Vampire Knight Tale
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..:: Quarto 4 ::.. Robert Nightray e Filipe Matrelli

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Mensagem por The Storyteller Qui Mar 22, 2012 10:21 am

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Mensagem por Filipe Matrelli Seg Maio 21, 2012 3:21 pm

*Acontece depois das ações com Hecate Nelpheim*

Filipe estava ansioso e cheio de espectativa com os acontecimentos de que havia tomado consciência. A morte e transformação de Eric Nelpheim era uma notícia e tanto e tanta empolgação tinha que ser colocada para fora de alguma forma. Já estava esperando uma pessoa. Uma antiga conhecida aliás. Ainda tinha algum tempo antes que Maya aparecesse e foi em direção ao banheiro, tirando suas roupas pelo caminho. Ligou o chuveiro e ficou embaixo do jato quente de água sem pensar em nada. Os cabelos estavam completamente jogados sobre seus olhos fechados e ele sentia a sede começando a arder em sua garganta. Automaticamente começou a pressionar o lábio inferior com a presa e não demorou muito pra que sentisse o gosto de seu próprio sangue. Não saciava sua sede, mas a beleza do líquido de cor púrpura lhe encantava e o cheiro doce também. Depois de alguns minutos se enrolou em uma toalha preta e felpuda e foi para sua cama, deitando-se de olhos fechados enquanto esperava sua companhia.


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Mensagem por Bells Seg Maio 21, 2012 4:31 pm

Maya Sterlling

A tanto tempo não falava com Filipe... Acho que anos, para o bem da verdade. Mas as coisas não haviam mudado tanto assim nesse meio tempo. Ele continuava o mesmo, não era algo que pudesse ser mudado de uma hora para outra a maneira dele agir, o desejo que ele sentia pelo meu corpo. Era algo maior do que ele deixava entrever. Ele desejava meu sangue, sabia disso, e não apenas meu corpo. Seria uma longa, divertida e prazeirosa noite. Roupas... Era clara a preferência dele, sempre soubera. Pretas e vermelhas, fáceis de tirar, ou melhor, de se rasgar. Ele se divertiria tanto quanto eu com esse espartilho... Adoraria cortá-lo com os dentes, ou com as unhas. Minha própria sede era ainda mais avassaladora do que me lembrava. A algum tempo não me alimentava de alguém de minha própria espécie. Humanos, pilulas, ou animais, como tentara, não eram assim tão divertidos quanto Filipe e seu pescoço. Ele também iria querer isso essa noite... Antes de sair, peguei uma pequena bolsa, com uma troca de roupa. Não tinha a menor dúvida de que essa troca seria destruida essa noite. Um casaco por cima de tudo para evitar chamar ainda mais atenção do que meus cabelos por si só faziam, e estava pronta. Silencio ao redor, era facil passar despercebida, ou ao menos sem que nenhum ser comum me notasse. Minha aura de Nobre não era tão forte quanto a de alguns puro-sangues, mas ainda assim chamaria a atenção de algum mestiço, ou ex-humano. Que chamasse. Não tinha o menos problema que soubessem onde eu estava indo, ainda mais depois de tudo o que vira.

A porta do quarto estava destrancada, e sabia que ele a deixaria assim. Os costumes de um passado não tão distante ainda estavam vivos em minha mente, e na dele também, já que a porta permanecia aberta para mim. Silenciosamente, deslizei para dentro do quarto, fechando a porta e a trancando as minhas costas, olhando na semi escuridão e vendo que ele estava deitado na cama, de costas, enrolado em uma toalha negra. Meu sorriso de canto era mais do que sedutor, demonstrava, para ele, que nossa noite seria ainda mais longa do que muitas que já haviam acontecido. Seria ainda mais divertido agora. Tirei o casaco, o deixando cair no chão junto de minha bolsa. Eram coisas sem importância agora, que a única coisa que realmente me importava era isso, eu e ele, juntos. O cheiro fraco do sangue dele ainda estava no quarto, não sabia como, mas ele o deixara espalhado por todo o lugar. Talvez quisesse apenas me provocar ainda mais, ou fosse coincidência, mas aquilo me deixou ainda mais animada com nossa noite. Caminhei lentamente até ele, os passos sinuosos como os de uma gata. No meio do quarto, parei, sorrindo para ele e esperando que viesse até mim.

-Demorei?



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Mensagem por Filipe Matrelli Seg Maio 21, 2012 4:54 pm

+18:
Passos leves. Maya estava cada vez mais próxima e Filipe imaginava como estaria agora. Depois de tanto tempo sem contato não sabia se ela mantinha os cabelos vermelhos como fogo que o deixavam louco caindo pela pele branca, e os olhos verde e azul que o intrigavam. Essa noite se alimentaria como ainda não tinha se alimentado desde que chegara a esse lugar.
Seus olhos ainda estavam fechados mas ela sabia que ele estava acordado quando entrou no quarto. Seu cheiro e o cheiro do sangue derramado no banheiro se misturavam e aumentavam ainda mais a excitação. Sem abrir os olhos Filipe riu de lado, passando a língua pelos lábios e os deixando brilhantes. Podia sentir na aura da vampira o que ela queria, e era exatamente o que ele também queria.


- Um pouco - Sua voz estava rouca e baixa, excitada. - Mas sei de uma bela maneira de me compensar.

Em um piscar de olhos Filipe estava com o corpo grudado no corpo de Maya. Seu rosto colado no pescoço macio e delicioso. A língua fazendo um caminho longo e lento entre os ombros e o queixo. A mão esquerda subiu até os cabelos ruivos e lisos se entrelaçando entre os fios e puxando para trás. Deixando toda a pele macia exposta para dentes afiados e sedentos que agora perfuravam seu pescoço. Uma delícia. Quanto mais sangue Filipe tinha, mais queria. Mas não era hora. Isso era só um aperitivo e a noite seria longa... a melhor.
Ele tirou o casaco que a vestia e ficou encarando seu corpo. Um espartilho preto, pequeno, com rendas e uma rosa vermelha entre os seios. Uma bela rosa. Mas o que importava agora não era o espartilho. Rápido e certeiro Filipe rasgou com as unhas afiadas os fios que o prendiam ao corpo de Maya e o espartilho caiu suavemente passando pelo corpo da garota. Enquanto acompanhava a peça descendo parou seu olhar na saia... Ainda não tiraria ela. Jogou a jovem na cama com certa violência. SAbia de seus desejos mais íntimos assim como ela sabia dos dele. E se entendiam perfeitamente. Uma masoquista e um sádico. O casal perfeito. Filipe desenrolou a toalha de seu corpo e caminhou até a lateral da cama completamente nu.


- De joelhos. - Sua voz era fria.

Ele pegou-a pelos cabelos conduzindo sua boca carnuda até seu pênis.


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Mensagem por Bells Seg Maio 21, 2012 5:31 pm

Maya Sterlling

+18
Spoiler:
Compensar... Acho que quem receberia uma compensação, um premio nessa noite, seria eu. Era claro para ambos o que queríamos, e o que teríamos. Era assim sempre que nos encontrávamos com esse fim. E agora seria ainda melhor, já que sabiamos o que mais gostavamos que o outro fizesse. Eu o conhecia como mais ninguém, assim como ele também me conhecia melhor que qualquer outra pessoa. Os lábios dele estavam vermelhos, exatamente como eu me lembrava, assim como sua aparência. O olhar faminto era o mesmo com o qual estava acostumada a tantos anos. Era exatamente o que eu buscava ao ir procurá-lo. Sentia sua fome, e não apenas sua sede no quarto. Ele me queria, e queria meu sangue. E teria a ambos, se era assim que desejava. Ele teria tudo o que queria, e ele sabia disso. Se divertia com o poder que tinha sobre mim, assim como eu me divertia com ele me dominando. Era assim sempre que nos encontrávamos. Ele sempre queria mais e mais, e eu sempre oferecia tudo o que ele poderia querer, e ainda mais, se assim ele desejasse. Éramos o casal perfeito, ao menos nesse ponto. Em muitos outros eramos como água e vinho, mas quando se tratava apenas de desejo, não havia casal mais perfeito. Sorrindo para ele e para suas ações, deixei que seu movimento me surpreendesse, que fizesse o que queria com meu espartilho. Ele era descartável, ainda mais que qualquer outra coisa o era essa noite. Seria algo prazeiroso sentir tudo o que ele parecia prometer com seus olhos, e com suas ações. Não tive tempo para responder a suas palavras, seu corpo estava junto de meu rápido de mais. Seus dentes e suas mãos em minha pele, puxando meus cabelos com um pouco de força. Ele sabia que eu gostava daquilo, que ele puxasse meus cabelos. Sentia ainda mais prazer apenas com isso, com a dor, do que sentiria se ele fosse gentil e delicado. Mas se ele fosse assim, não me teria a tanto tempo. Não tinha motivos para ir atrás de outros, ele me satisfazia sempre que eu queria.

Seus dentes em meu pescoço eram firmes e quase dolorosos, sentia sua lingua passando pelos cortes, sugando meu sangue e apreciando o sabor. Um gemido de satisfação escapava de minha boca sempre que sentia que ele sugava com mais força, mas não durou muito tempo. Ele logo parou com isso, o que me deixou ainda mais ansiosa. Queria que ele tivesse mais de mim dentro de si, queria sentí-lo dentro de mim logo. Suas mãos não eram gentis, eram duras e sabia que se fosse uma simples humana, teriam marcado minha pele, tal a força que usara para me segurar, mas eu não era uma humana, e queria mais do que apenas aquilo. Ainda era gentil de mais em minha opinião, e meu gemido de desaprovação era mais do que claro. Ele sabia o que eu queria, e sabia que eu teria, mas não conseguia conter a vontade de que ele fosse mais rápido. Ele gostava de me torturar tanto quanto eu gostava de ser torturada dessa maneira por ele. A cama era macia e estava um pouco quente, além de humida devido ao calor do corpo dele, que a pouco tempo estivera ali. Ainda assim a força com que me jogou era maior do que antes. Poderia ter sido maior, mas ele estava indo devagar, queria que a noite durasse, e sabia que isso seria a melhor parte para nós dois. O tempo que teríamos agora seria para compensar tudo o que haviamos perdido em anor longe. Sua voz rouca, ao me dar ordens, era ainda mais excitante. Sabia que nada o faria parar agora, e era exatamente com isso que contava. Quando a toalha foi deixada de lado, humedeci os lábios com a lingua, vendo seu penis a minha frente. Sabia o que ele queria antes mesmo que verbalizasse o que era para fazer, mas era ainda melhor ouvir de sua boca a ordem. Sua voz, além de rouca, era fria e distante. Eu poderia ser qualquer coisa, e no momento era apenas uma marionete em suas mãos, que em meus cabelos, firmemente, conduziam minha boca para onde ele desejava. Era isso que ele queria, começar a noite dessa maneira, e era o que teria. Sorrindo, abri um pouco mais a boca, passando a lingua em minhas presas, para que ele entendesse o que planejava fazer. Ele estava mais do que feliz com o rumo das coisas, sentia isso dentro de minha boca, enquanto chupava e raspava os dentes, me contendo para não usar as presas realmente. Ainda não, ao menos.


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Mensagem por Filipe Matrelli Seg Maio 21, 2012 6:03 pm

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+18:
Filipe ria por dentro ao ver o desapontamento no rosto de Maya. Ela queria mais força, mais violencia e rudeza. Era uma verdadeira masoquista e isso era o que mais fascinava. O prazer que ela ansiava sentir por meio não tão convencionais, e ortodóxos. Maya adorava receber ordens e ser dominada com firmeza. E sempre conseguia isso com seu amante, de uma forma que nenhum outro conseguiria fazer, ou assim ele pensava, já que eles sempre se viam com frequência. Não importava o tempo que passava ou a distância entre eles, Filipe e Maya sempre eram atraídos um pelo outro como um grande imã. Grande e forte capaz de superar qualquer distância. Prazer.
Sentir a maciez dos seus lábios e ora ou outra a ponta dos dentes levava Filipe ao céu, e se ele estivesse vivo teria ficado arrepiado. Mas não era, e pensar nisso o fez ficar ainda mais rude. Agora ele segurava a cabeça de Maya parada enquanto se encarregava de empurrar seu membro até a garganta da garota que tossia e vez ou outra se engasgava. Seus olhos ficavam meio vermelhos e isso o impulsionava a repetir cada vez mais forte e mais fundo. Até que se cansou. Não retirava mais prazer daquilo. Estava monótono. Ele queria mais, mas não queria apenas isso.
Soltou Maya e a empurrou novamente na cama sem se preocupar em ser gentil e cavalheiro. Pareceu vacilar por um instante e voltou a pegar os cabelos da vampira, agora a puxando com pressa com ele e a levando aos tropeços para o banheiro.


- Não é isso que você quer? Ham? - Seus olhos brilhavam com o prazer de causar dor a uma mulher tão linda e desejável. - Venha.

Quando chegaram até o banheiro Filipe começou a encher a banheira com água quente e derramou um pouco de líquido para fazer bolhas de sabão. Voltou a puxá-la pelos cabelos com força de volta até a cama. Dessa vez deitou-se e puxou Maya para perto de seu rosto. Com a mão em seu pescoço, apertando-o, Filipe beijou-a com força mordendo seus lábios até que o sangue começasse a sair. Novamente agarrou seus cabelos.

- Chupe, até que eu mande parar. - Maya estava com a cabeça jogada para trás, e a boca de Filipe estava colada a seu ouvido. - E não faça nada que vá se arrepender depois.


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Mensagem por Bells Seg Maio 21, 2012 6:32 pm

Maya Sterlling

+18

Spoiler:
A calma e a pouca gentileza que até agora ainda sentia nele desapareceram, sem que eu pudesse fazer nada para enteder o motivo por trás disso. Fizera o que ele queria, mas ele parecia não achar mais que era o bastante. Queria ainda mais que antes, e agora sentia que ele estava de volta. O vampiro a quem me entregara tanto tempo atrás. Estava ali, furioso, rude. Exatamente como eu esperava que ele ficasse. Sentia seu penis em minha garganta, cada vez mais fundo. Meus olhos ficavam avermelhados, sabia disso. Não apenas pela falta de ar, mas também pelo prazer. Queria que ele fizesse aquilo com ainda mais força, queria sentir ainda mais a raiva e a frustração dele. Enquatno sentia que ele não pararia, quando estava prestes a fazer o que mais queria nesse momento, mordê-lo, ele parou, puxando meus cabelos e me deixando longe dele. Não demonstrei, mas isso apenas me excitava mais, sentia ainda mais prazer com isso. Ele me jogou na cama, sem nem mesmo o vestígio de gentileza que tivera a algum tempo. Ele estava sendo rude, estava sendo apenas um macho, não um homem educado. Era o que eu buscava desde o começo. Conseguira o que queria rapidamente, e ele também teria o que queria, mas não exatamente da maneira como queria. Não era apenas mais uma garota que obedeceria ao que ele queria, e ele deveria saber disso depois de todo esse tempo. Enquanto era praticamente arrastada para o banheiro pelos cabelos, tropeçando e escorrengando, sentindo cada vez mais dor e mais prazer com o puxão, até que ele parasse, colocando para enxer a banheira. Sim, era o que eu queria. E ele também queria aquilo de mim, era por isso que estava aqui, por isso ele deixara a porta destrancada para mim.

Novamente no quarto, ele se deitou, puxando meu rosto para perto do seu com raiva. Ele estava irritado, estava praticamente pedindo para que eu o desobedecesse. Ele sabia que eu o faria.. Ou ao menos deveria suspeitar. O sangue em meus lábios, escorrendo pelo ferimento causado pelas suas presas, era mais do que esperava que ele fizesse. Realmente, era a hora certa para provocá-lo ainda mais. Queria que ele me punisse por desobedecê-lo. Por isso, assim que minha boca estava em seu penis, o mordi com força, sentindo o sangue em minha boca.


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Mensagem por Filipe Matrelli Seg Maio 21, 2012 7:04 pm

+18:
Ah! Tão deliciosa e tão... arredia. Era isso que Filipe gostava, era disso que havia sentido falta.

"Vamos lá... me contrarie.."

Filipe precisava extravasar ainda mais, mas não era do tipo que simplesmente fazia o que queria sem um bom motivo. Pelo menos não nessa situação. Ele daria corda para que ela se enforcasse, ou não... Maya gostava daquilo tudo tanto quanto Filipe ou até mais. Gostava de sentir a dor que ele a causava, as suas mãos pegando-a com força e a atirando contra objetos. Era o que ela queria, e era o que ela teria. Filipe não pararia de jeito nenhum. Só quando se sentisse completamente satisfeito, se isso realmente fosse possível.
Ele já sabia o que esperar de Maya, ou já tinha alguma idéia. Mas quando sentiu Maya fincando os dentes em seu pênis daquela forma, com seu sangue se misturando ao sangue que ainda escorria da boca dela não imaginava que seria assim. Uma dor aguda, acompanhada de um prazer repentino e igualmente passageiro. Sua raiva acumulada aquilo se tornou ira, e era isso que ele queria inicialmente.
Em um rompante de raiva e dor Filipe levantou-se rapidamente com um grito de dor e um tapa enfurecido que atingiu em cheio a face de Maya jogando-a no chão.


- Vadia! - Ele caminhou com passos furiosos até Maya levantando-a do chão pelo pescoço. - Você vai se arrepender do que fez. - Filipe sussurrava com os dentes trincados ao ouvido de Maya.

Sem se preocupar se estava ou não enforcando-a ele apertou seu pescoço e em seguida jogou-o de lado fincando os dentes e arrastando-os ainda dentro da carne rasgando um pouco. Sugou mais de seu sangue com raiva, tentando causar o máximo de dor a ela. Mesmo sabendo que ela gostava disso tudo, era o que ele mais queria agora. Causar dor.

- Você vai receber o tratamento que estava querendo quando entrou por aquela porta sua prostituta.

Filipe jogou-a novamente no chão ainda sangrando. O cheiro estava em todo o quarto e isso excitava ainda mais o vampiro. Ele ajoelhou-se atrás de Maya colocando-a de quatro com estupuidez e empurrando seu pênis contra o corpo da garota antes que ela protestasse, se fosse mesmo fazê-lo. Ele violou seu corpo com prazer e ódio. Sabia que aquilo iria doer no início, e seria a parte que ela mais gostaria. Voltou a tirar todo o membro de dentro da garota empurrando novamente em seguida, com mais força e repetindo cada vez mais forte. Enrolou os cabelos ruivos de Maya em sua mão e agora parado a puxava para trás fazendo com que seu pênis sumisse por inteiro dentro dela.

- Eu quero ouvir você gemendo. Caso contrário vou causar tanta dor, que não vai ser prazeroso mesmo pra você.


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Mensagem por Bells Seg Maio 21, 2012 7:43 pm

Maya Sterlling

+18
Spoiler:
Não imaginara, a principio, que ele ficaria assim tão furioso. Sua reação foi mais forte do que imaginara, mas nem por isso me assustei, ou me arrependi do que fizera. A ardência em meu rosto, onde seus dedos haviam marcado minha pele em vermelho, assim como meus cabelos, era prazeirosa. Estava em um jogo perigoso, testando até quando podia esticar as cordas de sua irritação antes que ele realmente se irritasse a ponto de desejar me matar. Agora... Apenas era o que ambos queriamos, a raiva e a ira, que nos traria ainda mais prazer nessa noite que apenas começava. Minhas mãos estavam no chão, sentia o chão frio de encontro a minha pele. De roupas, vestia apenas a pequena saia. Ele me tinha completamente a sua merce, e sabia que demonstraria isso em seus atos agora, ainda mais brutalmente do que antes. Era algo que já havia acontecido, embora não exatamente dessa maneira. Sua mão em meu pescoço machucava, era dura e feria minha pele delicada, mas sabia que era ainda mais prazeiroso. Assim que ele me ergueu, tentei olhar em seus olhos, mas ele estava segurando minha cabeça parada, seus dentes em meu pescoço. Ele me morderia, e iria tentar causar o máximo de dor que pudesse. Sabia disso, e o frenesi de prazer que antecedia as mordidas furiosas dele me dominou. Queria que ele me mordesse ainda mais forte, e quando senti seus dentes forçando a pele, a rasgando realmente, arfei de dor e prazer. Era muito prazer, queria sentir ainda mais dor. Quando sugou meu sangue, sabia que estava cego de raiva, que queria apenas me causar mais dor a cada segundo. Era algo que eu sabia que ele faria, e nem por isso deixava de me surpreender com o quanto ele era capaz de fazer apenas sendo provocado da maneira e na hora certa. Não emiti nenhum som além de alguns leves gemidos enquanto ele se alimentava. Ele não queria me dar prazer, queria me causar dor, e se era assim que ele queria, era assim que as coisas seriam. Não gostava de ser chamada daqueles nomes, mas sabia que era algo que o excitava, e por consequencia, também me excitava ainda mais. Uma prostituta... Eu realmente agia como uma perto dele, minha família jamais entenderia meu comportamento, e sequer saberiam disso, nunca. Ele sabia disso, éramos amantes, mas um dia seriamos parceiros de outras pessoas, como conviesse a nossas familias... Até lá, nos divertiriamos um com o outro. Queria ser entregue a ele dessa maneira... Seria bom ser dele de maneira completa, sabendo que sempre poderia fazer com que ele se irritasse e me tratasse assim. Um noivo seria mais do que um risco.

O chão frio novamente estava em contato com minha pele, mas o calor que eu mesma emanava era o bastante para me manter aquecida, e logo o corpo de Filipe também estava ali, me aquecendo de maneira bruta e rude. O sangue ainda saia de meu pescoço, me deixando com a visão completamente vermelha. Era o instinto de proteção, era algo ao qual meu corpo estava habituado, mas não era tudo o que ele queria. Eu também queria sentir o sangue dele em minha boca, mas não tentaria sequer falar algo agora. Ele seria capaz de qualquer coisa agora, que me tinha sob seu controle de maneira completa e total. Ele mostrava seu dominio da maneira como sempre o fazia, cm força e brutalidade. Sentia seu corpo pressinando o meu com força, mas não era ai que minha atenção estava. Ele me colocara de quatro, como se fosse apenas uma cadela, e sentia seu penis entrar em mim cada vez com mais força, mais fundo e causando muita dor. Era quase como se ele me partisse ao meio, mas era ainda mais prazeiroso apenas por isso. Ele não estava se importando nem um pouco com meu bem estar, estava apenas satisfazendo seu desejo e sua raiva, deixando que sua vontade fosse mais importante que qualquer coisa, mais importante que eu de todas as maneiras. Eu era, novamente, apenas uma boneca sob suas mãos. Escrava das vontades dele. Suas mãos se enrolaram em meus cabelos, enquanto ele parava de se mover para dentro de mim, me puxando para trás e fazendo com que seu penis entrasse completamente em mim. Me sentia preenchida, via estrelas a minha frente, de prazer, dor e de algo como me sentir completa. Era assustador o que ele conseguia de mim. Inclinei meu pescoço para trás, deixando que meu sangue ficasse a centímetros da boca dele, deixando que ele sentisse o cheiro de meu sangue junto de sua boca, que ele se sentisse ainda mais tentado a me morder novamente, a sugar o sangue. Mesmo que ele não tivesse me ameaçado, e sabia que ele seria completamente capaz de cumprir o que dizia, queria gemer agora. EStava me mantendo controlada, não queria fazer nada que o desagradasse ainda mais, mas agora que ele dissera isso, iria fazer exatamente o que ele me mandava. Gemendo alto, rebolei, sabendo que a dor que sentia diminuiria aos poucos, até desaparecer, mas o prazer iria continuar ali, e ele faria com que novas dores surgissem. Ele não deixaria que eu me sentisse bem e sem dor, mesmo sabendo que eu gostava da dor. Ele era assim, sentia prazer me causando dor, e eu o sentia também. Gemendo alto, falei, entre arfadas.

-Si... Sim mestre... co... Como quiser...


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Mensagem por Filipe Matrelli Ter Maio 22, 2012 6:06 pm

+18:
Filipe estava completamente... realizado. De uma forma nada convencional, mas estava realizado. Estava gostando da companhia de Maya mesmo que não gostasse de adimitir e que demonstrasse de maneira torta. Ele gostava dela, se não fosse assim não seriam amantes há tanto e ele não a teria recebido. A sensação de tê-la em seu poder e subjulgá-la o fazia sentir bem e viril, sem falar que ele sabia que talvez ela se divertisse mais do que ele com tudo aquilo e que ela voltaria sempre que sentisse vontade. E se tratando de uma ninfomaníaca ele sabia que ela voltaria logo logo.
O tapa que ele havia dado em seu rosto fez que a pele ficasse marcada em vermelho fraco nas maçãs do rosto. Foi um belo tapa, forte e preciso e que havia jogado tudo que estava sentindo naquele momento para fora. Sentir o bumbum de Maya sendo pressionado contra sua pele daquela forma o deixava ainda mais excitado, com vontade de ir cada vez mais fundo dentro dela. E a cada movimento ele o repetia mais e mais forte, tentando mesmo ir cada vez mais fundo. Sentia sua carne macia e cada vez mais molhada e ficava cada vez mais excitado com tudo isso, ao ponto de sentir seu membro doer e latejar dentro de Maya. Estava controlando ao máximo para não soltar outro belo tapa no bumbum volumoso que estava empinado logo a sua frente quando sua amante começou a rebolar.


"Ah... Maya."

A ruiva sabia exatamente o que excitava Filipe e sabia o que podia fazer para conseguir dele o que queria: violência. Ao pensar nessas coisas Filipe se sentiu usado, e não gostava disso, mas não teve tempo pra tentar "castigá-la" por manipulá-lo assim. O que ele mais gostava durante as transar era ouvir Maya gemer, gritar e arfar. Tanto de dor quanto de prazer. E foi exatamente o que ela começou a fazer. Ele fechou os olhos e retomou seus movimentos ainda mais rápido agora segurando o bumbum da mulher que estava de quatro a sua frente totalmente submissa. Prostrada como a cadela que era, segundo pensava o nobre. Maya se comportava de maneiras completamente distintas: na cama era como uma verdadeira prostituta ninfomaníaca e masoquista, disposta a fazer tudo e mais que isso, sedenta por tudo que lhe causase dor e consequentemente prazer; em público era uma dama. Ainda sensual e provocante, mas nada comparado ao que acontecia quando estava entre quatro paredes com Filipe. Nada se comparava àquilo. Mais uma vez ela causou êxtase em seu amante chamando-o de mestre. A brincadeira ficava cada vez melhor e os gemidos de Maya ficavam mais rápido e frequentes a cada minuto, enlouquencendo o companheiro. Mas ele queria mais, sempre queria mais, e rapida e violentamente se afastou e a virou com a barriga para cima voltando a penetrá-la de uma vez, e ainda mais forte. Deitou-se sobre seu corpo segurando suas mãos acima da cabeça e mordendo novamente seu pescoço, do outro lado. A ferida de alguns minutos atrás ainda estava aberta. E ficaria assim por algum tempo. O sangue de Maya exalava por todo o quarto misturado ao cheiro de sexo. Filipe cravou os dentes no pescoço frio sugando um grande gole e retirando as presas e mordendo mais abaixo novamente, com força igualmente forte sorvendo mais um grande gole. Com a boca e a ponta do nariz completamente sujas de sangue Filipe desceu sua boca em direção aos seios volumosos e macios, que estavam com os bicos entumescidos quentes. Sua boca era pequena para os seios deliciosos de Maya. A parte favorita do corpo daquela mulher para o vampiro. Ele começou a chupá-los com vontade, como se fosse um bebê faminto tentando extrair alguma coisa que saciasse sua sede incontrolável. Com a mão que estava livre Filipe tentava juntar os dois seios com sua boca sugando e lambendo entre eles, mas era inútil. Maya tinha seios fartos o bastante para que não coubessem nas mãos grandes dele que desceu novamente as mão, dessa vez a abraçando com a mão espalmada na base de sua costa, perto do bumbum e forçando o corpo dela para cima. Sua boca desceu lentamente dos seios para a barriga e foi obrigado a tirar seu penis da garota. Sua boca estava na barriga de Maya, sedenta e insaciável. E logo em seguida descendo mais um pouco até chegar à intimidade da amante. Fez com que ela dobrasse os joelhos de forma que os pés tocassem inteiros no chão, com as pernas abertas, e ficou por minutos incontáveis ali. Passando a língua por toda a extensão do quadril. Colocou dois dedos dentro de Maya fazendo movimentos circulares e rápidos, e vez ou outra dobrando os dedos fazendo com que a ponta de suas unhas raspassem a machucando por dentro. Não podia lhe dar apenas prazer. Queria causar dor, afinal de contas, era disso que ele retirava seu prazer. Dos gemidos de dor de Maya.
Depois de cerca de quinze minutos assim, resolveu levantar-se e conduzila para a banheira. Dessa vez estendeu a mão para ela de forma gentil, esperando que ela a pegasse, e então a puxou com força fazendo os corpos se chocarem e segurou-a pela cintura junto a si.


- Espero que tenha gostado disso.. - Ele parou levando a língua ao ferimento do lado esquerdo e lambendo o sangue, fazendo com que o ferimento se fechasse. Agora tinha as duas mordidas, uma embaixo da outra, do lado direito. - Foi o único momento de prazer que teve essa noite...

Com um sorriso completamente sádico e um leve brilho de loucura nos olhos ele a empurrou em sua frente indicando o banheiro. Olhando para seu bumbum enquanto ela rebolava para o cômodo.


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Mensagem por Bells Ter Maio 22, 2012 7:26 pm

Maya Sterlling

+18
Spoiler:
Ele estava tão satisfeito quanto eu, e isso me deixava ainda mais animada com o que viria depois. Era algo que eu conhecia dele, ele jamais pararia enquanto não se sentisse satisfeito, se é que isso aconteceria essa noite. Ou algum dia. Era o que mais nos excitava, a ambos. A velocidade, o fato de nunca nos cansarmos disso, e de sempre querermos mais, mesmo logo após pararmos. Isso garantira por tanto tempo que sempre estívessemos disponíveis um para o outro. O prazer que ele me proporcionava agora era ainda maior do que o de antes, agora que a dor diminuia, mas ainda estava presente. Era bastante dor, mas não estava lutando contra a sensação que ela me trazia. Era muito boa, e ainda mais agora, com ele dentro de mim. Quando achei que poderia, finalmente, gozar pela primeira vez na noite, quase como se adivinhasse o que eu sentia e estava prestes a fazer ele parou com os movimentos apenas tempo o bastante para me virar de frente para si, se deitando por cima de mim e me penetrando com ainda mais força. Era ainda mais prazeiroso, sentindo a ardência em meu pescoço e ele mordendo novamente. O sangue saia abundantemente da ferida do lado esquerdo, enquanto ele sugava ainda mais sangue do lado direito de meu pescoço. Ele estava sendo insaciável, lembraria de não ficar tanto tempo longe dele de novo. Era quase uma tortura não ter todas aquelas sensações sempre que queria, dessa maneira. Ele estava mais do que inspirado agora, e eu me sentia ainda melhor com isso. Ele era ainda mais do que eu conseguia me lembrar, ainda melhor do que antes. Ele era o que me dava mais prazer, até mesmo mais do que apenas a dor me traria. O cheiro de meu sangue impregnava o quarto de maneira completa e viciante. Queria o cheiro do sangue dele junto ao meu, mas sabia que ele não permitiria que eu tivesse o que queria agora. Ele ainda era meu mestre, ainda mandava em mim e não me dissera para mordê-lo. Queria me alimentar, mas teria e esperaria até que ele me desse permissão, como era da vontade dele e minha.

Seus dedos, e suas unhas, se movendo dentro de mim, me causando uma nova onda de dor e de prazer era ainda mais excitante, me deixava ainda mais desejosa de que ele fizesse mais do que apenas isso. Sentia, além de tudo, suas mãos em meus seios, sua boca em minha barriga. Ansiava por que ele tomasse ainda mais sangue de mim, mas ele fechara um dos cortes, o irregular e profundo. Sensato, se queria que eu permanecesse viva depois dessa noite, o que me parecia ser mais do que óbvio, já que ele iria querer repetir essa dose de prazer. Assim como eu já sabia que iria voltar, talvez antes do que ele imaginava. Queria mais amanhã, depois de me alimentar de maneira adequada de algum animal, ou com as odiosas patilhas de sangue que a escola fornecia. Queria mais do que apenas essas pastilhas, mas me contentaria com elas, ao menos por enquanto. Não queria problemas por quebrar mais uma das regras tolas e inuteis dessa academia. Suspirava, gemia e abafava os gritos de prazer que queriam sair de minha boca com a mãos, já que não podia chamar assim tanta atençao para nós e o que fazíamos agora. Seria mais seguro permanecer, ao menos, relativamente quieta. Mas ele poderia escutar com facilidade os sons que fazia. Era um vampiro, e como tal, tinha uma audição ainda melhor que a maioria, tão boa quanto a minha. Quando ele se afastou, não reprimi um som de desagrado. Não queria que ele parasse quando sentia tanto prazer assim... Mas ele não voltaria apenas pelo meu pedido. Ele não era gentil e cavalheiro como publicamente entre quatro paredes, ao menos comigo junto de si. Ele faria apenas o que queria, mas estava, já agora, sendo mais gentil que antes. O que era bom. Ainda sentia minha pele dolorida depois desses momentos de prazer, mas ainda mais prazer vinha dessa dor. Não queria que isso passasse, mas queria que ele me levasse para onde queria. Ele tinha idéias tão boas quanto as minhas, ainda mais quando situações desse tipo estavam envolvidas. Ele me puxou com alguma força para junto de si, deixando nossos corpos colados. Sentia que ele ainda estava excitado, e prometia ainda mais dor para depois. Seus olhos sádicos e loucos eram toda a confirmação que queria. Sorrindo para ele, de maneira sedutora, dei as costas, andando para a porta do banheiro, rebolando bastante.

Já na porta, parei, olhando para trás e sorrindo, por cima do ombro direito, deixando as mordidas que ele mesmo me fizera expostas:

-Não me acompanha no banho?

Assim que terminei, antes que ele pudesse me impedir, entrei na banheira, sentindo a água quente quase queimar minha pele, mas ainda sendo deliciosa. Ele logo estaria aqui, e eu esperaria ansiosa pelo o que ele reservara para agora.
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Mensagem por Filipe Matrelli Ter Maio 22, 2012 8:09 pm

+18:
Filipe apenas riu ao ver que Maya rebolava mais que o normal ao caminhar para o banheiro. Quando ela parou na porta, chamando-o ele não teve dúvidas de que seria uma delícia aquele banho. Quando ele chegou até o cômodo Maya já estava dentro da banheira, e a julgar pela quantidade de sabão e a água quente ela devia estar sentindo uma bela ardência. E Filipe sabia o quanto aquila a estava excitando. Mas ao contrário do que ela imaginava, Filipe foi até o cômodo que estavam e voltou com uma garrafa de champagne e duas taças de cristal, colocando-as ao lado da banheira entrando lentamente na água morna. Seria um belo banho e ele já podia enxergar a água imaculada ficando vermelha com o sangue de ambos.

"Espero que não demore muito para sair o cheiro..."

- Venha aqui. - Sua voz não era fria, mas divertida e debochada. - Vou lhe dar uma recompensa por ser uma escrava obediente.

Ele esperou que ela viesse e a ajudou a sentar-se em seu colo. Os seios, agora molhados, de Maya encostaram-se no peitoral de Filipe e ele a puxou para mais perto pressioando-os ainda mais. Era uma delícia sentí-la assim tão perto. Tanto para Filipe quanto para ela mesma, e Filipe sabia disso. Ele começou a beijá-la de forma urgente, apertando os lábios contra a boca rosada e carnuda de Maya. Sua língua invadindo-a sem pedir permissão e se entrelaçando com a dela. Também chupava e mordia a língua da vampira, mas não forte o bastante para arrancar sangue dela. Queria reservar seu sangue para mais tarde. Já havia tomado bastante por agora e não queria acordar com um cadáver ao seu lado. Enquanto a beijava seu pensamento viajava em várias direções. Não se prendia somente ao que acontecia ali, naquele momento. Infelizmente seus pensamentos vagavam por Sophie também. Aqueles momentos de intimidade, mesmo que brutal, tão diferentes dos momentos que passara com ela, o faziam lembrar-se do seu único amor.

"Palermo! Palermo!"

Filipe interrompeu o beijo brutalmente e ao contrário do que faria normalmente, passou quatro unhas em seu próprio pescoço deixando-o exposto.

- Não é isso que você queria? - Filipe desfarçou a amargura de seu peito com a maior quantidade de malícia e desejo que pôde. - Beba, quero estar dentro de você mais que sexualmente.

Ao interromper a frase levou uma mão ao seu pênis e levantou Maya, fazendo-a sentar em seu membro até tê-lo inteiro dentro de si.


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Mensagem por Bells Ter Maio 22, 2012 8:50 pm

Maya Sterlling

+18
Spoiler:
Surpresa era o mínimo que sentia ao vê-lo voltar para o banheiro com uma garrafa de chamapanhe e duas taças. Ele estava sendo mais carinhoso que das outras vezes, mais amigável e mais gentil, e isso, de alguma maneira que sequer entendia, me agradava. Mas não duraria muito, disso eu sabia. Ele não era asism, ao menos nunca fora assim comigo, em todos os anos que passamos juntos, jamais fora gentil. E era assim que as coisas sempre seriam entre nós. Não era realmente amor, ou sentimentos reais, era mais pela diverssão, por nos entendermos de maneira tão perfeita que ainda estávamos juntos. Apesar de notar em sua voz o tom de deboche, deixaria para depois a replica. Não pretendia arrumar ainda mais problemas com ele agora, que já estava tão excitada e ele tão irritado comigo. Não seria seguro para a sanidade dele e para minha saude fazê-lo perder o controle dessa maneira. Ele estava de maneira completamente descontrolada por si mesmo, sem que eu fizesse nada para isso. Quase me assustava agora, com sua expressão inconsequente e suas ações de mesma maneira. Ele estava com uma expressão distante, como se não me visse mais a sua frente, sentada em cima dele. Era assustadora essa possibilidade. Engolindo em seco qualquer receio, senti o perfume inebriante do sangue dele corendo, junto ao meu. Tinha algo que ele não me contava, algo que o incomodava.... Talvez um dia soubesse o que era, mas agora, não era a hora certa, nem o lugar mais adequado para se pensar nisso. Me concentraria no que ele me oferecia de maneira tão rara. Ele nunca antes fizera isso, cortando sua própria pele para que eu tomasse de seu sangue. Sempre era preciso que terminasse o que queria para me oferecer algo assim, mas não dessa vez, ao que podia ver. Ele estava agindo de maneira atípica, e algo causara isso... Mas não reclamaria. O prazer que sentia era realmente grande, o bastante para me fazer quase esquecer dos momentos anteriores, quase tendo um orgasmo apenas com o cheiro de seu sangue, sentindo o sangue em meu pescoço ainda cair na água... Suspirando, deixei que fizesse o que queria, me puxando mais para perto e me penetrando ainda dentro da água. A sensação era ótima, ainda mais sentindo que ele estava completamente dentro de mim, que seu sangue estava a apenas alguns centímetros de minha boca. Queria ainda mais dele, mas sabia exatamente o que pedir agora. Queria que ele se alimentasse de mim enquanto eu me alimentava dele, sentindo seu penis dentro de mim completamente. Era o que queria agora, e era o que pediria. Gemendo apenas com a idéia, falei baixo, em seu ouvido, deixando que minha boca apenas roçasse em seu pescoço ferido. Não queria que ele sentisse dor, ele não gostava disso como eu.

-Me morda. Tome meu sangue enquanto tomo o seu, e enquanto me penetra ainda mais fundo e forte Filipe... Quero te sentir em mim das duas maneiras...

Enquanto falava, de minha boca, um gemido baixo e rouco saia, assim como um leve murmurio de prazer. Queria mais que tudo, agora, que ele fizesse o que eu pedia, mas não tinha a certeza de que seria atendida. Ele ainda não estava satisfeito, sabia que estava ansioso e quase fora de controle, mas queria sentir as presas dele, sua língua em minha pele ao mesmo tempo que ele me penetrava. Era o que queria dele agora, e esperava que ele me fizesse mais essa... Gentileza. Sem pensar em muita coisa mais, aproximei minha boca do ferimento que ele mesmo fizera. Era irregular, grande de mais. Não queria que ele ficasse fraco, então escolhi o que queria, fechando partes dele com a língua e limpando o sangue que escorria ao mesmo tempo. Era algo prazeiroso para mim, sentí-lo me penetrando e o sabor de seu sangue ao mesmo tempo, o cheiro misturado de nosso sangue e das bolhas da banheira. Era algo ainda mais prazeiroso que a dor, a leve ardência que sentia em ambos os locais que ele havia se alimentado pouco tempo atrás, em minha pele, onde ele me penetrara de maneira tão pouco... Gentil a algum tempo. Era algo que me deixava ainda mais excitada. Não era muita dor, era apenas o bastante para quase me fazer enlouquecer de prazer. Quando senti que ele estava completamente dentro de mim, tomei um pequeno gole de seu sangue ao mesmo tempo, sentindo o orgasmo, primeiro da noite, me acometer. As estrelas estavam mais perto do que eu me lembrava, essa noite. Ainda mais dentro de um quarto, com a porta fechada. Suspirando e gemendo, enquanto abafava o grito na pele de seu pescoço, suguei ainda mais seu sangue, sentindo o sabor em minha boca, quase tendo um novo orgasmo apenas com isso. Era tudo o que queria agora, sentí-lo ainda mais fundo dentro de mim, que ele se movesse. Suspirando, feliz, rebolei um pouco, enquanto ainda sentia os espasmos e os musculos internos se contraindo. Isso, eu esperava, faria com que ele sentisse ainda mais prazer. Queria que ele sentisse tanto prazer quanto eu com isso, queria que ele também gozasse dentr de mim. E era o que faria. Seria, agora, meu primeiro objetivo. Depois... Bem, depois voltaria a querer apenas meu próprio prazer. Mas agora, queria que ele sentisse o mesmo que eu, ou ainda melhor.


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