olhos corriam de um lado para o outro sem focar em nada enquanto ela apertava suas mãos.
    - Eles vieram me matar! Eu sabia, nunca deveria ter ajudado aos caçadores! Estão considerando traição o que fiz e agora querem minha cabeça! - ela repetiu de modo aflito, começando então a andar de um lado para o outro.
    - Temo tanto por mim e por minha filha, eles nunca perdoam ninguém! - ela então olhou para o grupo - V-vocês leram muito daquilo? Conseguiram alguma informação importante? Oh meu céus, eu sinto tanto por seus amigos! - ela cobriu o rosto com a mão, tremia, visivelmente assustada, mas ao que parecia ela sabia quem fora responsável por aquilo.
    Notas da missão:
    - Caso alguém queira tentar compreender o que Charlotte ia dizer no fim da frase role um teste de INT com dificuldade 7.
    - Identificar um possível atacante pela aura ou cheiro, role um teste de percepção com dificuldade 6 (para saber se é lobo, ou vampiro, etc).
    - Prazo de duas semanas para postagem (término em 11/06), ou conforme forem postando.
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Loveless McKnight em Qui Maio 31, 2012 4:10 pm

BARON

O Coordenador mal havia chegado à biblioteca, e já havia sido desrespeitado. Não gostou nem um pouco disso. Gravou bem aquele momento, em que havia sido desrespeitado por uma das alunas. Ela já estaria em sua lista negra, quando retornassem à Academia.
Mesmo após ter sido ignorado, Baron controlou um pouco sua ira, pois, apesar de tudo, não tinha muito prazer em agredir mulheres. Deixou-a falar.

- Eu li sobre o clã Kalladori, sobre a família em si. Aparentemente eles são oriundos da Lituânia. Os Patriarcas são Alissa e Angelique Kalladori e eles tiveram quatro filhos, um homem três meninas.
O homem se chama Denis e aparentemente ele é casado com a irmã Alana. A vampira é capaz de controlar a gravidade enquanto ele não é citado seu poder, na verdade só foi citado o nome dele.
A outra irmã se chama Ameliana e seu pode ré sobre a matéria. Não explica muito, portanto não sei do que se trata, do que ela é capaz de fazer com isso.
A última irmã é tratada como uma espécie de arma de guerra e se chama Aledra e o poder dela é o domínio sobre o F....


Houve uma súbita pausa no discurso da aluna, e algo extremamente bizarro aconteceu. Era como se ela havia se transformado em carvão. Queimava, por dentro, e isso era visível pelas rachaduras que surgiram em sua pele. Era como solo vulcânico. Bizarro, realmente.
Baron não conseguiu evitar de ficar um pouco assustado com aquilo. Ainda pensando sobre o que a garota estava dizendo, mas sem perder o foco na situação atual.
Um dos alunos foi correndo para ajudá-la, mas Baron já tinha um mau pressentimento quanto a aquilo. Tentou segurar o garoto, pedindo para ter cuidado.

- Ei, garoto, ESPERE... - !

Tarde demais...
Ouviu um zunido estremecedor, e logo o garoto também estava ao chão.
Baron tentaria fazer algo. Ia tentar perceber a origem do disparo, e ver quem era o atacante, mas não houve tempo. Fora interrompido.

- Vocês! Venham, rápido! O conselho foi invadido!

Antes de checar a origem desta última voz, Baron soube que não teria como olhar, mas enquanto saía dali, poderia ao menos tentar perceber a aura ou o cheiro do atacante, perceber o que era. Era o tipo de coisa que, se conseguisse perceber, manteria para si mesmo.

Teste de Percepção para identificar aura ou cheiro do atacante:

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Olhou para trás, para ver de onde vinha aquela voz, e havia uma mulher, a quem não conhecia, no vão, entre a lareira e uma estante. Devia haver alguma passagem secreta por ali, e todos seguiram naquela direção.
Baron não sentia culpa pelo trágico destino daqueles dois, só um pouco de preocupação, visto que o próximo poderia ser ele.
Os dois morreram por algo que fizeram para merecer aquilo, e ele sempre acreditou nisso. Por mais que um dia pudesse chegar sua vez, ele ainda tinha muito a fazer ~

Ele começou a pensar, meio rápido, assim que entrou na sala, para tentar perceber o que a garota ia dizer. Começou a analisar o contexto de toda a sua fala. Apesar de não saber muito sobre o que ela estava falando, percebeu que ela mencionou três irmãs, sendo que uma delas, a primeira, é a única menção que Baron já ouviu sobre algum vampiro com o mesmo poder que ele. Controle da gravida. Realmente, era incomum.
A segunda, tinha um poder mais incomum ainda: controle sobre a matéria. Isso seria um poder e tanto. Mas, partindo para a terceira, onde tudo o que sabia era que ela era usada como arma de guerra. Tinha que ser um poder que ganhasse batalhas.

"Poder de guerra... domínio sobre algum poder que comece com 'f'... poderia presumir que é o futuro, mas eu posso estar errado... fogo? Talvez... pensa, idiota... o que pode ser...?"

Baron continuou pensando... provavelmente, se conseguisse presumir a palavra, não diria nada, até que alguém levantasse a pergunta. Estava um tanto irritado com aqueles pirralhos, por terem o desrespeitado, além de que nem mesmo queria estar ali...
Continuou pensando, até que...

Teste de INT para presumir a palavra:

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8


A mulher começou a falar. Ele podia ver que ela estava extremamente nervosa. Andava de um lado para o outro.

- Eles vieram me matar! Eu sabia, nunca deveria
ter ajudado aos caçadores! Estão considerando traição o que fiz e agora
querem minha cabeça! Temo tanto por mim e por minha filha, eles
nunca perdoam ninguém! - ela então olhou para o grupo - V-vocês leram
muito daquilo? Conseguiram alguma informação importante? Oh meu céus, eu
sinto tanto por seus amigos!

Baron se irritou um pouco, pois dois morreram, e ele mal havia chegado ali. Queria alguns esclarecimentos do que havia se metido. Antes que alguém pudesse dizer ou fazer algo, ele se aproximou da mulher, com uma expressão séria, ainda em pé, e perguntou:

- Tá certo... eu não queria estar aqui, e dois já morreram logo que eu cheguei. Quero saber no que estou metido, agora. Quem é que fez isso? Quem está atrás de você? E traição por quê?



[OFF: caso ela não responda a pergunta, gostaria de pedir um teste de intimidação, para que ela fale.]
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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Bells em Qui Maio 31, 2012 8:03 pm

Aimée Dolohov

Minha vontade era poder invadir cada uma das mentes das pessoas ao meu redor e descobrir exatamente o que cada uma delas tinha lido e visto. Dessa maneira, eu teria certeza das informações e poderia agir de maneira mais direta e limpa... Como poderia lidar com informações tão claramente imcompletas? A maioria das pessoas sequer falara alguma coisa, preferindo guardar para si o que sabia... Teria de arranjar alguma maneira de conseguir o que precisava, engoli em seco quando vi dois de nós simplesmente desaparecerem a minha frente. Tinha de descobrir o que acontecera a eles, o que acontecera a ambos, mas não tinha tempo para tanto. Precisava conseguir o que queria, e isso era, simplesmente, conseguir que eles me dessem o que precisava. Precisava que eles me deixassem coletar as informações em seu sangue... Mas não teríamos tempo para isso. O Conselho fora invadido, essas eram as palavras de sua líder. Tinha de fazer algo para isso, precisavamos proteger essa puro-sangue pelo o que ela era, e não apenas por sua posição. Era nosso dever. Rapidamente a segui, sem me importar realmente com os outros. Eles eram, agora, apenas peças no jogo de poder que estava acontecendo a nossa volta. Eu mesma não passava disso, mas sempre fora apenas isso, não era diferente agora, e tudo o que podia fazer era aceitar isso e tentar conseguir novas informações. Seguindo Angelique pelos corredores, escuros, frios e claustrofóbicos, queria saber exatamente para onde ela nos levava, e se não seria mais seguro tentarmos apenas sair correndo dali o mais rápido possível. Mas... O que ela tentara dizer? Poderia ser o que? F...

Inteligência 8 - Dificuldade 7
Bells efetuou 1 lançamento(s) de dados D8 (Imagem não informada.) :
4

Apenas uma palavra pensada, que ela apenas dissera uma letra, a fizera entrar em combustão espontanea. Era algo ainda mais perigoso do que o esperado essa missão... EStudioso, realmente, mereceriamos muito mais que isso depois desse dia, e desse susto. Tinha de cuidar de Angelique, então assim que chegamos a câmara que parecia ser o destino final dela, sorri, pensando quem poderia ser nosso inimigo. Desde que saíramos de lá, sentia o cheiro, tentando identificá-lo e saber que tipo de sangue fora derramado, além do nosso, de vampiros. Seria nosso inimigo outro de nossa espécie? Tinha de usar toda a minha habilidade, talvez meu elemento pudesse me ajudar nesse ponto. Sangue... Mesmo que estivesse dentro do corpo da pessoa, era o que eu usava. Era isso que me fortalecia, e também o que me ajudava a entender o que estava acontecendo agora. Tinha de conseguir o que queria, que era saber o que esse inimigo poderia nos fazer. Saber disso dependia apenas de minha habilidade para identificar a espécie, e o nível desse inimigo. Depois poderia cuidar para que Angelique se controlasse e explicasse ao certo quem era nosso inimigo. Precisavamos saber com o que e com quem estavamos lidando se queriamos ter sorte nesse local, e conseguir o poder que precisavamos para vencer qualquer coisa que nos atacasse... Não nos conheciamos. Era um risco a mais. Fechando os olhos, me concentrei completamente no cheiro, tentando também sentir a vibração do sangue.

Obs: Não sei se o elemento Sangue tem algum fator de ajuda nessa rolagem.
Bells efetuou 1 lançamento(s) de dados D8 (Imagem não informada.) :
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Um inimigo... Bem, o que sabia era isso. Agora, tinha de me concentrar na puro-sangue aqui. Ela tinha de nos dar a informação, mas não seria nada fácil dobrar a vontade de uma puro-sangue. Ela não era como nós, era mais forte e mais importante que qualquer um de nós, tinha mais poder. Calma e com um pequeno sorriso no rosto, olhei para todos que estavam a nossa volta. Tinha de saber quem eram nossos inimigos e quem eram os aliados que tinha a minha volta, se podia confiar neles a vida de Angelique e a minha. Baron... Um zelador. Tomaria cuidado com ele, mesmo sabendo que não era o mais impotante agora. Mantendo a expressão séria, mas ainda assim calma, encarei os outros, procurando entender o que sentiam. Me aproximei um pouco de Angelique, mas não o bastante para me tornar uma ameaça. Não era o que queria, que ela me achasse uma inimiga. Queria, antes disso o contrário. Ela tinha de ser minha aliada, ainda mais agora, que lutavamos por nossas vidas.

-Lemos... Algumas coisas interessantes. Mas não foi muito. Grande parte de perdeu nas chamas. Agora... Disse que fomos atacados... Que eles não gostaram de suas ações... Queremos ajudar. Mas precisamos saber contra quem lutamos... Quem invadiu o conselho?

Era um pergunta simples, e tantara manter o tom educado. Não queria que ela pensasse que a desrespeitava. Ela era importante e perigosa de mais para ser obrigada a falar qualquer coisa. Se quisesse, nos informaria por si mesma. Mas o nome Angelique, ligado aos outros, mesmo que agora com outro sobrenome... Poderia ser a mesma pessoa? Teria de estar atenta a qualquer demonstração, ou sinal, de que estava certa em minha suspeita. Jamais poderia atacar uma mulher como ela, ou mesmo tentar intimidá-la. Seria suicidio fracassar.

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Bells

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Re: ..:: Poison of Kalladori ::..

Mensagem por Haziel em Seg Jun 04, 2012 1:25 pm

warning! danger!


Tagging: Angelique, todos na missão
Notes: Post 2 da missão. Desculpa não postar antes, problemas de saúde. ;p

Donovan escuta atentamente as outras pessoas falando sobre o caso, quando durante uma das revelações, a garota incandesce e vira cinzas, outro recebe uma estaca no peito e morre, a arma se desfaz, não deixando nenhum vestígio dos atacante. Um alerta de Angelique. Academia invadida? Não diga...

Imagens e sons rodam a cabeça de Donovan enquanto ele corre para a passagem escondida. Sombras, pequenas luzes, o movimento. Ele segue os movimentos mas não é o suficiente, ele tenta escutar os passos, as pessoas ali são muito ágeis e se locomovem muito rápido, mas ele ainda consegue identificar saltos e sapatos tocarem o chão. Até que ele tropeça e cai sobre a escada não identificada no escuro. Como um macaco, ele sobe a escada com a ajuda das mãos para não tropeçar novamente, não é tão rápido quanto correr, mas é o melhor jeito quando se está na escuridão.

As tochas que se acendem acabam virando seu guia final e ele termina de subir a escadaria em pé. Ele se aproxima das pessoas que ali estão, de modo a se posicionar defensivamente, tentando não ser uma presa fácil. Parece que ninguém foi pego enquanto subia. Mas...

Angelique expõe seu medo de morrer. Morrer parecia fácil mesmo. A mulher estava descrevendo as características dos filhos de Angelique e de repente morreu do nada como se magma surgisse dentro dela... Que chance Donovan tinha de resistir aquilo? É uma situação tão perigosa quanto seu pesadelos, só que dessa vez acordar não o salvará. O garoto coloca as mãos no rosto, com os dedos entrelaçando os cabelos. Pense. Rápido. O cara morreu com uma estaca, mas não havia nenhuma arma ali pra disparar, o objeto parece ilusório, mas não era. Como?

Seus ouvidos captam a pergunta de Angelique. Informações. Sim. As informações de Charlotte estão em sau mente assim como o ataque brutal. Se eles estiverem conectados. Tudo está conectado. Os livros, o fogo, as fotos, a descrição da mulher. Os Kalladori devem estar ali. Quem mais ousaria atacar este grupo e ainda causar medo em Angelique? Difícil dizer. E ela ainda parece temerosa. Mas... Donovan olha em volta de si. O local todo fechado. Um beco sem saída? Não brinca.

- Estamos presos aqui.

Considerando que as irmãs controlam elementos, seriam esmagados ali. Aliás, não, uma delas controla a gravidade. Donovan olha para o teto. Vai que lá possuem espinhos como em jogos de vídeo game com construções similares. Mas não. As rochas parecem bem sólidas e presas para serem movidas. A outra controla a matéria...

- Oh, Lord... - murmura.

Se ela conjura matéria, ela pode conjurar espinhos. Com a gravidade, adeus... Donoan de repente levanta a cabeça, como se tivesse uma idéia. Oh! Wait! A estaca! Uma pode ter criado e a outra arremessado. Só isso faria sentido! Se isso for verdade, os livros queimando e o corpo da mulher virando cinzas... Deve ser o poder da outra irmã... Ou do irmão... As evidências apontoam o trio feminino, mas não se pode descartar todos.

- A-acho que... São seus filhos... Angelique... - diz baixo, sem certeza.

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