Prólogo

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Re: Prólogo

Mensagem por Convidad em Seg Dez 24, 2012 1:16 pm

Dante Vorherrschaft


Infelizmente Yuriev estava ocupado e Dante resolveu mudar de curso e seguir rapidamente para dentro da Acadêmia devido à fraca luz da manhã que irritava seus olhos. Na verdade, ele era um vampiro bastante resistente aos efeitos da luz do dia, mas ainda estava fraco por causa de seu último feito, era uma pequena conseqüência que logo acabaria, diferente do outro que teve seu fim.

Mas antes que ele pudesse sair dali, uma presença forte chamou sua atenção. Uma sangue puro se aproximava.
Dante não reconhecia a ressonância daquele poder, não mantinha interesse ou curiosidade ignorando aquele fato, até que a mesma o chamou. Ele girou nos calcanhares e bateu o olhar numa vampira franzina loira de estatura alta, deveria ter seus 1,70m. Ela vestia roupas negras estilo Lolita gótica, muito ingênua para os olhos do vampiro.

– Na verdade, conheço algumas pessoas. Não sou novato na Acadêmia Cross. – ele sorriu cordialmente, encarando a vampira que simplesmente havia brotado na sua frente. Dante fitou minuciosamente a loira procurando algum vestígio que pudesse reconhecer a procedência da sangue puro que estava ali, ele não sabia quem ela era mesmo ambos pertencendo ao mesmo patamar de nobreza.

– Você está perdida? – Dante ergueu a mão livre e mostrou a grandiosidade do local onde estavam, mostrando os complexos de prédios em torno do estacionamento. – Há muitas pessoas aqui que poderiam lhe guiar pelo local. – o sangue puro estreitou o olhar, sinalizando com os olhos na direção de Yuriev que estava ocupado conversando com as duas garotas. – Está com sorte, porque o diretor está alguns metros de nós.


Convidad
Convidado


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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Seg Dez 24, 2012 1:47 pm

Aledra Corleone

Sorri um pouco para ele, acompanhando seu olhar para o diretor Yuriev e as duas jovens, sendo que eu reconhecia ambas. A francesa nobre enviada para ser noiva de Jean e a mestiça Kuran... Nenhuma das duas seria um bom bichinho de estimação para mim, ambas eram relativamente treinadas anteriormente, e o diretor parecia cuidar da Kuran como se ela já fosse seu bichinho de estimação. Uma pena. Eu teria de encontrar um novo animalzinho para cuidar. Mas ainda teria tempo para procurar alguém que servisse ao que eu queria. Não me faltariam opções nessa escola cheia de vampiros, mesmo os mais fracos eram em numero significativo. Eu não pretendia realmente me emter entre ele e as garotas que o divertiam. Minha mãe me dissera para não ficar no caminho dele. Era melhor obedecer, ao menos dessa vez, a uma ordem dela. E também não queria arrumar confusões com o diretor tão cedo.

-Eu conheço algumas pessoas daqui, mas nunca estudei antes em uma Academia, muito menos nesta.

Enquanto falava, olhava para todos a minha volta. Jean e Gabriel estavam descendo do carro da família, o diretor estava poucos metros a frente, mas nada disso me deixava mais interessada em me aproximar deles. Eu queria apenas aproveitar esse dia para conhecer os outros dessa academia, isso sem falar que não pretendia ter uma posição de destaque como tinha no Conselho. Aqui eu era apenas mais uma aluna puro-sangue, nada além disso. E seria divertido ver como os demais lidariam com isso. Se bem que a minoria parecia sequer notar que eu existia, o que era uma mudança bastante bem vinda. Ao menos poderia passar quase despercebida no meio de tantos outros vampiros e seres misticos dessa escola. Seria divertido ver como as coisas aconteceriam nessa escola, agora que eu estaria aqui por perto, sempre olhando tudo a minha volta. Mas o vampiro a minha frente era o unico que me interessava, ao menos no momento. Talvez ele realmente pudesse me ajudar, se não me mandasse para perto do diretor novamente. Eu não queria conversar com ele nesse momento.

-Sim, eu sei. Conheço o diretor Yuriev. E conheço, ao menos no papel, a Academia. Sei onde estão os dormitórios e tudo mais... Só não desejo ter de falar com o diretor tão cedo. Sou Aledra Corleone.

Enquanto me apresentava, estendia minha mão, dentro da luva, para cumprimentá-lo.Gostaria de conhecer mais vampiros como ele, que realmente eram bem educados e respeitavam algumas das tradicionais formas de ser.


Cristal Nightingale

Ignorando as palavras de Andariel, apenas me sentei deixando para ele a decisão de vir comigo ou apenas voltar para suas proprias coisas. Eu não queria ter de pensar sozinha em tudo o que aconteceria nesse dia, mas não queria ter de voltar para dentro tão cedo. Ficara trancada dentro de casa praticamente todo o tempo em que estive de férias, e agora queria aproveitar que minha mãe não estava por perto e aproveitar o ar livre, o sol e as vozes das pessoas ao meu redor. Era bom assim, eu não me sentia sozinha, e muito menos solitária. Era bom estar cercada de tantas pessoas conversando e se reencontrando depois de tanto tempo longe umas das outras.

-Depois Andariel. As coisas podem esperar. Vamos apenas aproveitar esse lindo dia.

A pergunta dele era bem simples, mas ainda assim era a verdade. Eu me sentia bem assim, me sentia bem no meio da natureza, mesmo que fosse ela domesticada, como era nesse pequeno jardim de entrada. Arvores, plantas e flores eram coisas que eu conseguia entender, e mesmo que de maneira rápida, sabia como eram. Um toque, um roçar de dedos, e eu poderia ver a morte de uma pessoa, mas as plantas eram apenas isso, plantas paradas e que sempre estavam ali. Era bom estar assim, no meio de tantas coisas boas. Eu gostava de estar cercada pela natureza desse lugar.

-Sim, eu gosto de estar assim, em paz e perto de plantas. Me sinto livre.





Spoiler:
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Re: Prólogo

Mensagem por Dorii' em Seg Dez 24, 2012 3:13 pm

~Sakura Tsukino.

A viagem havia sido mais longa do que das outras vezes... Faziam quase 52h desde que havia saído do Japão. Estava cansada e um pouco relutante sobre sua volta mas nã havia mais como voltar atrás.
O taxi para à porta da academia, deixando a sua vista novamente aquele lugar.
"Será que vou aguentar tudo novamente?..."
Ela desceu, contemplando o lugar enquanto o taxista descia suas malas, o pagando e as deixando no local especificado para que os funcionários a levassem a seu quarto.
Ajeitou seu casaco, andando em direção a recepção. Alguns novos alunos já haviam chegado ao local, embora não fosse muita gente ainda.
Talvez em nenhum momento do dia aquele patio se encheria como das últimas vezes, a tragédia com certeza havia afastado muitos alunos e ela se perguntava se o padrão da escola conseguiria se manter com as verbas tão reduzidas.
Bem, aquilo não era algo que realmente importasse. Talvez o melhor seria que a cross fechasse suas portas de uma vez por todas. Sakura estudou na sede de Kain Cross no Japão, na França e no Canadá. Nenhuma delas havia durado, não ia adiantar continuar mudando a escola de país, parecia que aquele ideal de convivência sempre sucumbiria a vontade e ganância, esquecendo-se totalmente do ideal de Kain ao criá-la.
Ela se encaminhou a funcionária de verificação para registrar-se
- Onegai... Sakura... Tsukino.
Soava estranho para ela usar o Tsukino, o nome de seu pai, mas não haviam mais motivos para se esconder.
Após confirmar sua matrícula ela caminhou se sentando em um banco, olhando as pessoas ao redor.
Ela conseguia sentir as presenças espirituais nítidas de todos ali, as diferentes origens mesmo que não conhece nem metade delas...
" as coisas estão piorando... "
Ela sentia a presença de Yan no local e seus olhos seguiram até o encontrar. Ela o encarou por um breve tempo, logo virando o rosto. Não aguentava olhar o rosto daquele ser.
" Ruri não está aqui... Será que a irmã de Yan está realmente desaparecida?..."
Ela ficou um pouco aliviada por não encontrar sua desafeta, anda se lembrava do último encontro com Ruri Yuriev que quse lhe custou a vida e sabia que aquele momento não era o ideal para chamar mais problemas.
Sentiu um misto de alívio e tristeza de não encontrar nenhum de seus amigos ali.
Onde estaria Lohanne? Por um lado sua mente ficava aflitar em pensar uma justificativa para que a menina a perdoasse, embora pelo temperamento da ruiva sakura duvidasse disso... Mas somente ela sabia a afalta que a amizade de Lohanne fez e faria durante esse tempo, principalmente para enfrentar Charles caso ele aparecesse.
Sakura tinha sérias dúvidas se ele voltaria à cross. Soube só uma ou duas notícias dele em todo esse tempo que estiveram longe e temia encontrá-lo novamente embora achasse isso pouco provável.
"Ele sempre odiou isso... Duvido que volte à esse lugar ainda mais com Kagura ainda desaparecida... e se voltar, não riá olhar na minha cara... "
Ela prendeu o cabelo com um graveto ainda com a face meio pensativa, ajeitando os fios que lhe caiam sobre o rosto meigo.
Estava sentada um pouco distante dos demais alunos. Não queria chamar atenção e seu cheiro era algo que nenhum vampiro poderia ignorar.
Spoiler:
- O cheiro do sangue de Sakura é muito mais atrativo do que o de humanos comuns. Caracteristica hereditária exclusiva à descendência de sua mãe.
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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Seg Dez 24, 2012 6:11 pm

Kenner


Continuei olhando
a mina volta totalmente tranquilo o sol não dava onde eu estava quase os óculos
dava uma perfeita visão da coisa em quanto olhava o garoto aquele da Inglaterra
notei uma jovem com ele que procurava conversa seu cheiro y aura eram
conhecidas eu conhecia ela o pelos menos tinha visto ela em algum lugar seu
porte mostrava que não se tratava de uma vampira puro-sangue normal si não alguém
que se tinha que ter em conta meus olhos estava em ela y olhando a suas reação digna
de uma membra da alta dinastia vampira não me estranharia que fosse do
conselho, pera ai talvez eu conheça sua
aura de ali dos chachorros do conselho uma garota assim y falando com o filio
do pais do mestiço nada mal poderia ter coisa interessante ali mais o que esse cheiro
disse para mim tive que desviar a minha mirada
em direção a uma garota que estava quase dentro da academia já cheiro era muito apetitoso mais não valia a
pena correr riscos sem necessidade hoje em
dia não pude evitar relamber meus lábios ao sentir tão gostoso sabor mais a
minha mirada volto no casal de vampiros puro-sangue todos eles inclusiva a comida estavam alinhados
perto do yuriev o meu avo começo a falar



*Sim claro
eles adoram o velho também e o que tem mais poder por agora neste lado do mundo
mais com os problemas será que terá mais poder acho que terá muitos problemas
isso sim hahahha



A voz do
meu avo na minha mente não parava de rir y fazer comentários contra o diretor y
aquela garota puro-sangue também ele parecia reconhecer-la de algum lugar






Andariel


O jovem anjo escuto a garota y se sentou no chão
recostado do lado da cacau no chão mesmo ficando perto de ele lãs pernas da
garota que sim tinha se sentado vem ele estava sentindo o jardin. diretamente
olhando para o céu y procurando uma flor para dar para a jovem cega encontrou
dois jasmins pegou uma y foi dar para a
jovem y cacau se voto em guarda como não permitindo o anjo riu olhando a guia se voto de joelhos y votou o jasmim
nos cabelos da animal dizendo



- a cacau e
ciumenta, ela também quer uma



A cachorra
olho confundida mais gostou y lambeu a mão do anjo y deixou ele se aproximar da
jovem mais ele não sabia si ela gostaria nunca tinha tratado assim com mortais
os demônios não mereciam isto nunca jamais o anjo negou com a cabeça y mesmo de
joelhos extendeu a sua mão olhando a garota



- isto e
para você, não tenha medo



Fez que o jasmim
tocara a mão da jovem sem ele tocar nela para depois retirar a sua mão y voltar
ao seu lugar olhando novamente o céu ela se sentia livre aqui ele se sentia
livre com ela voltava a se sentir um anjo y sim saber também de novo estava se
sentindo um humano como ele desejo antes de perder a sua divindade
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Re: Prólogo

Mensagem por Kagura em Ter Dez 25, 2012 11:50 am



    Tempo. O que é ele se não uma grandeza pífia? Um fator que pode manter-se estático ou mudar tudo de uma hora para outra. Lento. Ele é completamente lerdo para vampiros. Eterno. Principalmente entre os de mais alto nascimento. Então como poderia ter mudado tão completamente em espaço de segundos? Virado minha vida de ponta cabeça a um limiar quase intolerável. É claro que tudo havia começado com o segundo desaparecimento de Sakura. Confesso que pensei em largar tudo naquela época. Mas ainda havia meu irmão e a procura por Melissa, e, claro, apenas por isso, continuei naquele lugar podre, ajudando aquela garota demônio que tanto odiava. Um objetivo? Apenas continuar o que fazia. Qualquer desejo que tivesse de continuar naquele lugar com o desaparecimento da japonesa havia desaparecido. Realmente era inacreditável que minha mente e meu ser estivessem completamente voltados a ela na época. Um verdadeiro inferno do qual pretendia me livrar junto à raiva que sentia.

    Raiva? Ressentimento. Minha vida se voltou totalmente às influencias negativas. Matar, capturar, caçar, enganar. Essas coisas tornaram-se mais rotinas que o normal para tentar nublar a maldita dependência. O sangue e a guerra tornaram-se meus únicos guias. A única coisa que me manteve em pé até o solstício, quando finalmente tive chance de matar Layla. Ela ficaria vulnerável durante o ritual. Seria o momento perfeito. Mas claro que isso foi estragado por um puro sangue com mania de grandeza. O vampiro atacou querendo a restauração dos poderes de demônio que ela pretendia. E isso acabou gerando efeitos adversos em meu irmão, que caiu quase morto. Murtagh, o maldito mago tutor de meu pai, e o traidor Arthur Lutont surgiram afinal. Prendendo os dois. E em meio a isso, fiz a única coisa sensata, drenei o sangue do puro sangue enfraquecido completamente no mesmo momento em que a garota demônio era morte.

    Sangue. Lembro de uma ruina antiga completamente lotada dele. Vermelho e vinho. Eram as únicas coisas que cobriam minha visão. E a única coisa que me lembro antes de partir dali. Sair por um destino sem fim onde deixava o instinto me dominar. Havia pegado meus fundos e tinha certeza que meu pai me bancava na época. Mas tentei me afastar de tudo. Esquecer tudo pelo mérito de continuar. Meu corpo estava estranho. Podia senti-lo mais forte. Meus poderes também haviam mudados. Via os olhares em alguns lugares. Vampiros assustados. Caçadores chatos no meu pé. Puxa sacos. Passei algum tempo em Londres. E posso dizer que prosperei ganhando algum dinheiro. Mas confesso que havia feito o favor de esquecer de tudo. Era mais um puro sangue oportunista que o velho eu de antes. Não só meu exterior havia mudado, meu interior também. Havia ficado de certa forma mais frio, mais sádico. Mais ambicioso. Não era mais o nobre despreocupado com tudo de antes. Ou deveria dizer que me tornara alguém que gostava de manipular tudo a minha volta?

    Uma mensagem. Aquilo havia chegado há algumas semanas pelas mãos de um dos antigos subordinados de meu pai. Devo admirar sua capacidade de localizar os mortos? Um pedido para voltar à academia Cross. Esse era seu conteúdo. De alguma forma ele precisava de ajuda em alguns assuntos. Nostalgia? Ela foi inacreditavelmente incomoda, e, apesar do grande impulso que tive em ignorar a carta, acabei acatando seu pedido. Ainda devia favores ao meu passado, e não queria aquela merda me incomodando para sempre.

    Por isso, naquele momento, àquela hora descia de uma moto enorme e negra. Meus trajes, diferentemente da moto e do capacete eram de um inacreditável branco. O uniforme da Night Class. Agora, sem Will e sem Sakura, não havia por que voltar a uma turma lotada de humanos. Mesmo que tivesse que usar uma cor horrível que não combinava em nada comigo. Meus passos se deram rápidos, desinteressados depois de estacionar a moto. Meu cabelo estava um pouco mais longo que antes, mas apenas alguns centímetros. Alguns olhares se davam em minha direção. Estranhamento? Como um garoto comprovadamente da turma diurna havia ido parar na noturna? Ignorei, balançando a cabeça. Ao longe podia sentir o cheiro familiar de sakura, e confesso que troquei um olhar longo com ela. Mas como um fantasma ou simplesmente uma ilusão, apenas ignorei. Não. Não poderia ser verdade. Ela não poderia estar ali. Era apenas uma ilusão. Me convenci, voltando a caminhar em meio a multidão. Estranhamente, apenas o vislumbre daquelas imagem delirante de minha mente foi capaz de fazer meus batimentos estáticos se acelerarem.


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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Ter Dez 25, 2012 5:21 pm

Cristal Nightingale

Cacau também queria uma? Mas queria uma o que? Sobre o que Ikki estava falando agora? Ele devia ter alguma coisa em mente, levando em conta o tempo que ficara em silêncio, e devia ter alguma coisa em suas mãos também, pois apenas assim Cacau teria algum receio de deixá-lo se aproximar de mim. Ela era mais protetora que minha mãe, quase. Mas nem tanto. Ela ainda era mais racional que minha mãe, a humana. Preferia que ambas fossem menos protetoras, mas as coisas eram assim, e não poderia mudar isso com facilidade, fosse sobre qual das duas fosse, essa era a realidade do momento, e eu não poderia fazer nada. Mas estava curiosa. O que Cacau tinha feito, e o que ela também queria? E o que ele queria me dar de presente? Ele mal me vira por 5 minutos...

-O que ela também quer?

Deixei que ele agisse como planejava, e não muito tempo depois senti algo levemente macio em meus dedos, por reflexo, o peguei. Sabia que não tinha de ter medo de alguma coisa que ele me desse, ele não tentaria me machucar por nada. Ele parecia ser mais gentil e mais calmo do que isso supunha, se ele realmente quisesse me machucar, poderia tê-lo feito em lugares muito mais calmos do que esse, e sem os mesmos problemas que ele teria de o fizesse a vista de tantas pessoas, agora. Ele era confiavel, ao menos tanto quanto qualquer outra pessoa poderia ser confiavel para mim, e com todas as desconfianças e medos que eu sempre tinha. Era impossivel não ser assim. Se eu baixasse muito a guarda para quem quer que fosse, qualquer coisa de ruim, e de bom também, poderia acontecer. Mas era preferivel não me arriscar.

-Um jasmin? Reconheço o perfume... Adoro essas flores.

Com calma, levei a flor até meu rosto, tocando de leve as pétalas em meu nariz e sentindo melhor o perfume. Era tão bom... Eu ainda me lembrava quando Jessica, minha amiga de infância, fazia perfumes para mim. Ela sempre dizia que eu tinha cheiro de jasmins, e que sempre deveria ser assim. Era uma lembrança boa, e eu sempre pensava nela, sem ter medo de qualquer outra pessoa. Era tão bom ser assim, despreocupada como ela era, mas eu nunca pudera ser assim... Sempre tinha alguma morte que eu via, sempre alguma pessoa que me tocava por acidente, e assim eu sabia que alguém ia morrer, minha paz era passado, e tudo o que eu poderia ter vivido de bom era maculado pela preocupação e pelo medo... Eu não queria pensar nisso agora, estava feliz aqui, e era o que importava no momento.

-Meu perfume tem esse cheiro... Pode colocar no meu cabelo para mim?

Estendi a flor para ele novamente, virando de lado, deixando que ele ficasse diretamente a minha frente para ter mais facilidade em colocar a flor em meus cabelos. Se ela fosse branca, ou rosada, como essas flores costumavam ser, eu poderia simplesmente saber que ela chamaria atenção no meio de meus cabelos escuros. Era tudo o que queria, ou não, mas ainda assim, era um bom lugar para ela.




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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Ter Dez 25, 2012 5:53 pm

O anjo olho a jovem que tinha reconhecido o cheiro da flor algo que fez o jovem ficar contento olhando a com mais atenção y viu como ela aprovou a guia também parecia olhando y deu um ladrido contenta pela reação da jovem que foi surpreso pedindo para ele que fizera um favor votando aquela flor no seus cabelos ele pegou a mesma flor y cheiro ela um pouco se sentindo bem com ele mesmo com a natureza feita por seu criador y com a jovem que parecia gostar de aquele lugar, o seus olhos ficaram dourados um pouco y ele recordou um lugar teve uns flashes de um jardim um belo jardim onde tinha todas as flores um lugar que era muito belo , o anjo voltou a si em alguns momentos olhando de novo o lugar não podia ver bem tudo muito claro pare ele, as cores voltaram para a seu tom comum em algum tempo passou alguns minutos cacau olhava ele como muito confuso o jovem falou

-desculpe-me lembrei de um jardim que faz tempo tinha visto muito belo, imaginava você ali.

Seria outra recordação da sua vida como anjo algum lugar nos céus que fosse tão belo como aquele na terra não poderia ser mesmo ele acariciou os cabelos da jovem y começo a acomodar os cabelos de ela com seus dedos para logo votar o jasmim no buraco que tinha feito, acomodando melhor os cabelos da jovem sorrindo ele agregou.

- ficou muito bela, igual que a cacau queria uma também.

Disse rindo y olhando para a cachorra, para acariciar seus cabelos y acomodar melhor o jasmim na cabeça da guia da melhor forma.

Depois disto ele se recostou no muro y ficou sentado pensando no jardim que tinha visto a grande arvore que tinha no meio, com muitas flores dos lados suspirou ele tinha renunciado a tudo aquilo, o seu olhar voltou para a jovem cega mais ali ele se sentia um anjo da guarda novamente uma criação útil de deus,os demais se sentiriam assim, todos os anjos caídos poderiam se sentir vazios sem nada dentro, sem uma ração para existir, uma ração que a jovem estava devolvendo para ele os demais anjos teriam a sorte de ele, sacudiu seus cabelos olhando para a jovem sentindo o vento nele
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Re: Prólogo

Mensagem por Arisu em Ter Dez 25, 2012 6:02 pm

FLORENSCE ARNOULT

-Os vampiros tem compatibilidade genética com os humanos, logo a química sentimental também pertence a esta espécie.

Florensce Arnoult, a ex-humana baixinha estava de repente do lado de Raphael Griffits, mas trajava o uniforme diurno, surrado, mas as marcas da roupa eram antigas. Assim como o uniforme noturno, Floresnce também usava-o de forma meio displicente.

-Eu soube depois o que houve, sinto por sua perda. Sei o que é perder alguém próximo, alguém ser seu guia e sumir.

Ela abria um pacote de Pocky, colocando um dos palitos na boca e olhando o local com seu eterno ar abatido e sem ânimo, frio e distante. Não sabia o que passava na cabeça da garota.

-Colégio Cross.... Sem dúvida é um colégio amaldiçoado. Se eu não tivesse ido a matriz há tantos anos, eu poderia encontrar o que eu queria. Não precisaria estar aqui agora. - ela começou a comer o palito que levou a boca. - Só mesmo ordens para me fazer retornar agora.

Ele ofereceu a caixa de Pocky, mesmo sabendo que poderia ser altamente rejeitado, apenas aguardaria se o vampiro aceitaria a gentileza e iria embora.

=========================

(a ação do josé eu farei após a PM chegar)




Hey, you can laugh. Hey, you can cry
Hey, you can get angry. You can love me
Hey, You can kiss me. Hey, you can hould me
Hey, You can make me yours only

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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Ter Dez 25, 2012 7:18 pm

Cristal Nightingale

O silêncio dele era repleto de pensamentos e de saudade. Sentia isso no próprio ar que nos rodeava. Ele não era tão bom assim escondendo as coisas, e eu sabia que ele sentia falta de algum lugar, provavelmente um lugar que ele chamara de lar a algum tempo atrás. Talvez mais tempo do que gostaria de pensar ter se passado. Ele sempre falava como se fosse mais velho do que realmente parecia, mas nem isso era o bastante para ele. Em silêncio, me lembrei de meu pai, pensando nas palavras amigas que ele sempre tinha para mim, e no quanto eu sentia falta dele até hoje. Era tão bom quando ele estava perto de mim para cuidar de mim, de maneira a não me fazer sentir inutil. Ele me ensinava a ser util para mim mesma e para todos o que estivessem por perto.

-Não se preocupe. Eu tambem me perco em recordações as vezes... Mas como era esse jardim? Era grande? Muitas flores?

Sorri para ele, pensando que esse devia ser mesmo um lugar especial, para que o deixasse tão pensativo por varios minutos. Ele gostava mesmo daquele lugar, e eu quase me sentia mal por ter de tira-lo das recordações. Enquanto ele arrumava a flor em seu lugar, falava de Cacau. Ela parecia ter também uma flor em sua orelha, talvez. Era algo que eu gostaria de poder ver, como a maioria das coisas que esse mundo tinha para mostrar. Mas tudo bem, eu poderia viver assim, sempre na escuridão. Era a unica coisa que eu conhecia desde que tinha nascido. E apenas as impressões eram o que eu queria ter agora. Era tudo oque eu conhecia, e era o melhor que poderia manter agora. Era a minha vida assim. E Cacau era parte dela devido a isso. As pessoas eram parte dela.

-Ela deve estar mesmo diferente... A flor é branca ou rosada?




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Re: Prólogo

Mensagem por Zetbrake em Ter Dez 25, 2012 8:04 pm

Eis que voltam os capítulos deste conto de vida... esperando para serem lidos.

Após todos os ocorridos do ano anterior, a Academia Cross volta aos seus moldes mais uma vez, e novos conflitos aguardam...

Mas antes de tais conflitos surgirem --e enquanto ocorrem-- a vida se resume no reencontro dos peculiares alunos... entre eles, três nada convencionais personagens...~

A começar pela pequena encrenqueira, Flandre von Himbeere.
Ela se encontra chegando na academia... todos os outros estavam lá, conversando entre si; mas não havia ninguém com quem Flandre quisesse realmente conversar.

-
Hmm.... de volta à estaca zero. E pensar que perdi boa parte das brigas e etecéteras que ocorreram durante esse tempo todo... azar, ó azar... mas também, só de pensar que voltei aqui pra aturar "certos" coisos... pff.

Flandre estava um pouco mais afastada do público amistoso reunido pelo local; ela repudiava a cena e pessoas se conhecendo ou se dando bem... fazia a lembrar de cenas de seu passado...~

Ao mesmo tempo, avistava rostos nada agradáveis a ela.

-
[Hmm.... olha só.... o tempo ma trás faces horrendas... se não é aquele Sr. Floquinho-de-Neve, emburradinho como sempre.... e ali, a Sra. PokerFace... tch...]

Referindo-se, respectivamente, ao Raphael Grifftis e Florensce.

Preferindo evitar contato com qualquer um, ela apenas fita nas portas mais ao fundo, adentrando a Academia, e se dirige até lá, passando reto.

Chegando perto dos dois, ela passa bem no meio e rouba o Pocky na boca de Florensce, e continua caminhando até longe sem parar ou olhar para trás; não dá nem bola, e põe o Pocky da garota na própria boca.

Andando até bem ao fundo, afastada do resto do pessoal, ela apenas estranha a presença de Yan Yuriev, mas continua seu passo pra solidão...

...porém, parando no meio do caminho, ela paralisa... olhos comprimidos, e respiração ofegante...

-
O... O que... é isso?!!!

Uma misteriosa fragrância no ar lhe rouba por completo a atenção, de forma súbita. Ela coloca a mão sobre o nariz, e logo após desce os dedos até a língua, e fecha seus dedos ao redor do pescoço, como se estivesse asfixiada.

-
...E-Esse cheiro.... o que é esse irresistível cheiro...?! Q-Quem...?!

Perplexa, Flandre vira sua cabeça até a direção de onde vinha o mesmerizante odor... e seus olhos apontam para uma garota solitária, também, sentada longe do resto, e relativamente mais perto de onde estava.

Seus olhos fitavam tal garota... completamente comprimidos, seus escarlates olhos indicavam puro instinto e veracidade... clamando por alimento... Flandre ali parava, apenas olhando a garota misteriosa... e seu olhar dizia basicamente "Você está marcada... como minha presa...".

Ela olhara de volta o público, meio longe mas ainda perto o suficiente para vir ao auxílio da pessoa em questão.

Flandre segurou o próprio peito, e respirou bem forte, soltando e aspirando muito ar pela boca, como se perdendo o controle...

-
[Aquela... guria... Espere, ainda não... há muitas pessoas... M-Mas... esse cheiro quase que implora... para que eu destroce essa infeliz e lhe beba até a última gota de seu sangue... ]

E voltando a encarar a garota, Flandre começa a tremer, perdendo controle sobre seus instintos pouco a pouco...

-
[Eu poderia... simplesmente rasgá-la... mas não seria tão simples... não na frente de todos... Sim... isso precisa virar uma caçada... kuhuhuhu... um jogo... eu preciso... preciso me reservar para a oportunidade na hora certa....]

A indecisão de Flandre quanto a atacar ou não atacar a "coitada" era sufocante para ela... enquanto isso, apenas encarou... encarou... mordeu o próprio lábio, devolveu o Pocky roubado à boca, forçando-se a esquecer o cheiro e pôs-se a continuar, fula da vida, até um canto ao fundo, onde se ancorou em uma parede qualquer, bem longe de todos, e lá ficou, isolada.

-
Espero que esse ano... seja mais divertido que o anterior.... kuhuhuhuhu~~


~~~~~~
~~~~~~

Enquanto isso, o foco dirige-se à nossa inocente Mary von Himbeere, adotando o nome paterno de "Mary Vermilion", para que tenha destaque na Academia.

-
Culinária? Tem certeza de que quer entrar nesse clube? Fufufu~~ E quem foi que lhe deu essa idéia? Não me diga que é... por algum garoto, heh?

- ................................ *suspira*

Mary estava acompanhada, ainda nos portões de entrada, por sua "irmã mais velha", Remilia von Himbeere. A pequena olhava para as pessoas espalhadas pelo local, e reconhecia algumas...

...Hitagi... ela estava lá... a primeira "amiga" que fez na academia.

Porém, não avistava Sara ou Yumi... queria que elas fossem duas gourmets... após entrar no Clube de Culinária.

-
O que tanto encara, minha querida? Alguém que conhece e deseja conversar?

- Não exatamente...

- Você mente muito mal. Mas tudo bem... então, não vai entrar?

-Você não vem dessa vez? Achei que... dessa vez fosse entrar comigo...

- Ah, claro que irei. Mas achei que--

Remilia sentiu um aroma no ar, e tal lhe foi um choque de surpresa, que a forçou a segurar o nariz e se inclinar um pouco, perdendo a compostura elegante.

-
[O quê?! O que seria esse cheiro... nao pode ser... d-de onde vem...?! Por que tão forte....?!]

- Remi?! Está tudo bem? Você parece meio--

- Ahhh, estou ótima... é... apenas uma alergia que me deu agora... acho que terei de voltar um pouco e respirar um booom ar. Pode ir na frente, d-docinho... prometo que irei logo depois de você...!

- Alergia...? Não sabia que você tinha alergias...

- Ah, pois é... Depois nos vemos. Vá conversar com seus amigos, querida... até mais!

- Ah.... o-okay....

Mary volta-se ao público, ainda sozinha...

-
Mas... com quem...?

Enquanto isso, Remilia se recolheu, afastando-se do local imediatamente, segurando a respiração um pouco e tapando o nariz.

Sim... ela sentira o cheiro excessivamente atraente de uma humana, e temeu entrar em frenesi. Afastou-se a tempo para não colocar ninguém ou a si mesma em risco.

-
A-Aquela.... garota sentada no banco... com certeza possui um sangue.... cativante. Sinto que ela terá problemas com os vampiros presentes no local... Fui pega completamente desprevenida. Da próxima vez, vou tentar me preparar melhor para tal cheiro e manter a linha.

Ela foca nos portões, vendo sua irmãzinha querida partir em direção ao povo, sem saber por onde ir ou com quem conversar.

-
Awwwwww, coitadinha.... perdoe-me, Mary... mas sua maninha aqui terá de aprender a se acostumar com este local primeiro... e pra isso, tempo será necessário.

Procurando outro local por onde entrar e se alojar, dá a volta para adentrar na academia.

Remilia, do nada, torna-se séria...

-
Eu senti a presença dela... Flandre... ela está por perto. Espero que as duas não topem uma com a outro agora... não sem eu estar por perto, pelo menos.

Que histórias esperariam por tais personagens na Academia Cross?
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Re: Prólogo

Mensagem por Convidad em Ter Dez 25, 2012 8:19 pm

Raphael Grifftis
Distraído, Raphael Grifftis surpreendeu-se com Florensce alguns metros de distância. A pequena garota havia escutado o que ele acabará de dizer, um pensamento íntimo que acabou escapando acidentalmente em palavras.

Ele girou nos calcanhares para encará-la, enquanto a mesma o respondia de forma cética, como se fosse um robô programado para qualquer eventualidade. Raphael não ficou incomodado com o atrevimento dela, ele sabia que a morena não possuía o perfil de fofoqueira e intrometida. A garota era tão quieta como se fosse uma pedrinha em uma longa estrada repleta de abismos. Pelo menos para Raphael ela não era nenhum perigo, não naquele momento.

– Não sabia que era psicóloga ou qualquer coisa do gênero. – o olhar de Grifftis dançou pela silhueta de Florensce, analisando o uniforme gasto que ela vestia. Como se durante o tempo que todos estiveram afastados da Academia Cross ela tivesse permanecido ali, usando o uniforme noturno e vagando como um verdadeiro fantasma.

O engraçado era que Florensce também sabia sobre a morte de Alexander Grifftis, e novamente condolências pesavam na mente do mestiço que cerrava os pulsos para manter a calma. – Não precisa ser legal com um cara órfão. – ele riu de forma oca, um riso forçado e sádico que logo desapareceu. Raphael já estava de saco cheio com tudo aquilo, as pessoas sentiam por alguém que elas nunca conheceram, pessoas que nunca foram as suas amigas e nunca seriam.

Antes que ele pudesse mandá-la ir embora, a garota ergueu a caixa de Pocky oferecendo para que ele pegasse.
Ela só poderia estar de brincadeira!? Raphael achou estranho atrevimento dela, mas era divertido interagir com alguém que não possuía medo, ou qualquer outro sentimento por ele, como se Florensce fosse um estatua que tivesse ganhado vida.

O vampiro de cabelos prateados pegou a caixa da mão dela com brutalidade, quebrando alguns dos palitinhos. Raphael retirou um doce da caixa e pendeu nos lábios, mordiscando a ponta com raiva, os dentes rangendo de ódio.

– Foda-se essa Acadêmia e esses nobres de merda. – ele pegou a mão de Florensce e colocou a caixa de Pocky na mão dela, encarando-a de forma agressiva, como se procurasse nos olhos azuis dela algo que pudesse tranqüilizá-lo. – Ei garota, você sabe quanto sangues puros freqüentam no total este lugar?– ele permaneceu pressionando-a, porém um cheiro convidativo chamou sua atenção. Vinha de uma garota que ele nunca havia visto nas instalações da Academia, por alguns segundos ele ficou grato pela presença de novos humanos na Academia Cross.Ele percebeu também a presença de outra figura conhecida, alguém que havia salvado sua vida e que ele não possuía respeito nenhum, Flandre alguma coisa. Garotinha insolente que se aproximava daquele jeitinho arrogante que Raphael repudiava com todas as forças.

– Ora, a piralha metida à enfermeira. – ele ironizou, dando espaço para que ela passasse entre os dois. Flandre aproximou-se e retirou um Pocky das mãos de Florensce como se fosse a coisa mais normal do mundo. Raphael acompanhou a movimentação suspeita da garota, dando de ombros logo que a mesma se afastou. A sorte de Flandre era que ela possuía muitos pontos positivos com Raphael. Ele continuou encarando-a com olhos de lascas de gelo, um olhar tão certeiro que poderia pinicar a nuca de alguém.

Dante Vorherrschaft

O sangue puro aceitou a mão de Aledra depositando um beijo sutil sobre as costas da luva, curvando-se educadamente como um verdadeiro chanceler do século XVII. Dante odiava rebaixar-se a alguém ou agir de forma passiva, mas como se tratava de outro da sua espécie, – a elite dos vampiros –, era ótimo estreitar laços e usufruir dos benefícios que tal relação poderia servir.

– Sinto-me honrado em conhecê-la. – o moreno se afastou, fitando-a com curiosidade. – Meu nome é Dante Vorherrschaft. – o sangue puro sorriu de forma singela, meneando a cabeça para o lado afastando a franja que deslizava pelo tapa-olho de couro negro que usava sobre um dos olhos.

– Pelo visto, você não gosta de manter contato com outras pessoas. Ou estou errado, senhorita Corleone? – ele deu de ombros ajeitando o terno sobre o corpo perfeito. Ele afastou brevemente o olhar da loira, analisando a chegada dos novos alunos.

– Há muitos alunos chegando, será que haverá algum pronunciamento de boas-vindas? – ele olhou de esgoela para a vampira, sorrindo de canto, como estivesse satirizando com a “balada” retorno as aulas.

Dante não sabia o que se passava na mente da vampira, mas sabia que poderia adquirir algo valioso se nutrisse alguma amizade com ela. Ele precisava criar o seu próprio reino dentro de Academia Cross, e já havia descoberto como faria isso.

– O quê você acha dessas pessoas que nos cercam? Destas criaturas inferiores? – uma sombra percorreu o olhar do vampiro, enquanto ele projetava-se levemente sobre a loira.




Última edição por Yumi Ayuzawa em Qua Dez 26, 2012 12:37 am, editado 2 vez(es)

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Re: Prólogo

Mensagem por Arisu em Ter Dez 25, 2012 8:39 pm

FLORESNCE ARNOULT

-Não é questão de ser legal ou não. Apenas não sou arrogante o suficiente para ignorar o luto.


Agressividade. Ela não se surpreendia com isso. Para ela, Raphael era um cachorro bravo que apenas não encontrara seu Cesar Milani para adestrar. Um encontro com um guerreiro do nivel de Alexei-nii e o poria para abanar o rabo docemente.

Pockys quebrados, mas comestíveis, Então tudo bem.

-Antes eu estava aqui apenas para observar coisas por mim. Não voltei aqui com sentimentos de observação própria. Provavelmente eu diria algo igual ao que você diz agora, mas sou educada o suficiente para não dizer isso. - ela deu de ombros. - Não acha que missões podem ser chatas?

Que idéia para ser dita ao um nobre-não-nobre mimado. Seu olhar morto, frio e tranquilo não se alterava em nada.

Foi quando seu Pocky foi roubado e ela olhou para a ladra com ar de desdém. Então sentiu o cheiro irresistivel que ela conhecia bem. Sakura Tsukino. Era claro que queimava a garganta, mas ao contrário dos dois vampiros ali, ela não fazia o gênero assassina em massa.

-Vocês dois, podem esquecer. Aquela ali tem um bom protetor.

O recado era para Griffts e Flandre.

-Enfim, Raphael Griffts, sua resposta não é tão dificil de encontrar, pode me procurar em meu quarto para obter, mas acho que até lá sentirá a presenças suficientes. - ela suspirou. - Mas se é um ataque, terá de ser muito suave ou vai acabar quase morto como foi da outra vez.

Então teve uma idéia:

-SAKURA-SAN! DISSERAM QUE TEM UMA LIGAÇÃO DA LOBANOVA-SAN PARA VOCÊ NA SECRETARIA! - Florensce falava em japonês correndo e gritando em direção a menina até uma distância segura. - ELA PRECISA FALAR COM VOCÊ URGENTE!

Iria tentar manter a garota longe, até Charles aparecer. Ela havia notado algo estranho em Will em outra oportunidade pelo cheiro, mas não sabia detalhes ou nome, apenas sabia. Ele manteria a menina segura e longe das duas fuinhas que estavam ali.

Por dentro estava ansiosa, esperando que a japonesa caisse na mentira, olhando pelos cantos dos olhos para os dois vampiros ali.




Hey, you can laugh. Hey, you can cry
Hey, you can get angry. You can love me
Hey, You can kiss me. Hey, you can hould me
Hey, You can make me yours only

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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Ter Dez 25, 2012 9:14 pm

O jovem continuou a pensar em quanto olhava a jovem que devolveu o seu gesto com um sorriso uma coisa que caiu bem ao anjo mais foi tomado por surpresa pela sua pergunta

Olho o céu novamente tratando de lembrar da imagem y poder contar para a jovem uns minutos de silencio y começo

E um lugar muito belo onde tem uma arvore muito grande que produz um fruto especial y único, não consigo lembrar qual, mas ela e de uma madeira muito resistente y bonita o seu Collor e marrom forte a suas folhas sempre são verdes ate em inverno na sua volte tem um imenso jardim repleto de flores de todas as cores y tamanhos os aromas ali sou muito variados mais nenhum terrível, e um lugar perfeito para descansar y poder passar muito tempo, as folhas da arvore fazem de proteção para o sol criando uma bela sombra onde sopra uma brisa de primavera y leva consigo o cheiro a muitos tipos de rosas
O anjo se deteve recordando aquele momento como si o senti-se ali seus olhos tinhas se voltado celestes mais como os tinha fechado ninguém pode se dar conta y prosseguiu



- O lugar e muito belo e como um para..i..so onde ninguém quer sair nunca

Aquela palavra tinha turbado a sua mente agora fazia sentido o lugar que ele lembrava era o paraíso que deus crio y esse lugar era um lugar especial dentro de ele, onde todos os seres gostam de estar, assim que sendo o paraíso ele não poderia voltar a ver nunca mais, pero ela abriu seus olhos y a olho novamente, ela sim poderia ver aquele lugar em algum tempo y lembrar de ele y entender de onde ele venho

- assim parece um paraíso, esperou que você posa ir ali algum dia a estar sentir o cheiro de tão belo lugar

O anjo se sumiu novamente em seu silencio recordando que aquele lugar nunca mais seria para ele, já que perdeu a sua divindade os únicos que poderiam ir seria ela que e filha do criador suspirou y escuto a voz da jovem perguntando pela cor da flor na orelha da guia

- a dela e Branca y a tua rosada ficam muito bonitas as duas

Disse tentando fugir da aquela lembrança que remordia sua mente torturando pelo fato de não ser mas um anjo



Kenner
Continuei olhando que coisas interes-antes poderia tirar de aqui, o puro-sangue ja tramava alguma coisa olhando como fazia boas maneiras todo como um caba leiro da idade media meu avo ria da suas ações reconhecendo cada uma de elas em me mantinha quero ainda recostado na parede só observando para que me intrometer si aqui poderia obtiver mais informação que falando com alguém todos eles eram perda de tempo o único que não tinha visto que me poderia interes-ar conversar erro o hijikata ele teria abandonado sem cumprir a sua missão acho que não sedo o tarde ele veria a meu encontra em quanto isso deleita-se com o espetáculo dos demais alunos não seria nada mal a ações dos puros sangues se tratando cordialmente será que tinham sido amestrados pela academia o simplesmente era o velho jogo da sedução bom isso em pouco tempo descobriria sempre e bom ter vigiados os demais puro-sangues de esta academia o diretor ainda conversando com a garota mestiça aquele cheiro da garota humana começava a me incomodar um pouco mais não tinha importância por agora a distancia entre nos era boa meu olhar se voltou a o famoso mestiço que filio de aquele puro-sangue ele y uma garota sempre com raiva era muito interessante, uma garota na sua direção meu avo se manifestou reconhecendo-la era aquela garota que tinha encarado o meu avo y não morreu pelo diretor que tava perto lembro sim muito interessante ela parecia abusar de ter salvado o garoto nada mal os bandos se começariam a se formar y assistir aquilo seria muito interessante do que parecia quando as aulas tinham terminado.
Uma luta começaria y ambos bandos procurando aliados meu avo não terminava de rir quando eu continuava a traveis dos meus óculos observando as ações dos demais alunos muita informação estavam sendo recolidas a garota apetitosa terminaria em muitos problemas uma garota para provar sangue gostoso mais inecesario pelo momento


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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Qua Dez 26, 2012 8:32 am

Cristal Nightingale

Enquanto ele falava sobre o jardim, tentava imaginar como seria um lugar desses. Muitos perfumes, talvez o canto de alguns passaros... Me parecia um verdadeiro paraiso, assim como ele dissera que era. Era um bom lugar para que eu estivesse, um paraíso realmente, um lugar para o qual eu poderia ir, um dia, fugindo de todo o controle que tinham sobre mim, mas ainda assim teria de tomar cuidado, não queria que um lugar como esse fosse maculado, e eu não queria ir para um lugar assim, e ver a morte espreitando a cada lado. Era melhor não invadir um lugar assim, sem saber como impedir meu dom, com toda a certeza. Eu queria ir para esse lugar, mas em completa paz comigo mesmo e com meu dom. Para poder cantar sem medo de que me escutassem, e sem medo de que me vissem enquanto cantava. Era o melhor, eu queria apenas poder cantar em paz, e ser eu mesma. Eu queria poder ter paz e tranquilidade em toda a minha vida. Eu não queria mais do que isso para tudo o que fosse fazer em meus dias nessa escola. Era o que eu poderia dizer agora, que estava nesse colégio.

-Bem... Deve ser mesmo um belo lugar Ikki. Um verdadeiro paraíso... Bem, mas enquanto não podemos ir para lá, que tal aproveitar o que temos aqui?

Enquanto falava, sorria para ele, pensando em tudo o que ainda poderia fazer nessa escola. Eu teria de procurar conferir se ainda haveriam os clubes que me interessavam, como o Coral e a Banda da escola. Era mais do que eu poderia esperar conseguir ter agora, mas quem sabe não conseguia alguns amigos, e esperava que Cate, a garota estranha que parecia simplesmente me odiar, não estaria aqui esse ano, ela devia ser uma das que não voltariam para a escola depois de toda a confusão que acontecera devido aos problemas e ao ataque que ocorrera. Eu poderia finalmente estar em paz com a maioria das pessoas, ao menos as que me conheciam nessa escola. As flores deviam mesmo ser bonitas, já que eu sempre achara que o perfume, quanto as flores, era a melhor maneira de se saber se eram belas ou não. Era a maneira simples de se entender as plantas, ao menos assim elas poderia ser vistas por mim, teria minhas favoritas e as que gostava menos. Era apenas uma questão de gosto, quanto a qual era o melhor perfume.

-Acho que devem ser mesmo... Sempre pensei que quanto mais bonita a flor, mais doce devia ser seu perfume.




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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Qua Dez 26, 2012 8:57 am

O Jovem escutou as palavras da garota poder ir ali não ele não poderia mas não tinha mas direito a estar naquele lugar, porem ela sim poderia ir algum dia y não teria que se preocupar por nada aquele lugar era perfeito criado por deus para seus filhos y criações fieis a ele não como o jovem que olhava novamente o chão tinha se sentido derrotado novamente, desfrutar o que tinham na terra sim isso era o único que ele poderá fazer na vida y poderia aspirar mais uma vez dignou-se a olhar os céus y contemplar o celeste que estava o mesmo y afirmar com a sua cabeça o que falava a jovem mesmo sabendo que ela não o veria mais isso na tinha importância alguma

- Sim e o melhor que podemos fazer, acho que será um ano interessante na academia não acha?

Ele podia sentir as auras de muitas raças y a maioria não era nada boa muitos problemas poderiam ter na volta da jovem cristal y ele tinha se decidido cuidar que nenhum a molesta-se assim ele se sentiria útil novamente na terra y também poderia descobrir mais sobre o mundo que perdeu algum modo de lembrar por que ele deixou de ser um anjo, não acreditava tudo o que a sua mentora tinha le contado fazia um tempo dos motivos pelos quais os seus irmãos o abandonaram, negou mais uma vez com a cabeça em quanto escutava a jovem falar sobre as plantas melhor sobre as flores que tinha na sua volta uma forma de saber que tão belas são e pelo cheiro, isso deveria ser por não ter a visão o seus sentidos tinham encontrado outro método de distinguir as coisas o criador era perfeito nada ficava fora do lugar a falta de um os outros se valiam melhor o de outro jeito tão perfeita a criação do pais pensou o anjo

- eu nunca tinha visto as coisas desse jeito e tão interes ante, poder conhecer as plantas pelo cheiro que outras coisas consegue distinguir assim

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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Qua Dez 26, 2012 9:41 am

Cristal Nightingale

A academia... Sempre era a Academia o final de qualquer assunto, ultimamente. Minha mãe tinha medo que eu voltasse para a Academia. A Academia fora atacada. Todos poderiam estar em risco novamente. A Academia podia ser mais perigosa do que segura, fosse para o que fosse, ou para quem quer que fosse. E nada do que eu poderia fazer mudaria isso. Era algo irritante, mas eu não passaba de uma simples garotinha cega... Mas ele tinha razão. As coisas aqui nunca haviam sido calmas, e muito menos tediosas. Aqui era o lugar onde as coisas sempre estavam acontecendo, e esse era um dos motivos para que eu gostasse tanto de estar aqui. Eu gostava de fazer parte das coisas, de estar onde tudo acontecia e de ser parte de tudo. Era bom me sentir assim, bem e incluida. Era o que eu gostava realmente, e era o que eu queria agora, que poderia estar em paz aqui. Eu queria fazer parte das coisas, e estar onde elas aconteciam. E esse era o lugar.

-As coisas sempre são interessantes aqui. As coisas nunca deixam de acontecer, seja o que for. Para o bem ou para o mal.

Sorri de canto. Sentir o cheiro das coisas, era apenas um substituto fraco para poder ver, mas ele não tinha a menor culpa de todos os meus problemas, e muito menos de minha cegueira. E eu não era do tipo que o culparia por isso. Ele não tinha a menor culpa de que eu fosse cega, ou que eu não gostasse disso, mesmo já tendo aceitado que era parte de minha vida, e que isso não iria mudar, mesmo que eu quisesse tanto, como eu queria. Era assim que as coisas eram, e sempre seriam, segundo todos os médicos que eu fora consultar desde que era apenas um bebê de colo, pouco mais do que recém-nascida. Nada seria capaz de me dar a visão, e não era por isso que eu deixaria de ter uma vida completa. Eu ainda poderia fazer qualquer coisa que quisesse, desde que tomasse o cuidado devido, e também estivesse sempre com o equipamento certo. Eu poderia mexer em um computador, eu poderia ir para onde quisesse, e também poderia estar em qualquer lugar, desde que fizesse as coisas do jeito certo. Era assim, e ele era gentil comigo.

-É uma maneira tão boa quanto o tato, mas ao menos assim, a flor continua intacta depois que eu a reconheço. As pétalas ainda perfeitas.




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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Qua Dez 26, 2012 10:57 am

O anjo continuou no seu mundo escutando a jovem, ela fazia Le lembrar da sua divindade mais isso não sabia dizer si era bom o ponto que ele tinha praticamente esquecido da sua mentora y das ordens que recebeu da mesma algo que poderia trazer problemas para os dois mais ele não se importará no momento a jovem de pele clara tinha a sua atenção y no momento nada era melhor que aquilo voltou a olhara jovem escutando o ultimo que ela dize y tentou fechar seus olhos par se sentir cego y identificar os cheiros como ela fazia será quase impossível mais ele queria tentar algumas vezes os cheiros se mesclaram com as imagens de muitas flores de cores y tamanhos não conseguia identifica-los

- E difícil se dar conta que planta e cada uma cristal, deves ter muita practica

Segui tentando um vento suave soprava sobre eles fazendo que mais cheiros de outras flores se sentiram no lugar, recostou a suas costas no muro y sentado na grama continua tentando deixando a cabeça do lado do braço da jovem nem conta se tinha dado disso devido a que tinha seus olhos fechados esticou as mãos para os lados deixando-as cair tranquilo ali escutando o barulho das pessoas também a suas auras que não permitiam ele baixar a guarda so relaxar um pouco como agora mesmo
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Re: Prólogo

Mensagem por Convidad em Qua Dez 26, 2012 11:36 am

    Dom saltou da garupa da moto vermelha e deu um sorriso para a bela morena que guiava, jogando sua mochila por cima do ombro e ajeitando a jaqueta de couro surrada.

    A garota sorriu de volta e então deu partida, fazendo um cavalo de pau e tornando a pegar a estrada, ainda que ouvisse o som do motor, Dominic não a via mais, mas ainda continuava a sorrir.

    Ele se espreguiçou e então coçou o queixo, a barba por fazer, os olhos vivos, seu corpo musculoso e até mesmo suas roupas um tanto esfarrapadas davam um ar selvagem ao garoto que, por incrível que pareça, tinha menos de dezoito.

    “De volta...” - ele pensou, vendo os portões da Academia diante dele. Não pretendia voltar ao lugar, mas a sua curiosidade(ao menos era esse o nome que ele julgara adequado) a respeito de como poderia estar June fora muito maior. Além disso, June era um dos motivos para ele não voltar correndo à Europa atrás de Lena então manter a curiosidade acesa era algo bom.

    “O que ela vai me atirar dessa vez? A mala toda? Ao menos ela poderia ser gentil e se atirar nos meus baços... claro Dom, ela vais e atirar nos seus braços...” - ele pensou, enquanto o funcionário da academia abria a passagem para ele.

    Ele foi para o pátio, alguns alunos já se aglomeravam ali, até mesmo o diretor havia chegado.

    Dom franziu o cenho ao avistar o homem, passando a língua pelos lábios um tanto quanto secos e então tirando a jaqueta. Olhou para o próprio braço onde uma grossa cicatriz descia da metade até o cotovelo direito, uma ferida feita à prata, demoraria meses para sumir completamente, talvez até mesmo um ano.

    “Se aquele bastardo não tivesse morrido...” - ele lembrou-se do incidente na floresta, as milhares de armadilhas, os ataques misteriosos.

    De uma forma estranha, mencionando os ataques, ele sabia que June havia sobrevivido, mas agora lhe ocorria um fato: ela poderia não retornar à Academia.

    “Bobagem... muito teimosa, vai querer ir mais à fundo nisso... talvez se ela não surtar comigo eu consiga dividir alguma coisa do que encontramos na floresta...” - ele pensou. Era engraçado, mas arriscar June ou mesmo saber que June corria perigo não o assustava. Confiava que de alguma forma ela saberia lidar com o que quer que fosse.

    Ele se sentou numa mureta e jogou a mochila aos seus pés, balançando as pernas enquanto olhava em volta. Preferiu ficar de frente para o portão, assim se June aparecesse ele não seria surpreendido por nada voando em sua direção e ainda poderia saudá-la com um sorriso.

    “Ela vai atirar a mala...” - ele pensou e riu consigo mesmo.



    Taito desembarcou do táxi após pagar ao motorista e cumprimenta-lo, agradecendo pela viagem e pela ajuda com as malas. Entre elas, um embrulho o fez lembrar do porque estava ali e sua expressão tornou-se séria enquanto ele começava a caminhar.

    Será que ela lembrava do que havia acontecido? Provavelmente não, provavelmente ela sequer o vira, mas algo dentro dele gelava ao se relembrar que, no momento do ataque, ele quase chegara tarde para ajudar Hitagi.

    Depois, em meio a toda a confusão, ela havia sido atingida e desmaiara. Ele não se lembrava como, mas seu braço atravessara o corpo do ghoul como se fosse feito de manteiga, as sombras que haviam dentro dele correram pela pele da criatura que se desfez, apodrecida. Por sorte Hitagi não havia visto aquilo.

    Ainda tremendo ele se abaixou ao lado dela, percebendo então que o ferimento havia sido superficial, muito menor do que ele esperava. Talvez ela só houvesse desmaiado pelo susto.

    Ele a ergueu nos braços, fugindo dali, esquecendo seu dever como caçador de ajudar a todos que pudesse, abandonando o campo de batalha e indo para o prédio do refeitório.

    Um ou outro vampiro entrou em seu caminho, mas foram facilmente eliminados com tiros certeiros.

    Ele passou pela cozinha industrial do colégio e chegou a área dos freezers, era frio ele sabia, muito frio, mas um deles estava desligado e foi ali que ele deixou a garota, permanecendo de guarda na porta até que o ataque acabou, até que os alunos da Night Class e outros caçadores chegaram, ele só se separou de Hitagi quando ela entrou na ambulância, ainda desmaiada, levada para o hospital geral.

    “Hitagi-chan...” - ele apertou o embrulho em suas mãos, os dedos afundado no pacote prata - “e se ela não voltar?” - ele piscou algumas vezes, sequer havia pensando naquela possibilidade e agora sentia-se um tanto idiota, parado em meio ao pátio, seus olhos correndo em torno em busca a menina.



    Icaru pendeu a cabeça para trás, olhando mais uma vez o céu de azul intenso, parecia buscar algo, alguma resposta, mas por experiência própria sabia que nada viria.

    Ele tornou a olhar o chão de onde também não viria nada e então decidiu que era hora de deixar a mata, antes que algum dos amiguinhos de Yuriev, ou funcionários, resolvesse aparecer.

    Ele guardou a arma dentro do casaco, estava perfeitamente uniformizado e ninguém desconfiaria que havia dado uma volta, uma longa volta, pela floresta.

    Ao chega na entrada da mata apanhou sua mochila e sua pequena mala. Ele não entendia porque “Ela” pedira aquilo, mas Icaru sempre fazia o que a mulher queria e daquela vez não seria diferente.

    Icaru caminhava agora calmamente em direção aos prédios, enviando um sms pelo celular, informando que não havia encontrado nada, absolutamente nada, em sua busca. Sabia que “ela” ficaria insatisfeita, mas ele voltaria lá, teria tempo e talvez tivesse ajuda.

    Ajuda. A imagem da garota de cabelos ruivos e olhos verdes veio à sua mente enquanto ele guardava o celular no bolso da calça social preta.

    Yumi Campbell. A caçadora misteriosa que aos poucos revelava seus segredos sem sequer imaginar o que ele próprio guardava. Será que ela havia retornado? Provavelmente sim, ainda mais que a Academia Cross estava diretamente ligada a alguém que ela tinha interesse, como ela própria dissera.

    Uma rajada fria de vento cruzou o pátio quando ele finalmente avistou os outros alunos, fazendo com que os fios vermelhos caíssem sobre os olhos.

    A primeira pessoa que ele avistou foi Marina, sorrindo enquanto apoiava as malas no chão e a cumprimentava com a cabeça. Ele estava diferente, seu olhar parecia mais intenso, tudo nele parecia mais intenso, como se embora houvesse passado três meses, para ele houvesse se passado anos.

    Ele se abaixou ao lado da mala e então tirou o celular do bolso, colocando-o discretamente ali dentro, olhando em volta para se certificar de que ninguém prestava atenção nele e então encontrou Yumi.

    Ela estava afastada dos demais como sempre, um sanduíche pela metade ao seu lado, parecia pensativa, ausente e de certa forma aquilo incomodou ao caçador. Ainda assim ele limitou-se a se ajeitar sentar-se ao lado de suas malas, no gramado, próximo a uma árvore.

    O incômodo tinha um motivo óbvio, pois ela sabia no que ela estava pensando, mas ele havia voltado decidido a mudar aquilo, mesmo que fosse a favor do outro.



    Sara desembarcou do táxi com uma expressão preocupada, agradecendo educadamente e pagando um pouco a mais, como gorjeta para o taxista que a ajudou com as malas. Ela olhou os altos muros da Academia e sentiu um calafrio ao passar pelos portões, encolhendo-se em seu casaco vermelho e agarrando a alça da mochila que pendia de seu ombro, enquanto com a outra mão carregava a mala.

    Ela respirou fundo, caminhando apressada em direção ao pátio, onde parecia que os alunos estavam se reunindo, onde ela sentia a aura do diretor, mas seu passo diminui de repente ao sentir uma outra aura.

    Talvez para os demais ali, aquela aura fria fosse apenas mais uma, de um mestiço qualquer, mas dentro dela uma pontada de medo surgiu e ela fechou os olhos, sacudindo a cabeça.

    “Ele sequer deve se lembrar de mim...” - ela pensou, mordendo o lábio e desviando o olhar para o chão. Dentro do bolso de eu jeans justo o celular vibrou e ela quase derrubou a mochila para ver o que era.

    Agora que estava numa área com cobertura de sinal, mensagens e e-mails chegavam: seu pais, seus amigos e até mesmo o garoto que havia conhecido no tempo que passara na casa dos pais.

    Chamava-se Julio e assim como ela gostava de tocar violão e parecia ser o tipo de garoto certinho. Todas as amigas disseram que ela tinha sorte por ter conquistado ele, diziam que há tempos ele não ficava com alguém, desde que perdera a namorada num acidente.

    Ela sorriu, passando então a ver as mensagens, respondendo cada uma delas, distraindo-se dos demais ali, esquecendo-se até mesmo da aura fria que pairava por ali.

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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Qua Dez 26, 2012 11:58 am

Aledra Corleone

Ele se comportava exatamente como o esperado, de maneira educada e cavalheiresca, com gestos mais próprios a séculos passados que aos anos correntes, mas as coisas sempre seriam assim entre vampiros, ainda mais sangue-puros. Era esse o costume, e apesar de tudo, eu fora ensinada segundo ele. Fiz uma leve reverência quando ele beijou minha mão, dobrando muito pouco meus joelhos. Eu não era muito baixa, mas não era preciso isso para que eu me parecesse ainda mais delicada, ou completamente indefesa no meio de outros vampiros. Mesmo poderosa, meu corpo gritava delicadeza em cada gesto. Era como eu tinha de agir, e era assim que as coisas tinham de ser. Eu era assim, era uma dama, e perfeitamente adequada para a vida que tinha. Era uma moça de família nobre, que tinha uma posição de destaque, e que tinha de ser a princesa adorada, nunca nada além disso. Ao menos não aparentemente. As mechas de meu cabelo caiam levemente em torno de meu rosto e em cima dele, mas não me incomodavam. O tapa-olho de Dante era bastante chamativo, mas eu não podia prestar atenção nele. Não seria nada educado perguntar por ele, ou ficar encarando. Então meus olhos se voltaram para o olho exposto, no encantador tom que tinham. Ele era mesmo belo, e chamava a atenção. Mas não era para menos, o nome dele não me era estranho, fosse pelo motivo que fosse.

-O prazer é todo meu, mas por favor, pode me tratar pelo primeiro nome.

As palavras dele, sobre manter contato, me lembraram de todo o tipo de contato que tivera com tantos vampiros antes. Morder vampiros era comum, muitos me ofereciam seu sangue. A maioria parecia querer mais que isso, mas nem por isso eles se tornavam menos respeitadores. Eu ainda era a filha da Líder do Conselho. Ainda era uma dama, e ainda era mais forte que qualquer um deles, mesmo com minha aparência delicada, eu não deixava de ser o que era, uma vampira poderosa e completamente insaciavel quanto a sangue e destruição. Queria apenas ter mais tempo agora, mas não o tinha. E teria de prestar atenção a tudo o que acontecia a minha volta. Também haviam os vampiros fracos que tinha de matar para minha mãe, como um pedido especial. E depois meus premios. Servos, humanos para serem transformados. E tudo estava assim, sempre. Era um ciclo simples, e eu realmente não me importava com relações sociais.

-Não errado... Apenas... Prefiro não me envolver muito com classes mais... Baixas de vampiros. E sempre estive rodeada por eles, então...

Sorri para ele também, entendo que ele queria tanto quanto eu continuar aqui, ainda mais com esse sol irritante. E ele ainda estava completamente exposto ao sol, já que não poderia usar um guarda-sol como o meu. Não seria comum, e muito menos correto. Ergui um pouco mais o meu, fazendo com que a sombra dele alcançasse Dante e cobrisse ao menos seus olhos. Assim o sol não o incomodaria tanto. Não queria que ele tivesse esse problema. Ao menos nisso era gentil com os outros. Ou com os outros que me interessavam o bastante para merecer essa atenção. E Dante era uma dessas pessoas. Ele era poderoso, e também era puro-sangue. Além de eu ainda estar tentando me lembrar de onde conhecia o seu sobrenome. Sabia que tinha alguma coisa haver com o Conselho, mas com qual deles? Mantive meus olhos em nosso redor, ignorando o cheiro apetitoso de sangue no ar. Era sempre assim, embora esse fosse ainda mais desejavel que outros que sentira antes. Um bom lanche, talvez. Mas não era importante, e não queria ter de controlar olhos vermelhos agora. Era muito melhor manter meus olhos azuis.

-Pelo o que conheço do diretor, ele não perderá tempo em fazer um discurso. Mas não acho que vá ser longo, ele não deve querer que fiquemos tempo de mais no sol. E nem que aconteça algum... Acidente.

Criaturas inferiores. Ele realmente era um dos meus. Eu não queria nem pensar no que esse vampiros, ou projetos de vampiros, se comportavam ao desejar nosso sangue. Eles poderiam não demonstrar, mas o sangue que tinhamos, eu e Dante, ainda era poderoso, ainda era desejavel. Flores silvestres no meio do mato. Sempre assim. E eu não os achava muito mais do que simples brinquedos.

-Brinquedos. Nada além disso, isso se alguns deles chegarem a tanto.

Enquanto falava, mantinha meu olhar na mestiça Kuran. Ela sequer devia existir. Ela não era digna do sobrenome que tinha. E muito menos de ter pessoas nobres por perto. Deveria ser nada além disso, de nada.


Cristal Nightingale

Sorrindo sozinha, mantive meu corpo completamente parado. Eu não tinha a menor experiência com essas coisas, apenas tinha mais prática com isso, e também tinha mais talento para separar os cheiros. Era a unica maneira que eu tinha de sentir e ter ao menos uma pequena noção de saber o que era realmente importante. Eu queria muito mais do que apenas ter os cheiros, queria poder ter as cores também, mas não as tinha, e nem nunca teria.

-Bem... Eu não quero sequer pensar muito nisso. Apenas é algo que eu sei fazer. O diretor já chegou?

Perguntei com calma. Queria saber quanto tempo mais poderia ficar aqui antes de ter de voltar para os dormitórios, antes de ter de descobrir com quem dividiria meu quarto dessa vez, e esperava que a pessoa não tivesse alergia, ou medo, de cães. Eu não poderia afastar Cacau de mim, mas ainda assim seria um grande problema não ter uma pessoa por perto que aceitasse minha cachorra como parte viva de mim. Eu era nada sem ela, e ela era parte de mim, sem tirar nem por. Eramos uma juntas, e partes sem utilidade separadas. Mesmo que eu pudesse continuar a me locomover bem sem ela, não queria ter de voltar a época em que não tinha a ela para me guiar. Logo teria de ter uma nova cachorra, mas ainda assim, não era a hora, e eu não queria pensar em ter de deixar Cacau e trocá-la por outro animal que teria de ser bem treinado e com o qual teria de me acostumar. Era algo que eu sequer queria pensar em ter.




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Re: Prólogo

Mensagem por Convidad em Qua Dez 26, 2012 3:11 pm

Hitagi Ryou
Perdida, Hitagi vagava pela entrada da Acadêmia Cross, a mochila já estava pesando nas costas. Enquanto perambulava pelo local, vários flashback do ataque pulsavam na mente como raios no céu da noite.

Ryou não sabia exatamente o que havia acontecido, como se a memória do episódio tivesse sido alterada, ou o baque que recebera na cabeça fora tão forte que havia afetado qualquer lembrança completa do ataque.

A única coisa que Ryou lembrava-se era de Taito e de sua coragem, pois ele fora o único que havia parado para ajudá-la em meio a tanta desordem e destruição. Hitagi sentiu o corpo arrepiar ao lembrar-se vagamente dos alunos correndo desesperados, o sangue tingindo suas peles e uniformes como molho de tomate. E diferentemente do que ela imaginava, não houve nenhuma noticia revelando o incidente dentro da academia nas mídias sociais, o que tornava tudo muito suspeito.

– Ali! – fugindo dos devaneios, a oriental deixou escapar um gritinho ao ver Taito há somente alguns metros de distância segurando várias malas e pacotes. – Taito! Oi! – ela berrou manhosa, correndo na direção do rapaz que estava distraído procurando alguma coisa pelo local.

Hitagi parecia àquelas personagens de animê ao ver o príncipe encantando. Os longos cabelos castanhos levemente ondulados da garota brilhavam na fraca luz da manhã, a saia e a blusa de tecido leve movimentavam-se com graciosidade no ar, transformando a garota em uma verdadeira bonequinha japonesa.

Ela parou alguns metros dele, sorrindo de orelha a orelha feliz por saber que o mesmo estava vivo. Hitagi havia se assustado ao acordar no hospital com um curativo na testa, tapando um pequeno corte que havia ali. As enfermeiras haviam dito que ela havia chegado de ambulância, e que nada demais havia acontecido. Com certeza, aquele rapaz que estava alguns centímetros dela foi o responsável por sua vida, graças a Taito ela estava viva.

– Quanto tempo? – ela assentiu timidamente com a cabeça, mas feliz por reencontrar seu herói. – Obrigada por me ajudar aquela noite.

Yumi Campbell
Com os olhos verdes de águia, Yumi acompanhou a movimentação dos alunos no estacionamento, para ela tudo estava normal, muitas pessoas se cumprimentando, matando a saudade uma das outras, muita falsidade pendendo no ar. Porém nem tudo estava tão perfeito assim, pelo menos não para ela.

Icaru havia acabado de chegar, o que fez a ruiva sentir uma estranha sensação de incomodo dentro do peito. Ela estava sentindo-se a pior das vilãs na presença dele, já que o mesmo sempre proporcionou o melhor de sua amizade e ela não conseguia fazer o mesmo, travando milhares de batalhas internas. Ela deveria se esforçar mais para não perder os poucos amigos que ainda restavam.

Ela ergueu-se de onde estava sentada, pegou a mala de couro e a espada oriental branca e caminhou na direção do ruivo que parecia tão isolado quanto ela.

Diferentemente dela que vestia shorts jeans, regata branca rendada, blusa de flanela e coturnos marrons, Icaru vestia o uniforme Acadêmia Cross que caia perfeitamente sobre o corpo torneado e mexia no celular, como se estivesse fazendo algo importante. Ela ficou relutante, mas optou por continuar a caminhar até ele, Yumi não se importava com o que ele estaria fazendo, ela só queria falar um pouco com o caçador.

Campbell aproximou-se sorrateiramente e disse suavemente um “olá”, quase inaudível.

– Está ocupado? – ela olhou para as mãos dele, para o celular, erguendo o olhar vagarosamente até encontrar os olhos de Icaru, tão verdes quanto os dela.

Raphael Grifftis
Raphael riu rouco ao escutar as palavras de Florensce. Afinal, o que ela estaria pensando? Ser educada ou não com pessoas como aquelas não mudaria o fato de que alguns ali fediam mais do que esterco de galinha.

– Você é muito passiva para o meu gosto. – o vampiro de cabelos prateados deu de ombros, ajeitando a jaqueta de couro negro que vestia, terminando de comer o pocky que havia recebi de Florensce. – Eu não possuo medo desses merdas, e nunca me curvarei a ninguém. Você deveria colocar um pouco mais de atitude nesse corpinho de defunto.

Por alguns segundos, Raphael permaneceu calado, encarando Florensce que não havia aprovado a atitude de Flandre. O vampiro mestiço quase sorriu, mas os lábios tornaram-se uma linha reta assim que a morena o respondeu.

– Porque não me responde agora? – Grifftis ergueu a mão pálida e fria, segurando o queixo de Florensce com firmeza. – Dependendo do que aconteça posso ir até seu quarto, mas não tente me enrolar garota. – ele afastou a mão, deixando duas marquinhas vermelhas no rosto de Floresce. – Estou impaciente e odeio enrolação.

O vampiro deu um passo para trás e farejou o ar, apreciando o aroma da garota que estava próxima. Florensce havia pressentido a movimentação suspeita de Raphael e Flandre em relação ao forte cheiro de sangue doce emanado por Sakura, praticamente surtando em poucos segundos, afastando-se alguns metros do mestiço para alertar a amiga.

Raphael suspirou pesadamente, o ar escapando frio de seus lábios perfeitos. Ele estava pronto para se afastar, proteger-se da fraca luz e o calor primaveril até que seus olhos encontraram a silhueta esguia de Sara. Ela estava de costas para ele, os cabelos castanhos caiam como uma cascata pelo corpo e como sempre ela segurava o celular.

A presença da garota era tão marcante quanto de Sakura, dois cheiros “suculentos” saraivando o ar, transformando atmosfera do lugar agonizante para Raphael. Ele precisava sair logo, mas antes teria que exibir a sua fria presença para todos que estavam ali, principalmente para Sara que era seu passatempo favorito.

Raphael pendeu um cigarro entre os lábios, o sabor mentolado mesclando-se com o sabor do doce de Florensce em sua boca. Ele caminhou pelo local, aproximando-se de Sara, analisando melhor o que ela estaria fazendo. Grifftis passou por ela olhando-a de canto, soprando a fumaça para o alto para que atingisse a vampira.

Ele precisava planejar algumas coisas para o encontro que teria com Florensce a noite.

Dante Vorherrschaft

Dante ficou grato com a pequena sombra que Aledra havia gerado com a sombrinha, protegendo os olhos e a pele do rosto.

– Obrigado, senhorita Aledra. – Dante aproximou-se educadamente erguendo o braço para que ela enlaçasse, assim ambos poderiam caminhar juntos fora da presença do sol. Dante caminhou vagarosamente pelo estacionamento com Aledra, buscando algum lugar com menos luminosidade possível para os dois.

– Entendo completamente o que você diz, senhorita. – Dante olhou para a loira e sorriu de forma afiada, seu olhar muito mais intenso do que antes. – Também repudio a presença de vampiros mais fracos do que eu, ou de patamares menores. Não sou muito paciente e não preso a paz entre humanos e vampiros. Mas infelizmente isso é algo que nós sangue-puros devemos fazer para proteger a nossa espécime, há muitos caçadores dispostos a arrancar nossas cabeças.

O vampiro acompanhou o olhar de Aledra pairando sobre a jovem Kuran. Dante olhou para a garota e então sorriu ao perceber a atitude da vampira pura.
– Com esse olhar você poderia matá-la.

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Re: Prólogo

Mensagem por Bells em Qua Dez 26, 2012 7:32 pm

Aledra Corleone

Assim que a sombra atingiu sua face, ele me agradeceu, oferendo o braço para que caminhassemos juntos. Aceitei na mesma hora, sabendo que não havia nada de mais em andarmos assim, de braços dados. E assim o guarda-sol protegia muito melhor ambos. O sol que nos atingia ainda era irritante, mesmo que fosse em menor quantidade que antes, mas nos cantos algumas sombras ainda estavam formadas, sendo que o sol apenas começara a realmente surgir. Gostaria de poder ir para a cama logo, já que não queria ter de ficar ali por mais tempo. Era mais do que o bastante ficar aqui por perto. Caçadores... Eram brinquedos um pouco mais divertidos que os simples humanos. Eles tinham mais força para lutar, não que fossem uma ameça real sem suas armas especiais. Se não as tivessem, não haveria nada capaz de deter nós, vampiros. Muito menos outros como eu e Dante. Puro-sangue que não queriam saber o que acontecia a nossa volta. Eles seriam apenas lanche. Embora sequer fossem assim tão saborosos quanto outros vampiros. Mas eram divertidos como passa tempo.

-Acho que seria mais divertido acabar com os caçadores primeiro... Mas eles são presas engraçadinhas. Mas não tão saborosos.

O comentário dele de que eu poderia matar a garota apenas com meu olhar me lembrou de uma vez que fizera quase isso com um vampiro. A diferença era que eu estava com tanta raiva que fiz com que o Level C pegasse fogo. Literalmente. Fora bastante divertido, ainda mais por que era um vampiro condenado e ninguem reclamou por eu tê-lo matado. Não que alguém realmente fosse reclamar. Eu ainda estava descontrolada, e eles não queriam problemas com minha mãe, então apenas abaixaram a cabeça e fingiram que não tinham visto nada. Era assim que as coisas eram antes, e era assim que eu gostava que as coisas fossem. Ninguém tinha coragem de me desafiar, e eu me sentia ainda melhor por isso.

-Uma vez fiz isso com um vampiro do mesmo nivel que ela... Mas acho que o diretor odiaria a idéia. Uma pena. Pouparia problemas. E muitos.

Mas minha risada mostrava que eu me divertia com a idéia. Ainda mais pensando que era mesmo uma idéia tão boa assim. Eu queria poder fazer isso agora, mas não podia. E isso era muito irritante. Eu queria poder destruir varios desses vampiros, mas estava proibida, a menos que quisesse problemas. Enquanto andavamos, mantinha meu corpo proximo a ele, para que a sombra ficasse mais bem aproveitada.




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Re: Prólogo

Mensagem por Ikki em Qua Dez 26, 2012 8:09 pm

Kenner

Interessante pensei em quanto olhava ao acontecimentos mais alunos chegavam na academia muitos mais, mesmo assim os que me tinham relativa importância ainda eram visíveis pelos meus olhos o Vampiro da Inglaterra com a garota do conselho ainda estavam ali conversando o sol parecia incomoda-los muito pelo jeitos que ele fazia sombra mais me chamou a atenção foi os olhares que faziam, eu não escutei nada do que falavam mais pelo olhar dava a entender muita coisa esse olhos de vampiros puro so podiam ser uma coisa, morte quando um vampiro da elite olhava assim para alguém era a sentença de morte mesma a garota parecia não gosta da jovem vampirinha lenda do lugar o resto muito protocolo os dois saindo juntinhos digno dos séculos 60 falou meu avo muito comum eu não me importei com isso mais sim olhei seguindo ate onde eles iriam se tivesse algo mais interessante mas isso não servia para mais nada perdi um pouco da conversa do mestiço mas deu pra ver como ele parecia provocar outra garota com seu humo de tabaco interessante ele tinha alguém que gostava de brincar pelo menos isso me serviria para alguma coisa mais adiante sem lugar a duvida que mais poderia me interessar ali não parecia muito gente importante mais hunters ou criaturas de raças inferiores acomodei meus cabelos y os óculos pretos também para poder olhar melhor o lugar agora mesmo minha atenção se encontrava com o mestiço a ver que poderia sacar de proveitoso nas suas ações mas sem esquecer o casal que tinha caminhado para a sombra um casal muito tentador a dizer verdade y ate perigoso.


Andariel
O jovem escutou as palavra da garota y isso fez que ele abrira seus olhos de novo y procura-se o diretor foi obrigado a se parar para poder olhar melhor o lugar y consegui sentir a aura do diretor uma criatura muito obscura y malvada com ração a mentora tinha mandado ele para ali si o ser que cuidava aquilo era tão obscuro como ela em maldade mais poder ele parecia ter mais que ela por isso ele estava aqui maldiçoo o momento em eu chegou mais não podia odiar tudo a jovem a seu lado era também um fruto da sua vinda depois de alguns minutos sem responder pensando nisso ele suspirou.

- sim ele esta no pátio com os demais alunos, mas não parece ter intenção de falar por enquanto.

Mencionou com um pouco de despreco na sua fala já que não podia evitar não gostar de uma criatura tão perversa abominação ao criador ele pensava em quanto olhava a garota mas ele sabia que ela queria ir para ali ela não era capaz de ver ou sentir as auras desses seres suspirou olhando para a jovem.

- você quer ir vê-lo.

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Re: Prólogo

Mensagem por Tohru Sohma em Qua Dez 26, 2012 9:24 pm

*Enquanto se dirigia ao diretor, Tohru sentiu uma forte sensação de estar sendo observada...Observada de uma maneira muito hostil. Estremecendo ligeiramente, a jovem olhou na direção do casal de jovens Sangues-Puros, ainda captando o olhar de ódio e profundo desprezo da jovem vampira loira. Tohru não os conhecia, porém infelizmente já estava acostumada com olhares semelhantes...*

*Tohru encarou a Sangue-Puro, que já se afastava com seu acompanhante, com um olhar triste, mas sereno e cheio de dignidade, sem desviar os olhos até que eles se afastaram.*

"Oto-san me amava e dizia que eu era sua joia mais preciosa e que ninguém melhor do que eu simbolizava o imenso desejo dele e da família Kuran em conviver com os humanos como irmãos. Eu não preciso ter vergonha de ser o que sou!"* pensou ela*"Você pode até achar que eu não mereço existir, como a maioria dos nobres e Sangues-Puros nunca esconderam acreditar...Mas vocês gostando ou não, sou a filha de meu pai!" * pensou, dirigindo-se a sua observadora. Tanto melhor se ela pudesse acompanhar seus pensamentos. O importante era todos saberem que Tohru iria se esforçar para não ter mais medo de enfrentá-los em seus preconceitos.*



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Re: Prólogo

Mensagem por Kagura em Qua Dez 26, 2012 10:20 pm

    Ilusões. Miragens. Ou apenas desejos obscuros? Nada além de uma mentira bem contada. Ou pelo menos fora assim que vira a japonesa quando nossos olhares se cruzaram. Alguém comum, mais ao mesmo tempo uma imagem advinda de minha cabeça. Que, mesmo após o período de desligamento total, ainda gerava-me reações quase humanas que optara deixar para trás há alguns meses. Batimentos acelerados, o velho frio na barriga e o velho desejo de toma-la para mim misturado a uma inexplicável e intolerável cede pelo seu sangue. Maior que a de qualquer retardatário que pudesse estar por ali. Mas seria a realidade causada por tantas impressões de uma mente conturbada?

    Meus passos se seguiram com um maior ritmo em meio aos seres aglomerados. Cheiros, conversas e pensamentos, mas nada mais interessante que a imagem da menina ali, capaz de fazer minha garganta arder como ferro quente e a necessidade voltar mesmo diante de um eu bem alimentado. Balancei a cabeça, tentando distrair a mente com as conversas a minha volta. Respirando fundo enquanto tirava uma caixinha de comprimidos do bolso, ingerindo alguns. Mau presságio? Aquele lugar que me aprisionara por anos só podia levar-me a loucura. Então por que eu havia, naquela maldita hora, acatado os pedidos do meu pai mesmo?

    Mais um inspirar profundo. Humanos, vampiros... E novamente aquele cheiro totalmente apetitoso e tentador capaz de me fazer recuar. Não. Aquilo não podia ser ilusão. Seria uma pegadinha totalmente sem sentido. Novamente virei para trás de forma rápida, notando o ambiente a minha volta. Olhares famintos, tão sedentos como eu focavam uma direção. Um longo e certeiro espaço em direção ao banco onde a japonesa sentava. Droga! Além de ter a audácia de voltar depois de me deixar ali, ainda mantinha aquela atitude boba alegre e preza fácil? O que ela queria? Virar café da manha?

    Dizem que vampiros conseguem se afastar da humanidade. Dizem também que suas emoções são mais fortes que as humanas? O que sei disso? Simplesmente nada. Apenas que tinha raiva. Não gostava em nada daqueles olhares para uma criatura cujo sangue tecnicamente me pertencia. Mordi os lábios, dando alguns passos. E antes que percebesse já avançava em direção a menina, olhando feio para os outros vampiros. O máximo ressentimento e cautela que devia sentir desapareceram em um objetivo que nem sabia continuar maior que tudo: mantê-la segura.

    Surpresa? Ela surgiu um pouco nos olhos azuis junto ao próprio ressentimento dela enquanto aproximava-me. Mas mesmo assim não me detive, trocando olhares com uma velha conhecida que parecia querer ajuda-la. Mais o cheiro de Sakura se espalhou ao meu redor. À medida que me aproximava mais eu queria mordê-la em um de já vu imenso no qual recordava aquele gosto, mas ao mesmo tempo me detinha. Eu não podia mais. Não Sakura.
    – Resolveu se servir em uma mesa de jantar baixinha? Está tão vulnerável como sempre. – Falei em um tom sarcástico, assim que me aproximei a encarando. Ainda havia olhares, muito deles em nossa direção. Mas quem era o louco de enfrentar um puro sangue? No entanto, aquilo ainda me incomodava. – Ou será que esperava que viesse te salvar? – Levantei a sobrancelha. Apesar de parecer uma provocação, aquele era meu jeito de dizer: Estou aqui. Ninguém ousará te atacar enquanto estiver.



    É engraçado como as coisas podem mudar de uma hora para outra, dando reviravoltas e reviravoltas sem fim que nunca seriam entendidas. E ali estava minha situação. Era braço direito de uma pessoa inusitada que odiei desde que havíamos sido separados de casa. Gabriel Lutont. O saudoso puro sangue que outrora tentara me matar. E agora não era nada mais nada menos que meu irmão mais velho. Quebras cabeças insolúveis? Também foi através deles que me afastei um pouco do conselho, ajudando meu pai em assuntos internos do clã desde a morte do meu avo. Foram tempos difíceis, devo confessar, e toda aquela pressão de uma irmã desaparecida e outro em coma dominava a casa. Por que estava tudo desmoronando? Perguntei-me diversas vezes aquele período, e acho que todos se questionavam as mesmas coisas. A vida do genial prodígio do conselho havia se acabado, e por cerca de quatro meses ninguém, a não ser os contatos mais próximos, haviam ouvido falar de Jean Lutont.

    Até aquele dia. O dia que papai me chamou no escritório particular dele e deu-me instruções sobre como proceder na academia. Ele não poderia ir lá. Suas obrigações prendiam-no na Dinamarca. Mas eu devia ir com Gabriel, recuperar o apoio do conselho. Missão chata? Talvez. Mas confesso que sentia a falta da liberdade e das garotas afastadas das vistas atentas e do boneco de amostragem que era.

    O puro sangue era arrogante. Claro que ainda não o suportava. Mas o que podia fazer? Meus passos ainda seguiam ao seu lado, tão elegantes e suntuosos quanto os seus sobre o uniforme branco. Apesar de entender as justificativas de meu pai em trazer aquela pessoa ali, ainda assim não confiava naquele maldito responsável pelo desaparecimento de Melissa. Inexpressivo. Era assim que o garoto se comportava, lado a lado com um eu que apenas apresentava um sorriso simplório, analisando com meus olhos verdes os conhecidos e desconhecidos daquele lugar.


    -Senhorita Aimée. Senhora Kuran. Senhor Yuriev. – Minha cabeça baixou diante das três figuras enquanto as cumprimentava com uma reverencia, acenando um pouco para minha noiva enquanto trocava olhares com ela. Afastando-nos do puro sangue e da filha de Katsuya Kuran assim que nós foi suposto fazê-lo. – Como se sucedeu o período que ficou fora da academia? Desde já me desculpo por minha ausência, tinha assuntos internos a tratar. – Falei de maneira formal. – A propósito, já conhece meu irmão? Gabriel Lutont?


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Re: Prólogo

Mensagem por Dorii' em Qui Dez 27, 2012 9:05 am

Spoiler:
mals a demora, fui abduzida por um além de cuecas box '-'

Sakura tsukino

O que aquelas pessoas esperavam encontrar ali era uma pergunta a qual não saia da cabeça da jovem. Era claro que não estavam ali para estudar. Os vampiros principalmente buscavam aliados e boas "relações" para trazer mais prestígio às suas famílias, porém agora estava tudo diferente, principalmente eles sabiam que a Cross não era mais como antes. Mas e os humanos? Claro que era conhecimento de todos os inúmeros incidentes e mortes que ocorreram naquele local, mas ainda sim, haviam muitas pessoas que se increviam naquela academia.
Tudo sumiu de sua mente quando ela viu Charles entrando no pátio. Seu coração disparou, embora seu rosto continuasse tentando não expressar nada. Ela abaixou o rosto, assustada, quando percebeu como a aura de charles havia mudado, ela já havia sentido aquele poder enorme outra vez, ele não era mais o mesmo. Seus olhos o fitaram, levemente aflitos, mas o vampiro a ignorou, olhando-a e depois seguindo e frente, como se ela não estivesse lá.
Ela sentiu uma pontada no coração com o desprezo do rapaz. De certa forma, ela já esperava por isso. Afinal, havia pela segunda vez desaparecido e deixando todos acreditarem que ela havia morrido, não havia se quer se despedido. Ele devia a estar odiando naquele momento, mas não havia mas nada o que ser feito. Talvez um simples cumprimento dele pudesse mudar tudo, mas era tarde. Ela sabia o porque estava lá, e talvez fosse até melhor não se envolver com Charles novamente.
Entre esses e outros pensamentos ela se mantinha um pouco aérea até sentir as atmosferas hostis. A menina ergueu o olhar, indentificando cada um daqueles vampiros. As auras deles havam mudado, ela sabia que era por seu cheiro. Alguns menos controlados que outros, mas alguns pareciam bem determinados.
Ela ajeitou o cabelo, como se não tivesse percebido. Afinal, tinha que manter o papel da Sakura de antes.
Enquanto tentava disfarçar ouviu Florensce chamar-lhe, falado de um telefone. É claro que ela sabia que era mentira. Estava notando a vampira no pátio e derepente ela fala que tem um telefone na secretaria? Sakura percebeu que a menina também estava incomodada com o seu cheiro e apreciou sua boa intenção, dando um sorriso como daria se fosse como antes.

- Florensce-san... arigatou! Vou imediatamente! - falou, se levantando, mas antes que pudesse sair percebeu Charles vindo em sua direção. O que ele queria? Jogar na cara dela como havia sido com ele? Chamá-la de dissimulada, mentirosa? Ela não se importava. Talvez ele não soubesse, mas ela não era mais a mesma.
Ela o ouviu, séria e o respondendo olhando-o nos olhos

- Ie... está enganado em três coisas... Não estou me servindo em uma mesa, não sou vulnerável e não espero nada de você... Charles...
A última parte saiu um pouco ríspida. Agora de perto podia sentir mais nitidamente todo aquele poder, não acreditava que ele havia feito algo assim.

- Se não ouviu eu tenho uma ligação... Ja ne... - falou, se afastando um pouco e se virando para ir à secretaria.




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Re: Prólogo

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